A realidade maniqueísta do gosto/não gosto, a versão superficial do porque sim/porque não ou a sua sucedânea preguiçosa do sim/não, mas não sei explicar podem radicar na ingenuidade da crença em ‘magias’ messiânicas, que prometem sucesso inequívoco. Falamos do contexto educativo em geral e escolar em particular, que, cedendo a esta tendência, etiqueta redutoramente os jovens como consumidores do processo de fabricação social, remetendo-os para um futuro eventualmente ótimo, mas ao qual se subtrai o bom do presente e o lastro da memória. [Texto de Luís Francisco Marques].











