A “diplomacia da paz” relativamente à guerra na Ucrânia dá (ainda débeis) sinais de vida. O Papa lançou o apelo aos líderes dos dois países, em 2 de outubro. Na plataforma de encontros que foi a assembleia internacional e inter-religiosa da Comunidade de Santo Egídio, sob o lema “O grito da paz”, no início desta semana, multiplicaram-se os encontros bilaterais. O presidente Macron pediu a Francisco que tomasse a iniciativa de contactos com Biden, Putin e o patriarca Cirilo. Este parece pouco preocupado com a paz. A Rússia diz que sim. A Ucrânia ainda não se pronunciou. Nada de consistente. Mas “o caminho faz-se caminhando”.












