O meu filho mais velho ofereceu-me, há já algum tempo, o romance “Frankenstein”, de Mary Shelley. Agradeci, mas guardei-o no escaparate que destino aos volumes em lista de espera para uma eventual melhor oportunidade. Entretanto, o tempo foi passando, a pilha em espera foi aumentando, outras prioridades foram surgindo, até que nas presentes férias de verão, já cansado de tantas leituras ensaísticas, resolvi recuperar do limbo esse volume meio esquecido.












