AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

“m” de medo, e da mentira que gera medo

[Dicionário particular]

“m” de medo, e da mentira que gera medo

O MEDO é uma reação natural quando sentimos uma ameaça ou perigo, seja real ou da nossa imaginação. O medo ajuda-nos a protegermo-nos, alerta-nos para evitar situações que nos possam prejudicar. É uma resposta do nosso corpo para que nos mantenhamos seguros, no entanto, em certas circunstâncias, pode ser exagerado, desnecessário ou (des)propositado. [Texto de Júlia Costa].

A instrumentalização do ódio

A instrumentalização do ódio

Há mais ódio hoje do que outrora? Uns dirão que sim; outros, que não. Na comparação entre antes e agora, as respostas variarão muito em função de múltiplos factores, como o lugar onde se vive, o ordenado que se recebe, a idade que se tem, a ideologia que se professa.

Apareci nas notícias!

Apareci nas notícias!

14 de dezembro de 2021. Apareci nas notícias: sou um dos 3591 novos casos de infeção por covid-19. Bem tentei, mas não consegui: cancelei jantares grandes, privilegiei estar só com a minha família e amigos mais próximos, evitei ambientes com demasiadas pessoas, reforcei a máscara, andei menos de transportes públicos, cumpri todas as regras e recomendações e, mesmo assim, o vírus entrou cá em casa.

Confinar o medo?

Confinar o medo?

Todos sentimos o impacto da pandemia, seja por conhecermos alguma vítima ou algum familiar ter sido afetado, por termos ouvido dezenas de reportagens nos media sobre a crise económica ou até por, mais de um ano depois, ainda detestarmos as máscaras. Após quase dois anos de distanciamento, continua o receio de estar perto do outro, a tentação de evitar um café com alguém porque “não tem cuidado nenhum”, de nos afastarmos porque temos receio de levar o vírus para dentro das nossas casas.

Alma mutilada

Alma mutilada

Samuel caminhava dançante num jogo de toca e foge com a suave rebentação da extensa e espelhada beira-mar de Keri Beach. Entusiasmado com a chegada à nova cidade, discursava e gesticulava comparações entre as imensas praias por onde passara. O fiel Odara escutava-o ao longe, absorto no encantamento da devoradora paisagem. Caminhava a passos curtos e lentos, sentindo atentamente a incomum textura da areia que se lhe entranhava nos dedos dos pés a cada novo pisar

Deus está infinitamente para além do medo

Deus está infinitamente para além do medo

Acreditar em Deus será necessariamente viver no medo do imprevisível? Só se crermos num deus caprichoso, que ora nos dá graças, ora nos dá dores, independentemente do que façamos, como a Job. É verdade que a desgraça se pode abater sobre qualquer um. Alguns defendem, porém, que dispensar Deus ou deuses e limitar-se a um estrito naturalismo nos isenta de medos supersticiosos, como já a escola filosófica epicurista defendia. É que a natureza não tem caprichos nem humores…

Por que estais com tanto medo, homens de pouca fé?

Por que estais com tanto medo, homens de pouca fé?

O crescimento pessoal e da humanidade não se dão numa linha contínua, mas costumam acontecer abruptamente, com “saltos” que nos levam para o nível seguinte: verifica-se nas eras da história humana e acontece na vida de cada um de nós. Cada uma dessas etapas é normalmente precedida por crises, sofrimentos e, não raramente, confrontos decisivos. São os tempos dos labirintos e das escolhas difíceis – porque sabemos que, no que quer que escolhamos, outros caminhos ficam para trás.

Ir ao restaurante – direito a escolher

Ir ao restaurante – direito a escolher

Quem escreve com regularidade procura estar atento ao mundo que o rodeia nas diversas áreas que o integram. Umas vezes, os estímulos são mais elaborados e menos acessíveis aos comuns mortais, que somos todos. Outras, são as simples ideias trocadas, em momentos mais ou menos frequentes, e que, sobretudo, saem espontâneas e próximas da banalidade. As que emanam do coração e, sem filtro, se deixam partilhar, não medindo consequências nem impactos.

“m” de medo, e da mentira que gera medo

[Dicionário particular]

“m” de medo, e da mentira que gera medo

O MEDO é uma reação natural quando sentimos uma ameaça ou perigo, seja real ou da nossa imaginação. O medo ajuda-nos a protegermo-nos, alerta-nos para evitar situações que nos possam prejudicar. É uma resposta do nosso corpo para que nos mantenhamos seguros, no entanto, em certas circunstâncias, pode ser exagerado, desnecessário ou (des)propositado. [Texto de Júlia Costa].

A instrumentalização do ódio

A instrumentalização do ódio

Há mais ódio hoje do que outrora? Uns dirão que sim; outros, que não. Na comparação entre antes e agora, as respostas variarão muito em função de múltiplos factores, como o lugar onde se vive, o ordenado que se recebe, a idade que se tem, a ideologia que se professa.

Apareci nas notícias!

Apareci nas notícias!

14 de dezembro de 2021. Apareci nas notícias: sou um dos 3591 novos casos de infeção por covid-19. Bem tentei, mas não consegui: cancelei jantares grandes, privilegiei estar só com a minha família e amigos mais próximos, evitei ambientes com demasiadas pessoas, reforcei a máscara, andei menos de transportes públicos, cumpri todas as regras e recomendações e, mesmo assim, o vírus entrou cá em casa.

Confinar o medo?

Confinar o medo?

Todos sentimos o impacto da pandemia, seja por conhecermos alguma vítima ou algum familiar ter sido afetado, por termos ouvido dezenas de reportagens nos media sobre a crise económica ou até por, mais de um ano depois, ainda detestarmos as máscaras. Após quase dois anos de distanciamento, continua o receio de estar perto do outro, a tentação de evitar um café com alguém porque “não tem cuidado nenhum”, de nos afastarmos porque temos receio de levar o vírus para dentro das nossas casas.

Alma mutilada

Alma mutilada

Samuel caminhava dançante num jogo de toca e foge com a suave rebentação da extensa e espelhada beira-mar de Keri Beach. Entusiasmado com a chegada à nova cidade, discursava e gesticulava comparações entre as imensas praias por onde passara. O fiel Odara escutava-o ao longe, absorto no encantamento da devoradora paisagem. Caminhava a passos curtos e lentos, sentindo atentamente a incomum textura da areia que se lhe entranhava nos dedos dos pés a cada novo pisar

Deus está infinitamente para além do medo

Deus está infinitamente para além do medo

Acreditar em Deus será necessariamente viver no medo do imprevisível? Só se crermos num deus caprichoso, que ora nos dá graças, ora nos dá dores, independentemente do que façamos, como a Job. É verdade que a desgraça se pode abater sobre qualquer um. Alguns defendem, porém, que dispensar Deus ou deuses e limitar-se a um estrito naturalismo nos isenta de medos supersticiosos, como já a escola filosófica epicurista defendia. É que a natureza não tem caprichos nem humores…

Por que estais com tanto medo, homens de pouca fé?

Por que estais com tanto medo, homens de pouca fé?

O crescimento pessoal e da humanidade não se dão numa linha contínua, mas costumam acontecer abruptamente, com “saltos” que nos levam para o nível seguinte: verifica-se nas eras da história humana e acontece na vida de cada um de nós. Cada uma dessas etapas é normalmente precedida por crises, sofrimentos e, não raramente, confrontos decisivos. São os tempos dos labirintos e das escolhas difíceis – porque sabemos que, no que quer que escolhamos, outros caminhos ficam para trás.

Ir ao restaurante – direito a escolher

Ir ao restaurante – direito a escolher

Quem escreve com regularidade procura estar atento ao mundo que o rodeia nas diversas áreas que o integram. Umas vezes, os estímulos são mais elaborados e menos acessíveis aos comuns mortais, que somos todos. Outras, são as simples ideias trocadas, em momentos mais ou menos frequentes, e que, sobretudo, saem espontâneas e próximas da banalidade. As que emanam do coração e, sem filtro, se deixam partilhar, não medindo consequências nem impactos.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

“Depressa passas de bestial a besta”

[Lugar (in)comum]

“Depressa passas de bestial a besta” novidade

“Na era dos ecrãs e da comunicação imediata, construímos expectativas irrealistas, esperando infalibilidade de quem está sob o holofote. Chega a ser irónica a facilidade com que se eleva alguém a um estatuto quase divino para em seguida lhe ser exigido um comportamento humanamente irrepreensível.” [Texto de Júlia Costa]

A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber

[Entre Margens]

A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber novidade

Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência novidade

A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest