Temos absoluta necessidade de dar nome às coisas, visíveis e invisíveis, porque temos absoluta necessidade de compreender, e porque não somos capazes de determinar os limites da nossa própria alma. Sabemos que sentimos, que temos vida interior, íntima, e até isso, que é um dado absoluto, remete para um mistério sem nome; pois de onde nos vem e onde está sustentada no Ser esta capacidade íntima de ser dentro, de ser para si mesmo, esta intimidade ontológica?








