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Brincar com a claridade e a escuridão

Brincar com a claridade e a escuridão

“Creio que o filme evoca, subtilmente, que há algo que nos transcende enquanto seres humanos. Talvez seja o hálito divino. Na Galiza, a natureza é forte, está todos os dias a dizer-nos que somos pequenos.” Estas são palavras de Olivier Laxe, o realizador galego, acerca do seu filme “O Que Arde”. Estamos em Agosto, como quase sempre – e às vezes de maneira muito dramática – já com imagens de incêndios que matam pessoas, destroem casas e floresta, deixando nas vidas e na terra cicatrizes bem fundas e difíceis de apagar.

“Nós não devíamos ter-nos conhecido”

“Nós não devíamos ter-nos conhecido”

“Nós não devíamos ter-nos conhecido”, disse-me um dia um amigo. Se não nos tivéssemos conhecido, significava muito provavelmente que aqueles campos onde falávamos continuariam verdes, que as árvores estariam de pé, que as plantas, os animais e as pessoas não teriam sido sacrificadas às chamas. 

Natal, dois anos e meio depois da tragédia de Pedrógão Grande

Natal, dois anos e meio depois da tragédia de Pedrógão Grande

O Natal é uma das épocas mais esperadas de todo o ano! Contudo, cada vez mais a essência do Natal tem vindo a perder-se uma vez que todos nós somos cada vez mais consumistas e achamos que esta época é sinónimo de prendas! Muita gente vive com esta realidade e eu não posso julgá-los.

Conversa à volta da fogueira

Conversa à volta da fogueira

Todos concordam que os incêndios florestais são uma calamidade em qualquer parte do mundo. Mas o que poucos ousam dizer em voz alta é que são uma calamidade inevitável e que, por essa razão, há que aprender a viver com eles.

Fogos em Mação: bispo de Portalegre quer “ajudar” populações

Fogos em Mação: bispo de Portalegre quer “ajudar” populações

O bispo de Portalegre-Castelo Branco, Antonino Dias, está em “contacto com os párocos” da região afectada pelos incêndios que têm lavrado em Mação e na região envolvente e diz que “com a maior brevidade” terá uma reunião com eles e com a Cáritas Diocesana para estudar formas de “ajudar aquelas pessoas”, o que acontecerá depois da situação “acalmar”.

Brincar com a claridade e a escuridão

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“Creio que o filme evoca, subtilmente, que há algo que nos transcende enquanto seres humanos. Talvez seja o hálito divino. Na Galiza, a natureza é forte, está todos os dias a dizer-nos que somos pequenos.” Estas são palavras de Olivier Laxe, o realizador galego, acerca do seu filme “O Que Arde”. Estamos em Agosto, como quase sempre – e às vezes de maneira muito dramática – já com imagens de incêndios que matam pessoas, destroem casas e floresta, deixando nas vidas e na terra cicatrizes bem fundas e difíceis de apagar.

“Nós não devíamos ter-nos conhecido”

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“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

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A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

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Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

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