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Sobre as mulheres diáconos, a Igreja Católica tem de recordar a sua própria história

Sobre as mulheres diáconos, a Igreja Católica tem de recordar a sua própria história

Winston Churchill disse a famosa frase: “Aqueles que esquecem a história estão condenados a repeti-la.” Se a Igreja Católica se esquece da história, está simplesmente condenada. O Papa Francisco publicou recentemente uma carta “Sobre a renovação do estudo da história da Igreja”. Não importa: O próprio Francisco parece ter esquecido a história das mulheres ordenadas diáconos. [Texto de Phyllis Zagano].

Sônia Gomes: “No próximo sínodo, tem de haver mais mulheres”

Representante dos leigos brasileiros ao 7MARGENS

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É presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB), assistente social de profissão e integrou o grupo de dez “não-bispos” escolhidos para representar a América Latina no último sínodo. Em entrevista ao 7MARGENS, Sônia Gomes de Oliveira diz ter-se sentido numa espécie de “laboratório”, no qual fez reverberar as vozes dos mais pobres e de onde saiu com ainda mais esperança do que entrou.

“Queremos ser parte de uma Igreja nova”, garante bispo José Ornelas

Presidente da CEP ao 7MARGENS

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Com as palavras da homilia do Papa ainda a ressoar no coração, o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), José Ornelas, saiu da Basílica de São Pedro após a missa de encerramento do Sínodo sobre a Sinodalidade, neste domingo, e fez o contrário da maioria dos participantes: em lugar de ir para o alojamento preparar as malas para regressar a casa, o bispo de Leiria-Fátima misturou-se com a multidão de fiéis que, lá fora, aguardavam para ver Francisco surgir à janela do apartamento pontifício e rezar a oração do Angelus. E enquanto também ele esperava para escutar uma última vez o Papa, assegurou ao 7MARGENS: “Queremos ser parte de uma Igreja nova. Uma Igreja que não se feche em si própria e nos seus problemas, mas que vá ao encontro da sociedade e deste mundo em transformação, sem medo”.

Acabou o Sínodo, acabou a Igreja Universal… e o papel das mulheres permanece em aberto

Documento final aprovado com divergências

Acabou o Sínodo, acabou a Igreja Universal… e o papel das mulheres permanece em aberto

Foram três anos para chegar a um texto de 52 páginas, com 155 parágrafos, todos eles aprovados por mais de dois terços da assembleia, mas nem todos consensuais. O documento final do Sínodo sobre a Sinodalidade foi votado ao longo da manhã e tarde deste sábado, 26 de outubro, e divulgado aos jornalistas ao início da noite. Uma hora de conferência de imprensa não foi suficiente para que todos colocassem as suas perguntas, mas muitas delas prendiam-se com a mesma dúvida: o que se concluiu, afinal, em relação ao papel da mulher? A resposta revelou-se difícil, talvez devido àquela que foi outra das grandes conclusões deste Sínodo: deixou de existir uma Igreja Universal.

Cardeal Ambongo mostra abertura ao diaconado feminino

Voz dos bispos africanos

Cardeal Ambongo mostra abertura ao diaconado feminino

O cardeal Fridolin Ambongo, que é o presidente do Simpósio das Conferências Episcopais de África e Madagáscar (SECAM), manifestou abertura relativamente à perspetiva do diaconado assumido por mulheres. O purpurado falava nesta terça-feira, 22 de outubro, no encontro com os jornalistas, na sala de Imprensa do Vaticano, no âmbito do Sínodo sobre a Sinodalidade, que se encontra na reta final da sua atual fase.

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