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“Fazer-se homem”

Entre Margens

“Fazer-se homem”

Há pouco tempo deparei-me com um «post» numa rede social em que víamos um rapaz a seguir, diligentemente, os passos do pai a serrar madeira, cortar lenha e algumas outras atividades do género. Por baixo das imagens surgia a legenda: “a minha mãe a colocar-se de lado, enquanto o meu pai me ensina a «fazer-me homem». [Texto de Margarida Rocha e Melo].

França: Proibição do “hijab” no desporto é discriminatória e viola Carta Olímpica

Amnistia Internacional denuncia

França: Proibição do “hijab” no desporto é discriminatória e viola Carta Olímpica

A Amnistia Internacional alertou para o impacto significativo que a proibição do uso de hijab está a ter nas mulheres e raparigas muçulmanas a todos os níveis do desporto francês. Num novo relatório, intitulado “Já não podemos respirar. Até os desportos, já não os podemos praticar” e publicado em antecipação aos Jogos Olímpicos de Paris, a Amnistia denuncia o que constitui uma violação do direito internacional em matéria de direitos humanos e expõe a ação discriminatória das autoridades francesas e o fraca empenho do Comité Olímpico Internacional (COI) nesta matéria.

Mural e vídeo representam a diversidade no Bairro do Zambujal

Igualdade de Género

Mural e vídeo representam a diversidade no Bairro do Zambujal

A igualdade de género como um jogo de xadrez. Foi essa a inspiração da artista Mariana Duarte Santos para uma pintura mural no Bairro do Zambujal que pretende celebrar a diversidade e a igualdade de género, na linha do 5º princípio dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) proclamados pelas Nações Unidas.

Este é o nosso corpo, que não será entregue por vós

Dia Internacional da Mulher: A Igreja e as Mulheres

Este é o nosso corpo, que não será entregue por vós

Para representar a “Mulher”, encontramos duas figuras: Eva e Maria. A primeira, desobediente, é aquela com quem as mulheres são identificadas, enquanto que a segunda, imaculada, corresponde a quem elas deveriam ser. É Eva a tentadora e a responsável pelo pecado original, a que conduziu o homem a este. Ora, ainda hoje, quando uma mulher é violada, assediada ou sofre qualquer tipo de violência, continua-se a olhá-la como a provocadora, ou seja, a responsável pelo sucedido. Nós é que somos o perigo. [Texto de Raquel Luís]

A ativista que luta pelos direitos das mulheres no Irão… mesmo estando presa

Nobel da Paz para Narges Mohammadi

A ativista que luta pelos direitos das mulheres no Irão… mesmo estando presa

“Zan. Zendegi. Azadi”. Quando as três palavras em persa soaram, pausadamente, na manhã desta sexta-feira, 6 de outubro, a abrir o discurso de anúncio do Prémio Nobel da Paz 2023, muitos perceberam de imediato que a laureado seria uma iraniana. Essas mesmas palavras – que em português significam “mulher, vida, liberdade”, têm servido de slogan para as inúmeras manifestações contra a opressão das mulheres no Irão, na sequência da morte da jovem Mahsa Amini, há pouco mais de um ano. E correspondem a um “lema que expressa adequadamente a dedicação e trabalho de Narges Mohammadi”, a ativista de 51 anos premiada, que começou há mais de 30 a lutar pela liberdade das mulheres no país, e que não para de lutar, mesmo estando presa.

Pela primeira vez, há mulheres em todos os parlamentos do mundo

Progresso lento

Pela primeira vez, há mulheres em todos os parlamentos do mundo

Pela primeira vez na História, há mulheres em todos os parlamentos do mundo, e nunca a participação parlamentar feminina foi tão diversa quanto atualmente. A garantia é dada pela União Interparlamentar (IPU), organismo global de promoção da paz através da diplomacia parlamentar, que alerta no entanto para o facto de a parcela de mulheres em cargos parlamentares não ultrapassar, a nível global, os 26,5%.

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Das cantigas de amigo à vinha

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Jesus salva-nos de nós mesmos

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Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

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