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Memória como disciplina espiritual

Memória como disciplina espiritual

Lembrem-se. “Lembrem-se e não se esqueçam”, assim diz no quinto livro da Torá. A memória é algo que Deus dá à Humanidade para o seu proveito. Esta faculdade mental é tão importante que o verbo “lembrar” tem 232 ocorrências, apenas no Antigo Testamento. A memória é essencial para o processo de aprendizagem, para a adaptação a um ambiente ou a uma cultura, para o cultivo de uma saúde emocional e ainda para a definição de identidade pessoal. (Débora Hossi)

Memória como disciplina espiritual

Maior que a nossa teologia

 Deus é maior que a nossa teologia. Esta é, possivelmente, uma verdade difícil de engolir, pois temos o desejo de conseguir explicar a nossa fé de forma sistemática. Gostamos de ter respostas para todos os fenómenos espirituais, e de preferência que esses fenómenos sejam facilmente explicados pelo sistema teológico que defendemos. Felizmente, Deus não se deixa circunscrever pelos nossos ideais sobre ele.

Evangélicos vão mais ao culto dominical do que antes da pandemia

Fórum sobre Interculturalidade

Evangélicos vão mais ao culto dominical do que antes da pandemia

Em mais de metade das comunidades evangélicas, a assistência às celebrações dominicais cresceu em relação ao período de pré-pandemia – sendo que em outros 17% dos casos a assistência manteve-se inalterada. A conclusão é retirada de um estudo que está a ser realizado pela Aliança Evangélica Portuguesa (AEP), que neste sábado, 15, promove o Fórum Evangélico.

Memória como disciplina espiritual

Getsémani: o jardim onde me encontro com Jesus

Na semana pascal [dos cristãos] o foco é Jesus. Um Jesus que é totalmente Deus e por isso podemos encontrar n’Ele a salvação dos homens. No entanto, antes do sacrifício maior, que era antecipado pela Lei, Ele mostrou mais uma vez a sua humanidade.

Memória como disciplina espiritual

A situação de Ronaldo e o problema de todos nós

Não quero ser ousada ao referir que Cristiano Ronaldo tem um problema. Mas a sua situação sobre o eventual fim de carreira relembra-me que todos nós temos o problema de saber quando terminar bem. Terminar algo que nos deu satisfação ou algo que é a concretização dos nossos sonhos pode ser difícil. (Opinião de Débora Hossi)

A morte das referências

Uma sociedade sem referências é uma sociedade dando sinais de falência. As referências morais que justificavam a nossa esperança na humanidade caíram e, com elas, foi ao fundo a confiança que tínhamos, não só nas instituições, mas principalmente nos líderes das várias áreas da influência da sociedade.

A cultura do “cancelamento” faz assim tanto sentido?

Começo por responder que creio que não, sem receio de ser “cancelada” pelas minhas opiniões. O resto deste artigo explicará a minha defesa da extinção da cultura do “cancelamento” (embora talvez seja uma utopia) ou de, pelo menos, lhe colocar um travão nesta sociedade tão mediática. Eleita como a expressão do ano ainda em 2019, a cultura do “cancelamento” é um fenómeno moderno segundo o qual uma pessoa ou um grupo é expulso de uma posição de influência ou de fama devido a atitudes consideradas questionáveis. Isto pode acontecer online, no mundo real ou em ambos.

Memória como disciplina espiritual

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 Deus é maior que a nossa teologia. Esta é, possivelmente, uma verdade difícil de engolir, pois temos o desejo de conseguir explicar a nossa fé de forma sistemática. Gostamos de ter respostas para todos os fenómenos espirituais, e de preferência que esses fenómenos sejam facilmente explicados pelo sistema teológico que defendemos. Felizmente, Deus não se deixa circunscrever pelos nossos ideais sobre ele.

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Não quero ser ousada ao referir que Cristiano Ronaldo tem um problema. Mas a sua situação sobre o eventual fim de carreira relembra-me que todos nós temos o problema de saber quando terminar bem. Terminar algo que nos deu satisfação ou algo que é a concretização dos nossos sonhos pode ser difícil. (Opinião de Débora Hossi)

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Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

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Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

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O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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