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Do outro lado do Mundo (II)

Do outro lado do Mundo (II)

Após a publicação do primeiro texto de Margarida Cordo sobre o Japão, publicamos agora o segundo que complementa os conteúdos já partilhados, sem esquecer a reconstruída Hiroshima, um lugar de dor.

Do outro lado do Mundo (II)

Do outro lado do Mundo (I)

Este texto é o primeiro de dois de Margarida Cordo sobre a sua visita ao Japão. Em breve será publicado o segundo que dá sequência e complementa os conteúdos agora partilhados com os leitores do 7MARGENS.

Axinene arivava – “natural não teme”

[Moçambique, margem Sul]

Axinene arivava – “natural não teme”

Hoje, não me contive, inspirada pela música intitulada Axinene arivava, expressão makhuwa, que em português significa “sou deste lugar” ou “o dono está aqui”. É cantada pela Banda Kakana . O seu conteúdo é um autêntico convite à temática que mais tenho abordado, nesta coluna: as culturas moçambicanas. A música, no caso, é uma exaltação à auto-estima da beleza da mulher makhuwa, da gastronomia da Ilha de Moçambique, assim como das suas culturas. [Texto de Sara Jona Laísse]

Remédios de Deus, curas imaginárias? As “boas mãos”

[Moçambique, margem Sul]

Remédios de Deus, curas imaginárias? As “boas mãos”

Há bem poucos meses escrevi um texto sobre a mão esquerda e, nele referi um tratamento que me foi feito pela minha mãe, para evitar partir louça, ao lavá-la. Lembro-me ainda, de uma conversa que desenvolvi com Mia Couto sobre esse tratamento e que ele, em jeito de brincadeira, disse que gostava de o fazer, porque também é derrubador de louça. [Texto de Sara Laisse, Moçambique]

Ainda se ouve cantar os Reis nas aldeias transmontanas

Tradição de 5 e 6 de janeiro

Ainda se ouve cantar os Reis nas aldeias transmontanas

Na noite gélida de 5 de janeiro, uma dezena de pessoas de Raiz do Monte, uma aldeia do concelho de Vila Pouca de Aguiar, resistiram às temperaturas negativas, juntaram-se no Largo da Igreja e saíram pelas ruas, cantando os Reis. “Nós juntamo-nos sempre neste dia à noite. Vamos de porta em porta, as pessoas já nos conhecem, e pedimos para a festa de São João, que é o nosso padroeiro”, diz Jaime Carvalhais, habitante da aldeia e animador do peditório. [Texto de Filipe Ribeiro]

Caretos, máscaras e o charolo enchem as ruas de Arcas

Festa da Galhofa

Caretos, máscaras e o charolo enchem as ruas de Arcas

O desfile dos caretos, o ritual das galhofas e a procissão do charolo da igreja até à fogueira acesa no centro da aldeia marcaram, em Arcas (Macedo de Cavaleiros), o fim das festividades de Santo Estêvão. As máscaras usadas pelos caretos de Arcas são inspiradas numa quase centenária descoberta na região.

As contas do tempo

As contas do tempo

Para ti que me lês hoje é dia 12 de Setembro de 2023. Um dia de fim de verão. Para os etíopes — e para mim que com eles partilho o diário viver — hoje é o primeiro dia do mês de Meskerem do ano de 2016, o Ano Novo etíope, que a liturgia nacional dedica à solenidade de João o Precursor, São João Batista no santoral católico.

Ubuntu: ser, construir e cuidar a Humanidade, na pressa em que vivemos

[Moçambique, margem Sul]

Ubuntu: ser, construir e cuidar a Humanidade, na pressa em que vivemos

Sinto, cada vez mais, necessidade de dialogar com filósofos, a fim de que me ensinem o equilíbrio necessário para prosseguir como humana. Tenho-me preocupado em como criar e viver Ubuntu, termo que caracteriza uma filosofia de vida africana, a partir da qual se preconiza apoio mútuo entre seres humanos. A filosofia vive da defesa do bem-estar mútuo, no qual se defende “eu sou, porque tu és”, ou seja, só estarei bem se o outro estiver, daí que o apoio mútuo seja sempre premente.

Do outro lado do Mundo (II)

Do outro lado do Mundo (II)

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Do outro lado do Mundo (II)

Do outro lado do Mundo (I)

Este texto é o primeiro de dois de Margarida Cordo sobre a sua visita ao Japão. Em breve será publicado o segundo que dá sequência e complementa os conteúdos agora partilhados com os leitores do 7MARGENS.

Axinene arivava – “natural não teme”

[Moçambique, margem Sul]

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Hoje, não me contive, inspirada pela música intitulada Axinene arivava, expressão makhuwa, que em português significa “sou deste lugar” ou “o dono está aqui”. É cantada pela Banda Kakana . O seu conteúdo é um autêntico convite à temática que mais tenho abordado, nesta coluna: as culturas moçambicanas. A música, no caso, é uma exaltação à auto-estima da beleza da mulher makhuwa, da gastronomia da Ilha de Moçambique, assim como das suas culturas. [Texto de Sara Jona Laísse]

Remédios de Deus, curas imaginárias? As “boas mãos”

[Moçambique, margem Sul]

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Há bem poucos meses escrevi um texto sobre a mão esquerda e, nele referi um tratamento que me foi feito pela minha mãe, para evitar partir louça, ao lavá-la. Lembro-me ainda, de uma conversa que desenvolvi com Mia Couto sobre esse tratamento e que ele, em jeito de brincadeira, disse que gostava de o fazer, porque também é derrubador de louça. [Texto de Sara Laisse, Moçambique]

Ainda se ouve cantar os Reis nas aldeias transmontanas

Tradição de 5 e 6 de janeiro

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Na noite gélida de 5 de janeiro, uma dezena de pessoas de Raiz do Monte, uma aldeia do concelho de Vila Pouca de Aguiar, resistiram às temperaturas negativas, juntaram-se no Largo da Igreja e saíram pelas ruas, cantando os Reis. “Nós juntamo-nos sempre neste dia à noite. Vamos de porta em porta, as pessoas já nos conhecem, e pedimos para a festa de São João, que é o nosso padroeiro”, diz Jaime Carvalhais, habitante da aldeia e animador do peditório. [Texto de Filipe Ribeiro]

Caretos, máscaras e o charolo enchem as ruas de Arcas

Festa da Galhofa

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O desfile dos caretos, o ritual das galhofas e a procissão do charolo da igreja até à fogueira acesa no centro da aldeia marcaram, em Arcas (Macedo de Cavaleiros), o fim das festividades de Santo Estêvão. As máscaras usadas pelos caretos de Arcas são inspiradas numa quase centenária descoberta na região.

As contas do tempo

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Para ti que me lês hoje é dia 12 de Setembro de 2023. Um dia de fim de verão. Para os etíopes — e para mim que com eles partilho o diário viver — hoje é o primeiro dia do mês de Meskerem do ano de 2016, o Ano Novo etíope, que a liturgia nacional dedica à solenidade de João o Precursor, São João Batista no santoral católico.

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Últimas Notícias

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Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

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