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Monge raptado pelo ISIS em 2015 eleito arcebispo de Homs

Síria

Monge raptado pelo ISIS em 2015 eleito arcebispo de Homs

O Padre Jacques Mourad, monge e sacerdote siro-católico, de 54 anos, é o novo arcebispo de Homs dos Sírios, anunciou no dia 9 a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS). Mourad foi eleito, com consentimento do Papa Francisco, pelo Sínodo dos Bispos da Igreja Patriarcal de Antioquia dos Sírios.

Cristãos agredidos e templos vandalizados na Índia

"Crescente tensão"

Cristãos agredidos e templos vandalizados na Índia

“Uma multidão” atacou a Igreja do Sagrado Coração, em Bastar, na região central da Índia, “atirando pedras contra o edifício, arrombando a porta de entrada e destruindo tudo o que se encontrava no interior”, avançou esta quinta-feira, 5 de janeiro, a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), alertando para a “crescente tensão”  que tem vindo a registar-se no país, com “grupos radicais hindus a mobilizarem as populações, instigando-as contra os cristãos”.

Padre assassinado após onda de violência no Burkina Faso

Ataques terroristas sucedem-se

Padre assassinado após onda de violência no Burkina Faso

O padre Jacques Yaro Zerbo, de 67 anos, nascido no Mali e há mais de três décadas ao serviço da diocese de Dédougou, no Burquina Faso, foi assassinado a tiro no início desta semana, depois de o país ter registado, na noite de 30 para 31 de dezembro, um ataque terrorista do qual resultaram 28 mortos, noticiou a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) esta sexta-feira, dia 6 de janeiro.

Eritreia: Bispo e padre católicos libertados

Presos desde outubro

Eritreia: Bispo e padre católicos libertados

Acaba de ser libertado o bispo Fikremariam Hagos, de Segheneity (Eritreia), que havia sido detido a 15 de outubro por agentes dos serviços de segurança quando regressava ao país após uma viagem à Europa, anunciou esta quinta-feira, 29 de dezembro, a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).

Relatórios da Fundação AIS e do OIDAC

Perseguição aos cristãos aumenta na Ásia, África, Médio Oriente e Europa

A “opressão ou perseguição” aos cristãos, por causa da sua fé, aumentou em 75% dos países analisados pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), na Ásia, África e Médio Oriente, nos últimos dois anos. Ao contrário do que poderia esperar-se, o cenário na Europa não é mais animador: o Observatório para a Intolerância e Discriminação Contra os Cristãos (OIDAC) registou também, em 2021, um crescimento dos crimes de ódio contra os cristãos naquele continente. Estejam em minoria ou sejam a religião maioritária, os cristãos são cada vez mais perseguidos, mas a existência deste problema é muitas vezes negada, apontam ambos os relatórios.

Um relatório, igrejas de vermelho, vigílias e missas para lembrar e ajudar os cristãos perseguidos

Fundação AIS promove #RedWeek

Um relatório, igrejas de vermelho, vigílias e missas para lembrar e ajudar os cristãos perseguidos

De 16 a 23 de novembro, em Portugal e em inúmeros países onde a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) está representada, irão decorrer iniciativas que visam sensibilizar a opinião pública para a situação dos cristãos que são vítimas de intolerância religiosa. Entre elas, destaca-se a apresentação do Relatório “Perseguidos e esquecidos?”, um estudo produzido pela fundação de dois em dois anos, que dá conta da evolução da violência contra a comunidade cristã em todo o mundo.

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Perseu declara-se vítima

Testemunho

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Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

Padre da Obra da Rua morreu

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O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

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