“De regresso a casa, sentado na carruagem 6 do Alfa, volto a ver da janela algo a ficar para trás. Esta aventura (a física) vai ficando cada vez mais distante geograficamente. É tempo, agora, de nos fazermos ao Caminho, fazendo-nos caminho, nas coordenadas do quotidiano.” — sétimo e último dia do Diário de Caminho de Cláudio Louro.












