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António Sousa, um padre interventivo na ação social da Igreja

Porque choraste, Papa Francisco?

Nunca tinha visto um Papa chorar, convulsivamente, em público nem em privado. As pessoas importantes, ou mesmo as ditas figuras públicas, são obrigadas a guardar os seus sentimentos mais dolorosos para os seus domínios privados. A atual pessoa mais notável da Igreja Católica chorou rodeada por uma multidão. Só pessoas com corações empedernidos não se sensibilizaram.

António Sousa, um padre interventivo na ação social da Igreja

Fraternidade Sem Fronteiras: por onde começar?

Confesso que fiquei mais enriquecido com tudo o que escutei, mas muitíssimo inquieto. É que se reavivou uma preocupação que me foi sendo transmitida, sempre com um grande, mas sereno incómodo, como era seu timbre, por esse virtuoso ser humano e cristão, Acácio Catarino, que pôs em destaque o pouco testemunho, senão até o contratestemunho de fraternidade, existente dentro da Igreja Católica, por “fronteiras” que se colocam ao relacionamento humano.

António Sousa, um padre interventivo na ação social da Igreja

Parabéns, Diocese de Setúbal

Confesso que, no processo sinodal em curso, estou na posição de um otimista realista. Temo que as transformações mais urgentes não cheguem a acontecer, bem como que haja filtrações, por parte das comissões diocesanas, aos contributos dados pelos que aderiram ao desafio de Francisco.

António Sousa, um padre interventivo na ação social da Igreja

A verdade libertará

Felicito os bispos pelo discernimento assertivo que demonstraram ao constituir esta comissão, pelas pessoas escolhidas e por lhes terem confiado uma missão que, ao contrário, do que alguns possam ainda pensar, dará maior credibilidade à Igreja.

António Sousa, um padre interventivo na ação social da Igreja

Caminhar juntos com S. Óscar Romero

Talvez muito poucos católicos saibam quem foi este santo arcebispo da Diocese de San Salvador, entre 1977 e 1980, capital do mais pequeno país da América Central, que é El Salvador. Os seus diocesanos eram gente pobre e oprimida.

António Sousa, um padre interventivo na ação social da Igreja

Repensar o modelo da Igreja a partir da realidade

Confesso que não me tenho sentido entusiasmado com o dinamismo sinodal em curso na Igreja em Portugal, apesar de ainda haver muito caminho por andar. A minha pouca motivação vai mais longe, pois estende-se aos objetivos do próprio Sínodo. Não tenho dúvidas que esses objetivos correspondem aos anseios do Papa Francisco e eu estou, incondicionalmente, solidário com ele. Por isso, não deixarei de dar o meu modesto contributo.

António Sousa, um padre interventivo na ação social da Igreja

Esta é a Igreja que eu amo!

Fui um dos que, convictamente e pelo amor que tenho à Igreja Católica, subscrevi a carta que 276 católicas e católicos dirigiram ao episcopado português para que, em consonância e decididamente, tomassem “a iniciativa de organizar uma investigação independente sobre os crimes de abuso sexual na Igreja”.

António Sousa, um padre interventivo na ação social da Igreja

Porque choraste, Papa Francisco?

Nunca tinha visto um Papa chorar, convulsivamente, em público nem em privado. As pessoas importantes, ou mesmo as ditas figuras públicas, são obrigadas a guardar os seus sentimentos mais dolorosos para os seus domínios privados. A atual pessoa mais notável da Igreja Católica chorou rodeada por uma multidão. Só pessoas com corações empedernidos não se sensibilizaram.

António Sousa, um padre interventivo na ação social da Igreja

Fraternidade Sem Fronteiras: por onde começar?

Confesso que fiquei mais enriquecido com tudo o que escutei, mas muitíssimo inquieto. É que se reavivou uma preocupação que me foi sendo transmitida, sempre com um grande, mas sereno incómodo, como era seu timbre, por esse virtuoso ser humano e cristão, Acácio Catarino, que pôs em destaque o pouco testemunho, senão até o contratestemunho de fraternidade, existente dentro da Igreja Católica, por “fronteiras” que se colocam ao relacionamento humano.

António Sousa, um padre interventivo na ação social da Igreja

Parabéns, Diocese de Setúbal

Confesso que, no processo sinodal em curso, estou na posição de um otimista realista. Temo que as transformações mais urgentes não cheguem a acontecer, bem como que haja filtrações, por parte das comissões diocesanas, aos contributos dados pelos que aderiram ao desafio de Francisco.

António Sousa, um padre interventivo na ação social da Igreja

A verdade libertará

Felicito os bispos pelo discernimento assertivo que demonstraram ao constituir esta comissão, pelas pessoas escolhidas e por lhes terem confiado uma missão que, ao contrário, do que alguns possam ainda pensar, dará maior credibilidade à Igreja.

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Talvez muito poucos católicos saibam quem foi este santo arcebispo da Diocese de San Salvador, entre 1977 e 1980, capital do mais pequeno país da América Central, que é El Salvador. Os seus diocesanos eram gente pobre e oprimida.

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Confesso que não me tenho sentido entusiasmado com o dinamismo sinodal em curso na Igreja em Portugal, apesar de ainda haver muito caminho por andar. A minha pouca motivação vai mais longe, pois estende-se aos objetivos do próprio Sínodo. Não tenho dúvidas que esses objetivos correspondem aos anseios do Papa Francisco e eu estou, incondicionalmente, solidário com ele. Por isso, não deixarei de dar o meu modesto contributo.

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Perseu declara-se vítima

Testemunho

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Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

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O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

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