No ano de 2020, na Igreja de Inglaterra (Comunhão Anglicana), das 591 pessoas recomendadas para a formação ao ministério ordenado e assumirem funções ministeriais a tempo inteiro, a maioria dos candidatos são do género feminino.
No ano de 2020, na Igreja de Inglaterra (Comunhão Anglicana), das 591 pessoas recomendadas para a formação ao ministério ordenado e assumirem funções ministeriais a tempo inteiro, a maioria dos candidatos são do género feminino.
Para conseguir promover o papel da mulher na Igreja o maior problema da Igreja Católica é o machismo, mas, com as actuais normas, já nada impede as mulheres de estarem em lugares de destaque no interior da comunidade eclesial, diz o presidente da Conferência Episcopal...
“Estou aberto a essa possibilidade”. É com estas palavras que o arcebispo de Luxemburgo, cardeal Jean-Claude Hollerich, que é também presidente da Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia, se pronuncia sobre uma possível aprovação do sacerdócio feminino, em entrevista.
O núncio de França convocou esta semana para uma reunião as sete “mulheres apóstolas” que no passado dia 22 de julho entregaram as suas candidaturas a cargos reservados aos homens na Igreja Católica. A primeira a ser contactada pelo representante do Papa, Celestino Migliore, foi a teóloga francesa Sylvaine Landrivon, que horas antes tinha recebido uma carta anónima com ameaças de morte.
Diácono, padre, bispo, núncio apostólico… todas estas funções essenciais na hierarquia da Igreja Católica estão reservadas aos homens, mas em França houve sete mulheres que decidiram desafiar as regras e candidatar-se a elas. Pertencem ao coletivo “Toutes Apôtres!” (“Todos Apóstolos!”, em português) e escolheram simbolicamente o dia de Santa Madalena, considerada a “13ª apóstola”, assinalado a 22 de julho, para entregar as suas candidaturas na nunciatura francesa, em Paris.
Durante o período de confinamento, viram-se privadas das missas, e isso só fez crescer nelas a convicção de que poderiam tê-las celebrado sem um padre: dez religiosas alemãs tornaram pública, esta quinta-feira, a sua reivindicação de poderem celebrar eucaristias, e estão cada vez mais acompanhadas nesta luta por um papel relevante da mulher dentro da Igreja Católica. Em França, vão-se somando os apoios à recente candidatura de Anne Soupa a bispa. Nos EUA, sugere-se que o Papa só está à espera que haja mais pressão nesse sentido por parte dos leigos. Na Alemanha, o famoso monge beneditino Anselm Grün assegura que é uma questão de tempo até que o sacerdócio feminino se torne realidade.
A participação das mulheres, divorciados e homossexuais na Igreja foi um dos principais temas em debate até agora no Caminho Sinodal da Alemanha e o presidente da Conferência Episcopal alemã, o bispo Georg Bätzing, deseja colocá-la à consideração na próxima assembleia do Sínodo dos Bispos convocada pelo Papa Francisco, que terá lugar em Roma, em 2022.
A teóloga e biblista francesa Anne Soupa anunciou esta semana na sua conta de Twitter que irá “candidatar-se” para suceder ao cardeal Barbarin como arcebispo de Lyon, num gesto inédito e provocatório que pretende reivindicar um papel mais relevante para as mulheres na Igreja Católica.
No ano de 2020, na Igreja de Inglaterra (Comunhão Anglicana), das 591 pessoas recomendadas para a formação ao ministério ordenado e assumirem funções ministeriais a tempo inteiro, a maioria dos candidatos são do género feminino.
Para conseguir promover o papel da mulher na Igreja o maior problema da Igreja Católica é o machismo, mas, com as actuais normas, já nada impede as mulheres de estarem em lugares de destaque no interior da comunidade eclesial, diz o presidente da Conferência Episcopal...
“Estou aberto a essa possibilidade”. É com estas palavras que o arcebispo de Luxemburgo, cardeal Jean-Claude Hollerich, que é também presidente da Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia, se pronuncia sobre uma possível aprovação do sacerdócio feminino, em entrevista.
O núncio de França convocou esta semana para uma reunião as sete “mulheres apóstolas” que no passado dia 22 de julho entregaram as suas candidaturas a cargos reservados aos homens na Igreja Católica. A primeira a ser contactada pelo representante do Papa, Celestino Migliore, foi a teóloga francesa Sylvaine Landrivon, que horas antes tinha recebido uma carta anónima com ameaças de morte.
Diácono, padre, bispo, núncio apostólico… todas estas funções essenciais na hierarquia da Igreja Católica estão reservadas aos homens, mas em França houve sete mulheres que decidiram desafiar as regras e candidatar-se a elas. Pertencem ao coletivo “Toutes Apôtres!” (“Todos Apóstolos!”, em português) e escolheram simbolicamente o dia de Santa Madalena, considerada a “13ª apóstola”, assinalado a 22 de julho, para entregar as suas candidaturas na nunciatura francesa, em Paris.
Durante o período de confinamento, viram-se privadas das missas, e isso só fez crescer nelas a convicção de que poderiam tê-las celebrado sem um padre: dez religiosas alemãs tornaram pública, esta quinta-feira, a sua reivindicação de poderem celebrar eucaristias, e estão cada vez mais acompanhadas nesta luta por um papel relevante da mulher dentro da Igreja Católica. Em França, vão-se somando os apoios à recente candidatura de Anne Soupa a bispa. Nos EUA, sugere-se que o Papa só está à espera que haja mais pressão nesse sentido por parte dos leigos. Na Alemanha, o famoso monge beneditino Anselm Grün assegura que é uma questão de tempo até que o sacerdócio feminino se torne realidade.
A participação das mulheres, divorciados e homossexuais na Igreja foi um dos principais temas em debate até agora no Caminho Sinodal da Alemanha e o presidente da Conferência Episcopal alemã, o bispo Georg Bätzing, deseja colocá-la à consideração na próxima assembleia do Sínodo dos Bispos convocada pelo Papa Francisco, que terá lugar em Roma, em 2022.
A teóloga e biblista francesa Anne Soupa anunciou esta semana na sua conta de Twitter que irá “candidatar-se” para suceder ao cardeal Barbarin como arcebispo de Lyon, num gesto inédito e provocatório que pretende reivindicar um papel mais relevante para as mulheres na Igreja Católica.
[Entre Margens]
Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur novidadeNão sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].
[Entre o quadro e o mundo (31)]
Como pode a escola construir pontes num mundo de muros? novidadeO novo episódio do podcast Entre o Quadro e o Mundo parte da metáfora da ponte para pensar o papel da escola num tempo marcado pela polarização, pelas diferenças culturais e geracionais e pela crescente presença da inteligência artificial.
Livro em cinco línguas
“Diário Privado do Papa Francisco” revelado em novembroEm italiano, francês, espanhol, inglês e português: é nestas cinco línguas, para 94 países, que será editado a 24 de novembro o diário do Papa Francisco, anotado pelo cardeal Víctor Manuel Fernández, pela Editora do Vaticano.
Testemunho
O hinduísmo do meu pai, Narana Coissoró, e as minhas raízesNarana Coissoró (3/10/1931-29/098/2026), antigo professor universitário e deputado do CDS, hindu, no Templo de Shree Mangesh (Goa, Índia). Foto do arquivo da família.
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