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Precisamos de nos ouvir (11) – Clara Lito: Abraçar a realidade

Precisamos de nos ouvir (11) – Clara Lito: Abraçar a realidade

Continuo a cruzar-me todos os dias com muitas pessoas; no bairro onde vamos, um bairro de intervenção prioritária, continuamos a poder ter atividades com as crianças. E vivo em comunidade, por isso, quando chego a casa não estou sozinha, como tantos outros… Sim, não estou confinada, não me sinto angustiada… sou uma privilegiada!

Assembleia do Conselho Mundial irá debater papel das Igrejas em tempo de pandemia

Assembleia do Conselho Mundial irá debater papel das Igrejas em tempo de pandemia

“As igrejas necessitam agora encontrar juntas, num movimento ecuménico renovado pelo bem do mundo, uma voz mais pública para falar de uma esperança (…) que leve a construir um mundo melhor que o mundo tão profundamente modelado pelo materialismo, o individualismo e o consumismo, um mundo onde se repartam os recursos, se abordem as desigualdades e se estabeleça uma nova dignidade entre nós e connosco.”

Segunda Leitura – À espera para dar

Segunda Leitura – À espera para dar

“Houve quem esperasse cinco horas.” Cinco horas? Cinco horas?… É obra. O motivo devia ser forte, a oportunidade interessante, apelativa. Ou então a necessidade muita. Cinco horas à espera, é preciso ter paciência.

Que memórias guardamos da pandemia?

Que memórias guardamos da pandemia?

Ao pensar nas memórias desta pandemia o que me vem à ideia em primeiro lugar é a ausência – ausência de gente pois estarmos circunscritos ao núcleo reduzido dos familiares mais próximos; ausência do toque e do abraço, que devemos conter por razões profiláticas; ausência de amigos de carne e osso, gente com quem possamos conversar cara a cara ou em grupo sem necessidade de recorrer às redes sociais para falar do que sentimos, do modo como nos pesa a solidão, das alegrias e dos desgostos, partilhando as pequenas desgraças e felicidades do dia a dia.

Precisamos de nos ouvir (9) – Sara Jona Laísse: Em tudo, os nossos rituais…

Precisamos de nos ouvir (9) – Sara Jona Laísse: Em tudo, os nossos rituais…

Apetece-me sair pelas ruas e gritar: usem máscaras, a uns; sejam mais humanos, às entidades patronais que ignoram as normas impostas contra a covid-19; sejam gente, a todos os que se aproveitam de regras impostas, para não cumprirem com o que devem, nos seus locais de trabalho; chega de mortes, ao universo, que continua a conspirar em nosso desfavor.

Precisamos de nos ouvir (8) – Isaac Assor: Manter a esperança

Precisamos de nos ouvir (8) – Isaac Assor: Manter a esperança

Estes duros meses, quase um ano, em que vivemos com a pandemia causada pela covid-19, têm-me levado a refletir sobre tantos e tantos assuntos, temas, coisas… Há algo que tenho tanta vontade de dizer e repetir em público: não percam a esperança – iremos vencer e ultrapassar esta crise pandémica!

Precisamos de nos ouvir (11) – Clara Lito: Abraçar a realidade

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Continuo a cruzar-me todos os dias com muitas pessoas; no bairro onde vamos, um bairro de intervenção prioritária, continuamos a poder ter atividades com as crianças. E vivo em comunidade, por isso, quando chego a casa não estou sozinha, como tantos outros… Sim, não estou confinada, não me sinto angustiada… sou uma privilegiada!

Assembleia do Conselho Mundial irá debater papel das Igrejas em tempo de pandemia

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“As igrejas necessitam agora encontrar juntas, num movimento ecuménico renovado pelo bem do mundo, uma voz mais pública para falar de uma esperança (…) que leve a construir um mundo melhor que o mundo tão profundamente modelado pelo materialismo, o individualismo e o consumismo, um mundo onde se repartam os recursos, se abordem as desigualdades e se estabeleça uma nova dignidade entre nós e connosco.”

Segunda Leitura – À espera para dar

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Perseu declara-se vítima

Testemunho

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Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

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O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

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