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Lousarte: preservar a memória e promover o património

[Mãos à Obra]

Lousarte: preservar a memória e promover o património

Lousa é uma aldeia situada 17 quilómetros a norte de Castelo Branco. Terra de Templários e berço do tenente-coronel Vasco Lourenço e do já falecido bispo António Marcelino. É também o meu berço de infância e o cenário das minhas férias adolescentes. O 7MARGENS esteve na aldeia para uma entrevista a vários membros da Lousarte – Associação Cultural e Etnográfica da Lousa, que publicamos quando se iniciam as festas em honra da padroeira, Nossa Senhora dos Altos Céus, que se encontra intrinsecamente ligada às suas danças.

Mãos à obra (8) – Lápis que escrevem histórias felizes

Mãos à obra (8) – Lápis que escrevem histórias felizes

Fomos novamente à Covilhã, desta vez pela mão de Rosa Carreira. Ita, como é conhecida, conta-nos como pequenos gestos gizados na colaboração e no envolvimento da comunidade podem construir solidariedade e escrever histórias de esperança. Por opção, as campanhas “Lápis Solidários” decorrem apenas nas pequenas mercearias e minimercados como forma de apoiar a economia local.

Mãos à obra (7) – Musas: do futebol à horta comunitária

Mãos à obra (7) – Musas: do futebol à horta comunitária

O Sport Musas e Benfica, conhecido popularmente por Musas, foi criado em 15 de março de 1944, em pleno salazarismo e no final do horror que foi a II Guerra Mundial. Reunia então uma parte da comunidade de jovens das zonas do Bonjardim, da Fontinha e do Leal, na cidade do Porto. A prática do desporto, sobretudo do futebol, era um meio de convívio, mas também uma forma de resistência à vida sombria da época.

Mãos à obra (6) – Ferraria de São João: Fazer acontecer

Mãos à obra (6) – Ferraria de São João: Fazer acontecer

Desta vez, pela mão de Ana Sofia Soeiro, fomos até à aldeia de Ferraria de São João, concelho de Penela. Inserida na rede de “Aldeias do Xisto”, com uma população residente de cerca de 50 pessoas, alguns adolescentes e crianças, as gentes da terra, com o apoio da Associação de Moradores, decidiram fazer acontecer. E agora, outras gentes em outros lugares, lhes seguem as pisadas. Assim se exerce a cidadania.

Mãos à obra (5) – Vizinhos de Aveiro: Cidadania ativa em prol da comunidade

Mãos à obra (5) – Vizinhos de Aveiro: Cidadania ativa em prol da comunidade

A sexta-feira 13 de março de 2020 foi um dia marcante. Na sequência do agravamento dos casos de covid19 em Portugal, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa decretou o estado de emergência e avisou que a pandemia podia ser grave e duradoura, exortando os portugueses a mobilizarem-se. Nesse mesmo dia, respondendo ao apelo, surgiram os Vizinhos de Aveiro (VA), um coletivo cívico de apoio à comunidade, sobretudo aos grupos de risco.

Mãos à obra (4) – Troca-a-Tod@s: Economia e solidariedade

Mãos à obra (4) – Troca-a-Tod@s: Economia e solidariedade

 Da Covilhã, Graça Rojão, dirigente da Cooperativa CooLabora, conta-nos sobre o projeto Troca-a-Tod@s e o quanto este tipo de iniciativas são localmente importantes na construção de redes solidárias e de dinamização da economia local. Sobretudo em tempos de crise como o que agora vivemos.

Mãos à obra (3) – Sopa Para Todos: Combater a fome e apoiar a restauração

Mãos à obra (3) – Sopa Para Todos: Combater a fome e apoiar a restauração

Dia 2 de fevereiro, na zona de Benfica (Lisboa) Ana viu um senhor a pedir uma sopa para comer. Após várias recusas, uma senhora acabou por lhe pagar uma sopa num café que estava mesmo ali ao lado. “O que me motivou a criar o grupo do Facebook foi a procura de uma solução que respondesse e simplificasse a situação a que tinha assistido nesse dia de manhã. Como não encontrei uma aplicação ou um projeto a nível nacional que respondesse ao que tinha imaginado, acabei por sentir necessidade de o criar, dando assim apoio a quem mais precisa de bens alimentares e, ao mesmo tempo, ajudando a restauração, conta ela ao 7MARGENS.

Mãos à obra (2) – Cidadania Lab: Laboratório cidadão de aprendizagem coletiva

Mãos à obra (2) – Cidadania Lab: Laboratório cidadão de aprendizagem coletiva

Aveiro tem sido um terreno fértil para a cidadania, muito por culpa de uma rede densa e ativa de cidadãos próximos do tecido associativo, empresarial e da universidade, sem esquecer a adesão crescente das instituições locais a estas novas práticas, sobretudo as IPSS. Os projetos de cidadania sucedem-se ao longo dos anos [Vivacidade (2015), Vivobairro (2016), Aveiro Soup (2017), Lab Cívico de Santiago (2019) e, ultimamente, os Vizinhos de Aveiro (2020) e o Cidadania Lab (2021)] com linhas de continuidade, seja pelas pessoas envolvidas, seja pelas causas que as motivam.

Lousarte: preservar a memória e promover o património

[Mãos à Obra]

Lousarte: preservar a memória e promover o património

Lousa é uma aldeia situada 17 quilómetros a norte de Castelo Branco. Terra de Templários e berço do tenente-coronel Vasco Lourenço e do já falecido bispo António Marcelino. É também o meu berço de infância e o cenário das minhas férias adolescentes. O 7MARGENS esteve na aldeia para uma entrevista a vários membros da Lousarte – Associação Cultural e Etnográfica da Lousa, que publicamos quando se iniciam as festas em honra da padroeira, Nossa Senhora dos Altos Céus, que se encontra intrinsecamente ligada às suas danças.

Mãos à obra (8) – Lápis que escrevem histórias felizes

Mãos à obra (8) – Lápis que escrevem histórias felizes

Fomos novamente à Covilhã, desta vez pela mão de Rosa Carreira. Ita, como é conhecida, conta-nos como pequenos gestos gizados na colaboração e no envolvimento da comunidade podem construir solidariedade e escrever histórias de esperança. Por opção, as campanhas “Lápis Solidários” decorrem apenas nas pequenas mercearias e minimercados como forma de apoiar a economia local.

Mãos à obra (7) – Musas: do futebol à horta comunitária

Mãos à obra (7) – Musas: do futebol à horta comunitária

O Sport Musas e Benfica, conhecido popularmente por Musas, foi criado em 15 de março de 1944, em pleno salazarismo e no final do horror que foi a II Guerra Mundial. Reunia então uma parte da comunidade de jovens das zonas do Bonjardim, da Fontinha e do Leal, na cidade do Porto. A prática do desporto, sobretudo do futebol, era um meio de convívio, mas também uma forma de resistência à vida sombria da época.

Mãos à obra (6) – Ferraria de São João: Fazer acontecer

Mãos à obra (6) – Ferraria de São João: Fazer acontecer

Desta vez, pela mão de Ana Sofia Soeiro, fomos até à aldeia de Ferraria de São João, concelho de Penela. Inserida na rede de “Aldeias do Xisto”, com uma população residente de cerca de 50 pessoas, alguns adolescentes e crianças, as gentes da terra, com o apoio da Associação de Moradores, decidiram fazer acontecer. E agora, outras gentes em outros lugares, lhes seguem as pisadas. Assim se exerce a cidadania.

Mãos à obra (5) – Vizinhos de Aveiro: Cidadania ativa em prol da comunidade

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A sexta-feira 13 de março de 2020 foi um dia marcante. Na sequência do agravamento dos casos de covid19 em Portugal, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa decretou o estado de emergência e avisou que a pandemia podia ser grave e duradoura, exortando os portugueses a mobilizarem-se. Nesse mesmo dia, respondendo ao apelo, surgiram os Vizinhos de Aveiro (VA), um coletivo cívico de apoio à comunidade, sobretudo aos grupos de risco.

Mãos à obra (4) – Troca-a-Tod@s: Economia e solidariedade

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 Da Covilhã, Graça Rojão, dirigente da Cooperativa CooLabora, conta-nos sobre o projeto Troca-a-Tod@s e o quanto este tipo de iniciativas são localmente importantes na construção de redes solidárias e de dinamização da economia local. Sobretudo em tempos de crise como o que agora vivemos.

Mãos à obra (3) – Sopa Para Todos: Combater a fome e apoiar a restauração

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Dia 2 de fevereiro, na zona de Benfica (Lisboa) Ana viu um senhor a pedir uma sopa para comer. Após várias recusas, uma senhora acabou por lhe pagar uma sopa num café que estava mesmo ali ao lado. “O que me motivou a criar o grupo do Facebook foi a procura de uma solução que respondesse e simplificasse a situação a que tinha assistido nesse dia de manhã. Como não encontrei uma aplicação ou um projeto a nível nacional que respondesse ao que tinha imaginado, acabei por sentir necessidade de o criar, dando assim apoio a quem mais precisa de bens alimentares e, ao mesmo tempo, ajudando a restauração, conta ela ao 7MARGENS.

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Aveiro tem sido um terreno fértil para a cidadania, muito por culpa de uma rede densa e ativa de cidadãos próximos do tecido associativo, empresarial e da universidade, sem esquecer a adesão crescente das instituições locais a estas novas práticas, sobretudo as IPSS. Os projetos de cidadania sucedem-se ao longo dos anos [Vivacidade (2015), Vivobairro (2016), Aveiro Soup (2017), Lab Cívico de Santiago (2019) e, ultimamente, os Vizinhos de Aveiro (2020) e o Cidadania Lab (2021)] com linhas de continuidade, seja pelas pessoas envolvidas, seja pelas causas que as motivam.

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