AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

O ser e a liberdade (II)

O ser e a liberdade (II)

O Ser Humano tem uma enorme facilidade para se esquecer do essencial. Precisa de ser dele continuamente lembrado. É nesse sentido que a disciplina da religião e do rito pode ser proveitosa, no sentido em que introduz a disciplina da memória. [Texto de Ruben Azevedo]

O ser e a liberdade (II)

O ser e a liberdade

O desejo metafísico, que se exprime essencialmente no desejo do Absoluto (porque somos seres-para-a-Transcendência), exprime-se correlativamente no desejo da liberdade metafísica, que é desejo pelo incondicionado, natureza do próprio Ser. Não há como esconjurar de nós a condição de seres-para-o-Infinito, com a qual e na qual temos de viver, a par da nossa finitude e da objetividade aparente das coisas. [Texto de Ruben Azevedo]

O ser e a liberdade (II)

Alma e identidade pessoal

Alguns filósofos contemporâneos, negando a existência da alma, afirmam que a identidade pessoal consiste, simplesmente, na “continuidade espaciotemporal”[1]. Isto é, somos aquilo que somos porque, ao longo do tempo, há algo que permanece espaciotemporalmente, quer dizer, física ou fisiologicamente. (Rúben Azevedo).

Memória como disciplina espiritual

Memória como disciplina espiritual

Lembrem-se. “Lembrem-se e não se esqueçam”, assim diz no quinto livro da Torá. A memória é algo que Deus dá à Humanidade para o seu proveito. Esta faculdade mental é tão importante que o verbo “lembrar” tem 232 ocorrências, apenas no Antigo Testamento. A memória é essencial para o processo de aprendizagem, para a adaptação a um ambiente ou a uma cultura, para o cultivo de uma saúde emocional e ainda para a definição de identidade pessoal. (Débora Hossi)

Identidade e Pandemia

Identidade e Pandemia

Indubitavelmente que a pandemia também trouxe alterações positivas às nossas identidades pessoais e colectivas. A ideia de um homem dono e senhor da natureza foi substituída pela necessidade de cuidar do planeta e pela consciência das nossas obrigações enquanto habitantes do mesmo. O desafio diário para ultrapassar o modo habitual de lidar com os nossos medos intensificou a criatividade, levou a contactos diferentes com os amigos que apenas vemos online, manteve acesa a nossa sede de leitura partilhando livros e pedindo a filhos e netos que nos descarreguem músicas.

O ser e a liberdade (II)

O ser e a liberdade (II)

O Ser Humano tem uma enorme facilidade para se esquecer do essencial. Precisa de ser dele continuamente lembrado. É nesse sentido que a disciplina da religião e do rito pode ser proveitosa, no sentido em que introduz a disciplina da memória. [Texto de Ruben Azevedo]

O ser e a liberdade (II)

O ser e a liberdade

O desejo metafísico, que se exprime essencialmente no desejo do Absoluto (porque somos seres-para-a-Transcendência), exprime-se correlativamente no desejo da liberdade metafísica, que é desejo pelo incondicionado, natureza do próprio Ser. Não há como esconjurar de nós a condição de seres-para-o-Infinito, com a qual e na qual temos de viver, a par da nossa finitude e da objetividade aparente das coisas. [Texto de Ruben Azevedo]

O ser e a liberdade (II)

Alma e identidade pessoal

Alguns filósofos contemporâneos, negando a existência da alma, afirmam que a identidade pessoal consiste, simplesmente, na “continuidade espaciotemporal”[1]. Isto é, somos aquilo que somos porque, ao longo do tempo, há algo que permanece espaciotemporalmente, quer dizer, física ou fisiologicamente. (Rúben Azevedo).

Memória como disciplina espiritual

Memória como disciplina espiritual

Lembrem-se. “Lembrem-se e não se esqueçam”, assim diz no quinto livro da Torá. A memória é algo que Deus dá à Humanidade para o seu proveito. Esta faculdade mental é tão importante que o verbo “lembrar” tem 232 ocorrências, apenas no Antigo Testamento. A memória é essencial para o processo de aprendizagem, para a adaptação a um ambiente ou a uma cultura, para o cultivo de uma saúde emocional e ainda para a definição de identidade pessoal. (Débora Hossi)

Identidade e Pandemia

Identidade e Pandemia

Indubitavelmente que a pandemia também trouxe alterações positivas às nossas identidades pessoais e colectivas. A ideia de um homem dono e senhor da natureza foi substituída pela necessidade de cuidar do planeta e pela consciência das nossas obrigações enquanto habitantes do mesmo. O desafio diário para ultrapassar o modo habitual de lidar com os nossos medos intensificou a criatividade, levou a contactos diferentes com os amigos que apenas vemos online, manteve acesa a nossa sede de leitura partilhando livros e pedindo a filhos e netos que nos descarreguem músicas.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur novidade

Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest