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“Cancelem esta maldita dívida” aos países mais pobres, pede Ramos-Horta

Assembleia-geral da ONU

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Ao terceiro dia de debates na 78ª assembleia-geral da ONU, a decorrer esta semana em Nova Iorque, chegou a vez do Presidente de Timor-Leste partilhar os avanços e desafios dos 20 anos de democracia no seu país. José Ramos-Horta falou de uma nação que ainda luta contra a pobreza extrema e teceu duras críticas às instituições financeiras internacionais por “continuarem indiferentes” aos pedidos de cancelamento da dívida de países como Timor-Leste

Organizações cristãs pedem ao G20 impostos superiores para os mais ricos

Em nome de 600 milhões de pessoas

Organizações cristãs pedem ao G20 impostos superiores para os mais ricos

Aumentar os impostos sobre os mais ricos (2% para os milionários, 3% para aqueles com rendimentos acima de 50 milhões de dólares e 5% para os bilionários) poderia gerar anualmente 2,5 triliões de dólares, “o suficiente para tirar da pobreza 2,3 mil milhões de pessoas e oferecer cuidados de saúde e proteção social universais a 3,6 mil milhões de pessoas”, afirmam várias federações ecuménicas de igrejas cristãs, numa carta aberta ao G20, o grupo de países mais poderosos do mundo que estará reunido nos próximos dias 9 e 10 de setembro na Índia.

A pandemia do nosso descontentamento

2021-2022, marcas do tempo (3)

A pandemia do nosso descontentamento

este ano termina com a certeza de que a pandemia e as suas consequências são fenómenos que se vão prolongar no tempo. A fadiga causada por esta consciência acrescida ou, mais simplesmente, o sentimento de incapacidade e de impotência para vencer definitiva e rapidamente o vírus constitui um terreno propício a movimentos de cariz autoritário, xenófobo e populistas. A resiliência das democracias e as convicções democráticas das suas populações serão, assim, postas à prova em 2022.

Desigualdade no acesso dificulta recuperação dos países mais pobres

Vacina covid-19

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África teve uma queda de 1,7% de novos casos da Covid-19 na última semana, com o continente a reportar quase 282 mil infetados durante o período. Os dados foram revelados pela diretora regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para África, citada pelo portal das Nações Unidas, Matshidiso Moeti, que, no entanto, afirmou aos jornalistas, em Brazzaville, que “não se deve ter ilusões, porque a terceira onda não chegou ao fim na região”.

Persistência da desigualdade: O que Kuznets não viu

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A área das desigualdades tem um problema que muitas outras áreas da economia não têm: falta de dados. Esta situação deve-se não só ao facto de no passado não se ter registado da melhor forma, ou de todo, dados a nível de desigualdades, como também ao facto de não ser fácil aferir a realidade, por exemplo, dos rendimentos mais altos da sociedade, para chegar aos indicadores.

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Não às armas nucleares (2): Deus não precisa da bomba

[Arquipélago Jerusalém]

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O Projeto Manhattan habituou o estado norte-americano a uma operação gigantesca conduzida sob segredo, com informação compartimentada, financiamento protegido do escrutínio do Congresso e uma disciplina que separava quem sabia de quem tinha autorização para perguntar. Até Harry Truman, vice-presidente, permaneceu à margem do segredo até suceder a Roosevelt. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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