Pedro Abrunhosa levou um pedido do Papa Francisco muito a sério, até porque, apesar de agnóstico, se considera “profundamente cristão” e defende que “ver Deus no mais pobre deve ser uma prática diária”. Um Deus em quem não acredita “ainda”, mas com quem dialoga. O álbum Inverbo – e esta entrevista – são a prova disso mesmo.












