Hoje como ontem, em muitas latitudes, há guerras escandalosas e guerras que suscitam a indiferença da comunidade internacional. É preciso, como sempre, vozes que ajudem a construir uma paz global. O mundo, a Europa e Portugal têm problemas cuja resolução tarda: “A paz, o pão, habitação, saúde, educação”. Mas o Natal é portador de um convite cuja antítese é a resignação.
Talvez possamos, por isso, continuar a desejar Bom Natal e Feliz Ano Novo.












