Um documento que suscita muitas “questões e dúvidas” e que foi “rejeitado” pela maioria dos assistentes regionais: assim se referem os dois assistentes eclesiásticos do Corpo Nacional de Escutas (CNE) no Patriarcado de Lisboa ao “Posicionamento Institucional” sobre a afetividade e sexualidade que passou recentemente a integrar o projeto educativo do movimento, numa carta sigilosa enviada aos restantes padres do Patriarcado, e à qual o 7MARGENS teve acesso. As críticas tecidas ao documento – que defende o acolhimento de todas as pessoas, independentemente da sua orientação sexual – vêm somar-se às de outros responsáveis dentro dos escuteiros, que consideram que o texto “não está em comunhão com a doutrina católica” e se trata de “um equívoco”.










