De uma coisa estou certa: se nas escolas se voltasse a ensinar Educação Moral e Religiosa (ou pelo menos uma História e Cultura das Religiões), o mundo seria um lugar um pouco melhor. É importante que a disciplina não morra.
De uma coisa estou certa: se nas escolas se voltasse a ensinar Educação Moral e Religiosa (ou pelo menos uma História e Cultura das Religiões), o mundo seria um lugar um pouco melhor. É importante que a disciplina não morra.
Como vimos nos textos anteriores desta série (“Literatura para fins beatos? Nem pensar!” e “A Literatura e a leitura são polifónicas? Assim é!”), o leitor competente é um leitor interveniente, dotado de capacidade crítica; até porque compreender o que lê é também integrar o que cada nova leitura lhe traz na experiência de vida e no conhecimento do seu mundo. [Texto de Maria do Sameiro Pedro].
O linguajar corrente chama ‘tecnologia’ ou ‘a tecnologia’ ao que, a partir dos anos 70, chamámos tecnologias de informação e comunicação (TIC para os amigos), já de si uma restrição de campo que privilegiava o computador e conexos em detrimento de modalidades primitivas de partilha massificada, como o manual escolar, o postal ilustrado, a televisão, a rádio, o telefone. [Texto de João Santos].
Apelo a jovens entre os 18 e os 35 anos
Cáritas Jovem de Leiria procura voluntários para apoio ao estudoA Cáritas Jovem da Diocese de Leiria-Fátima fez um apelo a jovens entre os 18 e os 35 anos que queiram apoiar o estudo de crianças e adolescentes de famílias que enfrentem dificuldades em acompanhar o percurso escolar dos seus filhos.
Desenganem-se os que creem que, neste verão, o Papa Francisco se deixou entusiasmar pela silly season e resolveu escrever sobre – imagine-se! – literatura. Efetivamente, a Carta do Santo Padre Francisco sobre o papel da literatura na educação é muito mais do que uma reflexão sobre formas edificantes de entretenimento. [Texto de Maria do Sameiro Pedro]
Estamos a partir para férias (os que podem!…). E que tal darmos férias aos écrans durante o mês… ou uma quinzena… ou mesmo durante uma semana de férias? Que saboroso seria!!! Espero que não imaginem que “endoidei” de vez. Sim, tenho um telemóvel que me simplifica imenso a vida… e …caso pensem que “endoidei… paciência.
Em parceria com a Galp
Helpo leva novos computadores a alunos e professores de São Tomé e PríncipeA Escola Maria Manuela Margarido, no distrito de Mé-Zóchi, e a Mediateca de Santa Catarina, no distrito de Lembá, localizadas em São Tomé e Príncipe, dispõem agora de mais 24 computadores, anunciou a Helpo, uma organização não governamental para o desenvolvimento (ONGD) portuguesa. Foi através de uma parceria entre esta organização, a Galp e a Fundação Galp, que a entrega destes equipamentos se tornou possível.
Entrevista exclusiva
Joaquim Azevedo: “A escola chama abandono ao que é um processo de exclusão”Sem papas na língua e sem esmorecimento, Joaquim Azevedo acaba de publicar um livro (Modo de produção da exclusão escolar – olhar a escola a partir dos excluídos) que tem tanto de desafiante como de provocatório. Nesta entrevista exclusiva ao 7MARGENS, o investigador e professor jubilado da Universidade Católica, antigo governante e protagonista do ensino profissional, explica como funcionam os mecanismos de exclusão, mas também dá chaves para encontrar caminhos de saída … as quais serão aprofundadas num segundo volume que, desde já, anuncia.
De uma coisa estou certa: se nas escolas se voltasse a ensinar Educação Moral e Religiosa (ou pelo menos uma História e Cultura das Religiões), o mundo seria um lugar um pouco melhor. É importante que a disciplina não morra.
Como vimos nos textos anteriores desta série (“Literatura para fins beatos? Nem pensar!” e “A Literatura e a leitura são polifónicas? Assim é!”), o leitor competente é um leitor interveniente, dotado de capacidade crítica; até porque compreender o que lê é também integrar o que cada nova leitura lhe traz na experiência de vida e no conhecimento do seu mundo. [Texto de Maria do Sameiro Pedro].
O linguajar corrente chama ‘tecnologia’ ou ‘a tecnologia’ ao que, a partir dos anos 70, chamámos tecnologias de informação e comunicação (TIC para os amigos), já de si uma restrição de campo que privilegiava o computador e conexos em detrimento de modalidades primitivas de partilha massificada, como o manual escolar, o postal ilustrado, a televisão, a rádio, o telefone. [Texto de João Santos].
Apelo a jovens entre os 18 e os 35 anos
Cáritas Jovem de Leiria procura voluntários para apoio ao estudoA Cáritas Jovem da Diocese de Leiria-Fátima fez um apelo a jovens entre os 18 e os 35 anos que queiram apoiar o estudo de crianças e adolescentes de famílias que enfrentem dificuldades em acompanhar o percurso escolar dos seus filhos.
Desenganem-se os que creem que, neste verão, o Papa Francisco se deixou entusiasmar pela silly season e resolveu escrever sobre – imagine-se! – literatura. Efetivamente, a Carta do Santo Padre Francisco sobre o papel da literatura na educação é muito mais do que uma reflexão sobre formas edificantes de entretenimento. [Texto de Maria do Sameiro Pedro]
Estamos a partir para férias (os que podem!…). E que tal darmos férias aos écrans durante o mês… ou uma quinzena… ou mesmo durante uma semana de férias? Que saboroso seria!!! Espero que não imaginem que “endoidei” de vez. Sim, tenho um telemóvel que me simplifica imenso a vida… e …caso pensem que “endoidei… paciência.
Em parceria com a Galp
Helpo leva novos computadores a alunos e professores de São Tomé e PríncipeA Escola Maria Manuela Margarido, no distrito de Mé-Zóchi, e a Mediateca de Santa Catarina, no distrito de Lembá, localizadas em São Tomé e Príncipe, dispõem agora de mais 24 computadores, anunciou a Helpo, uma organização não governamental para o desenvolvimento (ONGD) portuguesa. Foi através de uma parceria entre esta organização, a Galp e a Fundação Galp, que a entrega destes equipamentos se tornou possível.
Entrevista exclusiva
Joaquim Azevedo: “A escola chama abandono ao que é um processo de exclusão”Sem papas na língua e sem esmorecimento, Joaquim Azevedo acaba de publicar um livro (Modo de produção da exclusão escolar – olhar a escola a partir dos excluídos) que tem tanto de desafiante como de provocatório. Nesta entrevista exclusiva ao 7MARGENS, o investigador e professor jubilado da Universidade Católica, antigo governante e protagonista do ensino profissional, explica como funcionam os mecanismos de exclusão, mas também dá chaves para encontrar caminhos de saída … as quais serão aprofundadas num segundo volume que, desde já, anuncia.
A missão nasce de um coração capaz de olhar para os outros com esperança e responsabilidade, conforme considerava José Allamano, fundador dos Missionários e Missionárias da Consolata. Foi com o mesmo espírito que nasceu a Fundação Allamano, instrumento ao serviço, de modo particular, das pessoas em situação de maior vulnerabilidade.
Relatório divulgado hoje
Rússia acusada de enviar à força cidadãos estrangeiros para combater na UcrâniaA Rússia tem recorrido a “práticas enganosas, coercivas e exploradoras para recrutar cidadãos estrangeiros para as suas forças armadas e enviá-los para combater na Ucrânia”, afirmou a Amnistia Internacional num relatório publicado hoje, dia 10 de setembro. No comunicado enviado à redação do 7MARGENS a organização adianta que tais práticas constituem, em muitos casos, “uma violação dos direitos humanos e um crime de tráfico de seres humanos”.
Por unanimidade
Parlamento e Câmara de Lisboa aprovam votos de pesar por Eugénio FonsecaA Assembleia da República aprovou esta quarta-feira, 9 de setembro, por unanimidade, um voto de pesar pela morte de Eugénio Fonseca, antigo presidente da Cáritas Portuguesa e presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado. Um dia antes, também a Assembleia Municipal de Lisboa tinha aprovado um voto de pesar pelo seu desaparecimento.
Trago comigo (15)
As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas!Publicamos, da autoria de Sara Jona Laisse, o décimo quinto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Sara Laisse fala-nos de duas mulheres negras brasileiras: Ivone Lara e Nise da Silveira.
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