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JMJ: dez notas ao cair do pano

Editorial - do medo ao sonho

JMJ: dez notas ao cair do pano

No fecho de uma intensa semana de surpresas, descobertas, gestos e, sobretudo, muitas emoções, há que dar tempo para assimilar tudo o que aconteceu. Mas pode-se já alinhavar algumas reflexões, notas conclusivas e, igualmente, interrogações, sob a forma de palavras-chave.

JMJ: dez notas ao cair do pano

Direito à festa, direito à esperança

Quatro anos e meio depois do anúncio oficial da sua realização em Lisboa (e com um adiamento por um ano, por causa da pandemia), aí está a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), com a festa, a cor, o ritmo, o encontro, a alegria e os sonhos das gerações mais novas – neste caso, daquelas que se identificam com o catolicismo.

José Mattoso: a pessoa que morava naquele professor

José Mattoso: a pessoa que morava naquele professor

Um belo dia, deu-se um acontecimento singular. Um estimado professor do Curso de História que vários de nós frequentávamos apresentou-se a provas de doutoramento (sim, na altura, eram duas as provas, em dias subsequentes). Mais pelo professor do que pelo ato – ainda que esse tipo de atos fosse então facto raro – lá fomos ver o espetáculo.

Responsabilidades sistémicas da Igreja numa “cultura de abusos”

Relatório chocante publicado em França

Responsabilidades sistémicas da Igreja numa “cultura de abusos”

Morreu em 2006, com 93 anos. E, como se costuma dizer em meios católicos, “em odor de santidade”. As suas obras e a veneração de tanta gente pelo seu exemplo abriam eventualmente a possibilidade do processo de beatificação. Afinal, não passava de um escroque, do ponto de vista moral e, sabe-se agora, foi ao longo de décadas, um abusador moral e sexual de largas dezenas de religiosos e religiosas. O seu nome: Marie-Dominique Philippe. O jornal Religion Digital chama-lhe “o Maciel francês”.

A propósito dos 60 anos da morte de João XXIII

O Papa Bom e a "alegria do Evangelho"

A propósito dos 60 anos da morte de João XXIII

João XXIII, que ficou conhecido como o “Papa Bom”, morreu faz neste sábado, 3 de junho, 60 anos.  Os cardeais foram buscar aquele que era o Patriarca de Veneza e com idade não longe dos 80, esperando um pontificado de transição, depois do longo magistério de Pio XII. Governou a Igreja Católica por pouco mais de quatro anos, mas mudou o seu rumo, com o gesto profético de convocar um concílio ecuménico.

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Um livro também nos pode revelar memórias

Trago comigo (16)

Um livro também nos pode revelar memórias

Neste décimo sexto texto, e último dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória, José Centeio, usando como pretexto o livro de Irene Vallejo “Manifesto pela Leitura”, revela-nos as suas memórias na descoberta da leitura e a sua paixão pelos livros.

Vinte e cinco anos depois

7Partidas

Vinte e cinco anos depois

Em 2001, vivíamos em San Francisco. Naquela segunda-feira, dia 11 de Setembro, fomos acordados pelo meu sogro, que nos ligava da Alemanha para avisar que os EUA estavam a ser atacados. Em San Francisco era ainda madrugada; em Nova Iorque passava das nove da manhã, e as duas torres já estavam a arder. [Texto de Helena Araújo].

A missão voltada para a habitação acessível

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A missão nasce de um coração capaz de olhar para os outros com esperança e responsabilidade, conforme considerava José Allamano, fundador dos Missionários e Missionárias da Consolata. Foi com o mesmo espírito que nasceu a Fundação Allamano, instrumento ao serviço, de modo particular, das pessoas em situação de maior vulnerabilidade.

Rússia acusada de enviar à força cidadãos estrangeiros para combater na Ucrânia

Relatório divulgado hoje

Rússia acusada de enviar à força cidadãos estrangeiros para combater na Ucrânia

A Rússia tem recorrido a “práticas enganosas, coercivas e exploradoras para recrutar cidadãos estrangeiros para as suas forças armadas e enviá-los para combater na Ucrânia”, afirmou a Amnistia Internacional num relatório publicado hoje, dia 10 de setembro. No comunicado enviado à redação do 7MARGENS a organização adianta que tais práticas constituem, em muitos casos, “uma violação dos direitos humanos e um crime de tráfico de seres humanos”.

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