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Do crisântemo branco com a cigarra verde

Do crisântemo branco com a cigarra verde

Este ano, numa tarde de agosto, contemplei uma imagem, que conservo na memória visual e sonora, a qual, por nada, desejaria que fosse apagada ou emudecida. Sim, vi, não «um anjo que subia do Nascente» (cf. Ap 7,2), mas uma cigarra verde subindo à corola de um crisântemo branco. E demorei-me naquela paisagem-icónica, pensando neste dia, ― o da Solenidade de Todos os Santos ― tantos são os crisântemos que, nos cemitérios dos cristãos,
cobrem de cor e de perfume as campas e os jazigos.

Do crisântemo branco com a cigarra verde

Caminho da justiça

Na ponta final das vindimas, constatamos que há muita uva. Felizmente estão a verificar-se excelentes produções, ao ponto de algumas adegas terem de adiar a receção das entregas dos produtores, tal é o ‘milagre das uvas’. É o que sucede, por exemplo, em Vila Real, que, por causa do aumento diário do afluxo de uvas, ― na ordem das 850 pipas, isto é, mais 200 do que o habitual ―, foram suspensas as vindimas até amanhã, dia 2 de outubro. Este texto corresponde à homilia do passado domingo, dia 1 de outubro, XXVI Domingo do Tempo Comum na liturgia católica, 2023.

Do crisântemo branco com a cigarra verde

Por uma esperança que não seja ingénua

Estou persuadido de que cada comunidade precisará de uma teia e de um crivo, com Jesus no centro: ora na resistência paciente, que resolve certos problemas com o tempo, ora em redobrados esforços, no cuidado do grão a limpar de impurezas. Ganhemo-nos uns aos outros pelo amor, que só faz bem. (Este texto, do Padre Joaquim Félix, corresponde à homilia do passado domingo, dia 10 de setembro, XXIII Domingo do Tempo Comum na liturgia católica, 2023.)

Do crisântemo branco com a cigarra verde

A riqueza da inatividade

Hoje comecemos por, em primeiro lugar, nos debruçarmos numas seguras ‘guardas do terraço’, isto é, sobre as palavras de S. Paulo, à imagem da menina ‘observadora’ de Paula Rego (Watcher 1944). Na breve passagem ― como se fosse uma medida de agosto ―, Paulo começa por dar asas ao seu inebriado espanto. (Este texto corresponde à homilia do passado domingo, dia 27 de agosto, XXI Domingo do Tempo Comum na liturgia católica, 2023.)

Do crisântemo branco com a cigarra verde

Assunção de Maria na ‘Porta da morte’

Este texto, do Pe Joaquim Félix, corresponde à homilia da passada terça-feira, dia 15 de agosto, Assunção da Virgem Santa Maria – Solenidade 2023. Depois da avalanche de acontecimentos e de imagens, que as Jornadas Mundiais da Juventude proporcionaram, com músicas, palavras e coreografias extraordinárias, e gestos que jamais esqueceremos e nos levam à gratidão a tanta gente, sentimo-nos como que a descer o «monte muito alto» (cf. Mt 17,1), onde nos encantámos com várias ‘transfigurações’.

Do crisântemo branco com a cigarra verde

Jesus e a saída da sociedade do cansaço

O texto que se publica, do Padre Joaquim Félix, corresponde à homilia do passado Domingo, dia 9 de julho, XIV Domingo do Tempo Comum na liturgia católica, 2023.

Do crisântemo branco com a cigarra verde

Oh! teu nome faz-se à fome com rochedo e mel

Que fonte de prazer é para nós celebrar neste ponto de encontro, na confluência dos ribeiros, ao ar livre, aberto às fragâncias de eucalipto… com a sonoridade da água em fundo contínuo! Fizemos a procissão desde a igreja paroquial até ao alto de S. João, como quem sobe às antigas raízes da nossa comunidade, Fragoso, à ermida de S. Vicente e à fonte de Santa Isabel. Este texto corresponde à homilia Nascimento de S. João Baptista.

Do crisântemo branco com a cigarra verde

Do crisântemo branco com a cigarra verde

Este ano, numa tarde de agosto, contemplei uma imagem, que conservo na memória visual e sonora, a qual, por nada, desejaria que fosse apagada ou emudecida. Sim, vi, não «um anjo que subia do Nascente» (cf. Ap 7,2), mas uma cigarra verde subindo à corola de um crisântemo branco. E demorei-me naquela paisagem-icónica, pensando neste dia, ― o da Solenidade de Todos os Santos ― tantos são os crisântemos que, nos cemitérios dos cristãos,
cobrem de cor e de perfume as campas e os jazigos.

Do crisântemo branco com a cigarra verde

Caminho da justiça

Na ponta final das vindimas, constatamos que há muita uva. Felizmente estão a verificar-se excelentes produções, ao ponto de algumas adegas terem de adiar a receção das entregas dos produtores, tal é o ‘milagre das uvas’. É o que sucede, por exemplo, em Vila Real, que, por causa do aumento diário do afluxo de uvas, ― na ordem das 850 pipas, isto é, mais 200 do que o habitual ―, foram suspensas as vindimas até amanhã, dia 2 de outubro. Este texto corresponde à homilia do passado domingo, dia 1 de outubro, XXVI Domingo do Tempo Comum na liturgia católica, 2023.

Do crisântemo branco com a cigarra verde

Por uma esperança que não seja ingénua

Estou persuadido de que cada comunidade precisará de uma teia e de um crivo, com Jesus no centro: ora na resistência paciente, que resolve certos problemas com o tempo, ora em redobrados esforços, no cuidado do grão a limpar de impurezas. Ganhemo-nos uns aos outros pelo amor, que só faz bem. (Este texto, do Padre Joaquim Félix, corresponde à homilia do passado domingo, dia 10 de setembro, XXIII Domingo do Tempo Comum na liturgia católica, 2023.)

Do crisântemo branco com a cigarra verde

A riqueza da inatividade

Hoje comecemos por, em primeiro lugar, nos debruçarmos numas seguras ‘guardas do terraço’, isto é, sobre as palavras de S. Paulo, à imagem da menina ‘observadora’ de Paula Rego (Watcher 1944). Na breve passagem ― como se fosse uma medida de agosto ―, Paulo começa por dar asas ao seu inebriado espanto. (Este texto corresponde à homilia do passado domingo, dia 27 de agosto, XXI Domingo do Tempo Comum na liturgia católica, 2023.)

Do crisântemo branco com a cigarra verde

Assunção de Maria na ‘Porta da morte’

Este texto, do Pe Joaquim Félix, corresponde à homilia da passada terça-feira, dia 15 de agosto, Assunção da Virgem Santa Maria – Solenidade 2023. Depois da avalanche de acontecimentos e de imagens, que as Jornadas Mundiais da Juventude proporcionaram, com músicas, palavras e coreografias extraordinárias, e gestos que jamais esqueceremos e nos levam à gratidão a tanta gente, sentimo-nos como que a descer o «monte muito alto» (cf. Mt 17,1), onde nos encantámos com várias ‘transfigurações’.

Do crisântemo branco com a cigarra verde

Jesus e a saída da sociedade do cansaço

O texto que se publica, do Padre Joaquim Félix, corresponde à homilia do passado Domingo, dia 9 de julho, XIV Domingo do Tempo Comum na liturgia católica, 2023.

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Que fonte de prazer é para nós celebrar neste ponto de encontro, na confluência dos ribeiros, ao ar livre, aberto às fragâncias de eucalipto… com a sonoridade da água em fundo contínuo! Fizemos a procissão desde a igreja paroquial até ao alto de S. João, como quem sobe às antigas raízes da nossa comunidade, Fragoso, à ermida de S. Vicente e à fonte de Santa Isabel. Este texto corresponde à homilia Nascimento de S. João Baptista.

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