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” No verão sou jardineira “

[Nas margens da filosofia (LXXVII)]

” No verão sou jardineira “

Há anos que a nossa família tem por hábito passar o mês de Agosto numa casa de praia – no início, pais e filhos, depois acrescentaram-se os netos e, já há alguns anos, os   bisnetos. É uma altura animada, por vezes mesmo agitada devido à diferença de hábitos, de horários e de mentalidades. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

“Uma beleza que nos salva”

[Nas margens da filosofia (LXXVI)]

“Uma beleza que nos salva”

Nos valores que a filosofia platónica nos legou, a bondade e a beleza identificam-se e ocupam um lugar de destaque, o que nem sempre acontece nos pensadores que se lhes seguiram. De facto, a ética e a estética constituíram-se enquanto domínios próprios, elegendo os seus valores que por vezes se cruzam, mas que são autónomos na apresentação que deles têm feito os diferentes filósofos. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Tempos de espera – o relato de um caso

[Nas margens da filosofia (LXXIII)]

Tempos de espera – o relato de um caso

Este meu texto não tem como objectivo elogiar as fugas dos serviços de urgência, mas apenas alertar os mesmos para a necessidade de se ir informando os doentes quando a espera é muito longa, o que facilmente poderá ser feito no quadro electrónico onde se registam as chamadas. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira]

Deriva a partir da carta encíclica “Dilexit Nos”

[Nas margens da filosofia (LXXII)]

Deriva a partir da carta encíclica “Dilexit Nos”

A encíclica Dilexit Nos tem como subtítulo “Sobre o amor humano e divino do Coração de Jesus.” Confesso que tinha o livro no meu monte de obras para ler, uma tarefa que fui afastando durante algum tempo. Sou pouco atreita a devoções particulares e o título não me era particularmente apelativo. [Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira].

A propósito da arrogância de alguns cronistas

[Nas margens da filosofia (LXX)]

A propósito da arrogância de alguns cronistas

Sou leitora atenta de jornais (semanais e diários) que geralmente leio de uma ponta a outra, dando um particular relevo às crónicas pois de um modo geral são uma escrita variada, interessante, informativa e mais solta do que os habituais artigos e notícias. Como por vezes aparece uma foto a identificar os seus autores ou autoras é possível reconhecê-los se por caso nos cruzamos na rua com eles (ou com elas). [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Filosofar é aprender a viver

[Nas margens da filosofia (LXVIII)]

Filosofar é aprender a viver

Na sequência do meu último texto no 7 margens, no qual recorri à tese de  Karl Jaspers, para quem filosofar é estar a caminho, lembro uma posição aparentemente contrária, defendida por Montaigne, um filósofo francês do século XVII, para quem “Filosofar é aprender a morrer.” [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

” No verão sou jardineira “

[Nas margens da filosofia (LXXVII)]

” No verão sou jardineira “

Há anos que a nossa família tem por hábito passar o mês de Agosto numa casa de praia – no início, pais e filhos, depois acrescentaram-se os netos e, já há alguns anos, os   bisnetos. É uma altura animada, por vezes mesmo agitada devido à diferença de hábitos, de horários e de mentalidades. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

“Uma beleza que nos salva”

[Nas margens da filosofia (LXXVI)]

“Uma beleza que nos salva”

Nos valores que a filosofia platónica nos legou, a bondade e a beleza identificam-se e ocupam um lugar de destaque, o que nem sempre acontece nos pensadores que se lhes seguiram. De facto, a ética e a estética constituíram-se enquanto domínios próprios, elegendo os seus valores que por vezes se cruzam, mas que são autónomos na apresentação que deles têm feito os diferentes filósofos. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Tempos de espera – o relato de um caso

[Nas margens da filosofia (LXXIII)]

Tempos de espera – o relato de um caso

Este meu texto não tem como objectivo elogiar as fugas dos serviços de urgência, mas apenas alertar os mesmos para a necessidade de se ir informando os doentes quando a espera é muito longa, o que facilmente poderá ser feito no quadro electrónico onde se registam as chamadas. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira]

Deriva a partir da carta encíclica “Dilexit Nos”

[Nas margens da filosofia (LXXII)]

Deriva a partir da carta encíclica “Dilexit Nos”

A encíclica Dilexit Nos tem como subtítulo “Sobre o amor humano e divino do Coração de Jesus.” Confesso que tinha o livro no meu monte de obras para ler, uma tarefa que fui afastando durante algum tempo. Sou pouco atreita a devoções particulares e o título não me era particularmente apelativo. [Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira].

A propósito da arrogância de alguns cronistas

[Nas margens da filosofia (LXX)]

A propósito da arrogância de alguns cronistas

Sou leitora atenta de jornais (semanais e diários) que geralmente leio de uma ponta a outra, dando um particular relevo às crónicas pois de um modo geral são uma escrita variada, interessante, informativa e mais solta do que os habituais artigos e notícias. Como por vezes aparece uma foto a identificar os seus autores ou autoras é possível reconhecê-los se por caso nos cruzamos na rua com eles (ou com elas). [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Filosofar é aprender a viver

[Nas margens da filosofia (LXVIII)]

Filosofar é aprender a viver

Na sequência do meu último texto no 7 margens, no qual recorri à tese de  Karl Jaspers, para quem filosofar é estar a caminho, lembro uma posição aparentemente contrária, defendida por Montaigne, um filósofo francês do século XVII, para quem “Filosofar é aprender a morrer.” [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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