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Chicotadas, choques elétricos, violações: as crianças do Irão continuam a ser torturadas

Amnistia Internacional denuncia

Chicotadas, choques elétricos, violações: as crianças do Irão continuam a ser torturadas

Os serviços secretos e as forças de segurança do Irão têm cometido atos de tortura, como espancamentos, chicotadas, choques elétricos, violações e outros tipos de violência sexual contra manifestantes de apenas 12 anos, para repreender o seu envolvimento nos protestos em todo o país, denuncia a Amnistia Internacional (AI), assinalando seis meses da revolta popular sem precedentes no Irão, despoletada pela morte sob custódia da jovem Mahsa Amini.

Campanhas pelas mulheres do Irão e estudantes afegãs

Apelos da AI e da FAL

Campanhas pelas mulheres do Irão e estudantes afegãs

“A morte de Masha Amini inspirou uma onda de solidariedade com manifestações por todo o Irão e ao redor do mundo”, aponta a Amnistia, que lança campanha para “garantir um futuro com liberdade para todas”. Por sua vez, a Federação Académica de Lisboa apela à criação de um “estatuto de estudante do ensino superior para refugiadas”.

Mulheres do Irão – a liberdade em forma de grito que não se cala

Mulheres do Irão – a liberdade em forma de grito que não se cala

“Mulher, Vida, Liberdade” é mais do que um slogan, é o grito e a bandeira de um poderoso movimento de protesto contra o regime iraniano, que se levantou logo após o bárbaro assassinato de uma jovem iraniana de 22 anos, às mãos da chamada «polícia da moralidade», por alegado incumprimento da lei relativa ao uso obrigatório do véu. (Opinião de Isabel Estrada Carvalhais)

Yasaman Aryani libertada com a sua mãe

No Irão

Yasaman Aryani libertada com a sua mãe

Yasaman Aryani, ativista iraniana, e a sua mãe foram libertadas no Irão, após quatro anos de prisão injusta apenas por promoverem os direitos das mulheres de forma pacífica.

O Irão em brasa: A brutal repressão aos protestos

O Irão em brasa: A brutal repressão aos protestos

Não há dia que não cheguem notícias relativas ao grande e antigo país que é o Irão. As ruas das cidades desde há largas semanas que têm sido palco de multidões de manifestantes a clamarem por liberdade. Aos apelos dos iranianos, o governo religioso autocrático do Irão tem respondido com uma desmesurada e sangrenta violência, chegando a condenar à morte alguns manifestantes.

Irão: Duas bahá’ís condenadas a segunda pena de prisão pela sua fé

"Uma injustiça inacreditável"

Irão: Duas bahá’ís condenadas a segunda pena de prisão pela sua fé

Com as manifestações contra o regime de Teerão a caminhar para o terceiro mês consecutivo e as ações das autoridades iranianas face aos manifestantes cada vez mais violentas e repressivas, duas mulheres bahá’ís, Mahvash Sabet e Fariba Kamalabadi, consideradas símbolos de resiliência no país após terem já passado dez anos na prisão devido a não terem negado a sua fé, foram condenadas a nova pena por mais dez anos.

Há 44 menores mortos pela polícia iraniana

Dados da Amnistia Internacional

Há 44 menores mortos pela polícia iraniana

Os números arrepiam pela crueldade: as crianças e jovens representam 14% das mortes totais de manifestantes e observadores registadas pela Amnistia desde o início das manifestações no Irão. Desde 16 de setembro passado, são pelo menos 44 menores mortos, entre os 2 e os 17 anos. E já há um manifestante executado depois de condenado.

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“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado

Diocese de Portalegre – Castelo Branco

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No fim do processo, “nem um centímetro” da Diocese de Portalegre – Castelo Branco deve “ficar sem ser coberto por um conselho pastoral paroquial” (ou interparoquial se necessário e conveniente). Foi o desafio do bispo Pedro Fernandes à diocese de que assumiu a tarefa de pastor ainda não há um ano. Esta é talvez a melhor síntese do que foi a “Assembleia Diocesana”, no dia 6 de outubro, em Ponte de Sor, a que várias centenas de pessoas responderam participando de um modo ativo.

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