Em 2004, depois de quatro anos em Itália e acabadinha de regressar de um ano na América Latina no meio dos mais pobres, e tendo aí conhecido uma Igreja que andava envolvida nas revoluções sociais e a lutar ativamente pela justiça, mesmo quando para isso se tornava incómoda e alienava a simpatia dos poderosos, fiquei desanimadíssima com o que encontrei em Portugal. A Igreja cheirava-me a mofo. Foi então que conheci a Manuela Silva…











