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Filosofar é aprender a viver

[Nas margens da filosofia (LXVIII)]

Filosofar é aprender a viver

Na sequência do meu último texto no 7 margens, no qual recorri à tese de  Karl Jaspers, para quem filosofar é estar a caminho, lembro uma posição aparentemente contrária, defendida por Montaigne, um filósofo francês do século XVII, para quem “Filosofar é aprender a morrer.” [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Santos e chamuças: o que a comida de fusão nos pode ensinar sobre religião

Santos e chamuças: o que a comida de fusão nos pode ensinar sobre religião

Ignorar o “elefante na sala” da verdade exclusiva nas religiões perpetua a divisão e impede o avanço da paz. Tal como a comida de fusão combina sabores distintos, as tradições espirituais podem coexistir de forma enriquecedora. A chave para a verdadeira harmonia está em celebrar a diversidade com respeito e amor, colher inspiração e superar dogmas que alimentam a distância no diálogo inter-religioso. [Texto de André Valério].

A morte é uma doença da imaginação

A morte é uma doença da imaginação

Em si mesma, não sabemos o que é a morte. Sabemos apenas que a vida física, exterior, empírica, estiola e cessa, dissolvendo-se nos seus elementos bioquímicos. Um corpo, um organismo, deixa de funcionar, torna-se matéria sem unidade orgânica, sem identidade, pronta a ser dispersa e logo reaproveitada – porque na natureza, nada se perde, tudo se transforma. [Texto de Rúben Azevedo]

“Filosofar é estar a caminho”

[Nas margens da filosofia (LXVII)]

“Filosofar é estar a caminho”

Durante anos integrei um grupo de caminhantes na zona de Sintra. Com ele conheci lugares insuspeitos, revisitei sítios que ganharam novos relevos depois de percorridos a pé, atendi a povoações que conhecia apenas de passagem, interessei-me por problemas que nunca me tinham preocupado, nomeadamente os de carácter ecológico, estabeleci relações com pessoas que desconhecia. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Os sentimentos cósmicos de Albert Einstein e Francisco de Assis

Os sentimentos cósmicos de Albert Einstein e Francisco de Assis

O gosto de aflorar os sentimentos cósmicos de Albert Einstein e de Francisco de Assis, dois homens tão distintos tanto nas suas vidas, como distantes relativamente à época em que viveram, surgiu-me já há duas dezenas de anos quando li o livro de António Damásio “Ao encontro de Espinosa”. [Texto de Maria Aldina Brás]

A morte é uma doença da imaginação

A cidade de Mahagony e a alegoria de Brecht

O famoso dramaturgo e poeta alemão Bertold Brecht, na sua peça Ascensão e Queda da Cidade de Mahagony (1929), construiu uma interessante alegoria que bem se pode aplicar ao nosso século: na cidade de Mahagony tudo é permitido, o prazer está ao alcance de todos e o hedonismo radical é um modo de vida. [Texto de Rúben Azevedo]

Visões da vida e da morte

A morte espelho da vida

Visões da vida e da morte

Onde há hoje a angústia da perda levanta-se possivelmente uma árvore. Mas que árvores de vida plantadas são essas que poderão abrigar ou atenuar a nossa definitiva tormenta? O tempo da morte, da minha e da tua, é certamente um Sábado pascal, o tempo do silêncio, a angústia de uma ausência que se planta no terceiro dia, dia de florescimento e de travessia. [Texto do Padre João Paulo Costa]

Deus, flauta da nossa obscuridade?

Ensaio

Deus, flauta da nossa obscuridade?

«Deus está vivo ou Deus está morto. E não vos extravieis pelo que de superficial, mecânico, sugeridor de um certo cheiro a cera e a santos óleos podereis descobrir nesta questão. Porque para lá de todos esses aspectos anedóticos e ridículos há um problema de radicalidade, de justificação basilar do próprio destino do homem.»

Filosofar é aprender a viver

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Filosofar é aprender a viver

Na sequência do meu último texto no 7 margens, no qual recorri à tese de  Karl Jaspers, para quem filosofar é estar a caminho, lembro uma posição aparentemente contrária, defendida por Montaigne, um filósofo francês do século XVII, para quem “Filosofar é aprender a morrer.” [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Santos e chamuças: o que a comida de fusão nos pode ensinar sobre religião

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A morte é uma doença da imaginação

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Em si mesma, não sabemos o que é a morte. Sabemos apenas que a vida física, exterior, empírica, estiola e cessa, dissolvendo-se nos seus elementos bioquímicos. Um corpo, um organismo, deixa de funcionar, torna-se matéria sem unidade orgânica, sem identidade, pronta a ser dispersa e logo reaproveitada – porque na natureza, nada se perde, tudo se transforma. [Texto de Rúben Azevedo]

“Filosofar é estar a caminho”

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“Filosofar é estar a caminho”

Durante anos integrei um grupo de caminhantes na zona de Sintra. Com ele conheci lugares insuspeitos, revisitei sítios que ganharam novos relevos depois de percorridos a pé, atendi a povoações que conhecia apenas de passagem, interessei-me por problemas que nunca me tinham preocupado, nomeadamente os de carácter ecológico, estabeleci relações com pessoas que desconhecia. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Os sentimentos cósmicos de Albert Einstein e Francisco de Assis

Os sentimentos cósmicos de Albert Einstein e Francisco de Assis

O gosto de aflorar os sentimentos cósmicos de Albert Einstein e de Francisco de Assis, dois homens tão distintos tanto nas suas vidas, como distantes relativamente à época em que viveram, surgiu-me já há duas dezenas de anos quando li o livro de António Damásio “Ao encontro de Espinosa”. [Texto de Maria Aldina Brás]

A morte é uma doença da imaginação

A cidade de Mahagony e a alegoria de Brecht

O famoso dramaturgo e poeta alemão Bertold Brecht, na sua peça Ascensão e Queda da Cidade de Mahagony (1929), construiu uma interessante alegoria que bem se pode aplicar ao nosso século: na cidade de Mahagony tudo é permitido, o prazer está ao alcance de todos e o hedonismo radical é um modo de vida. [Texto de Rúben Azevedo]

Visões da vida e da morte

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Onde há hoje a angústia da perda levanta-se possivelmente uma árvore. Mas que árvores de vida plantadas são essas que poderão abrigar ou atenuar a nossa definitiva tormenta? O tempo da morte, da minha e da tua, é certamente um Sábado pascal, o tempo do silêncio, a angústia de uma ausência que se planta no terceiro dia, dia de florescimento e de travessia. [Texto do Padre João Paulo Costa]

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