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Injustiça social: “ukati, ovaxini vangahona vasati?”*

Injustiça social: “ukati, ovaxini vangahona vasati?”*

Marleen faz referência a uma injustiça social. Ao facto de se colocar “por cima dos ombros da mulher” a responsabilidade pelo casamento e pela família. Devo referir que, tradicionalmente, no Sul de Moçambique, o casamento de um homem e de uma mulher, na maior parte das vezes, é um compromisso entre as famílias dos dois. O que Marleen refere na música é que a família de uma determinada esposa se sente orgulhosa, pelo facto de a filha se ter casado.

Teocracia? Não, obrigado!

Teocracia? Não, obrigado!

Ainda estamos a tempo de aprender que nenhuma teocracia é melhor do que a outra. Não importa se é islâmica, judaica, cristã ou outra qualquer. Definitivamente, não.

Chamas, fuligem, humanidade

Chamas, fuligem, humanidade

Fito as imagens das igrejas queimadas no Chile e recordo. Trago de novo ao coração lembranças dolorosas: a iconoclastia que irrompeu em tantos momentos do devir humano; o saque de igrejas em demasiadas épocas da História, levado a cabo até por “paladinos” da cristandade que de cristãos pouco tinham…

Teocracia? Não, obrigado!

Crentes sem religião, à procura de Deus

Na abordagem ao fenómeno religioso há que respeitar toda a gente, os crentes de qualquer religião ou sistema filosófico, os agnósticos e os ateus. Mas a complexificação da vida contemporânea está a levantar novas categorias até hoje desconhecidas. É o caso dos crentes sem religião.

Injustiça social: “ukati, ovaxini vangahona vasati?”*

Injustiça social: “ukati, ovaxini vangahona vasati?”*

Marleen faz referência a uma injustiça social. Ao facto de se colocar “por cima dos ombros da mulher” a responsabilidade pelo casamento e pela família. Devo referir que, tradicionalmente, no Sul de Moçambique, o casamento de um homem e de uma mulher, na maior parte das vezes, é um compromisso entre as famílias dos dois. O que Marleen refere na música é que a família de uma determinada esposa se sente orgulhosa, pelo facto de a filha se ter casado.

Teocracia? Não, obrigado!

Teocracia? Não, obrigado!

Ainda estamos a tempo de aprender que nenhuma teocracia é melhor do que a outra. Não importa se é islâmica, judaica, cristã ou outra qualquer. Definitivamente, não.

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Fito as imagens das igrejas queimadas no Chile e recordo. Trago de novo ao coração lembranças dolorosas: a iconoclastia que irrompeu em tantos momentos do devir humano; o saque de igrejas em demasiadas épocas da História, levado a cabo até por “paladinos” da cristandade que de cristãos pouco tinham…

Teocracia? Não, obrigado!

Crentes sem religião, à procura de Deus

Na abordagem ao fenómeno religioso há que respeitar toda a gente, os crentes de qualquer religião ou sistema filosófico, os agnósticos e os ateus. Mas a complexificação da vida contemporânea está a levantar novas categorias até hoje desconhecidas. É o caso dos crentes sem religião.

Últimas Notícias

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Identidade e missão do professor de EMRC na escola

Ensaio

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A identidade e a missão do professor de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) na escola pode ser vista sob múltiplos pontos de vista; porém, desejo fazê-lo a partir de três palavras ou pilares que considero substanciais. Estruturo esta reflexão a partir do “habitar-se”, do “habitar com” e do “habitar o ainda não”. [Texto de Adriano Batista, intervenção no Simpósio sobre a Educação e Escola em Portugal].

As cápsulas

[Sete Partidas]

As cápsulas

No radio do carro tocava um CD da Rosalía e comecei a pensar no que já me disseram sobre o meu carro, pequeno e velho, dito em várias variações. Não levo a mal. É verdade, mas tem tudo o que preciso. Abrigo do sol, do frio, da chuva e da neve. Confiável. Riscado e muitas vezes sujo por fora, mas por dentro limpo e arrumado. Um pouco na ordem como valorizo as coisas na vida. Menos ostentação, mais conteúdo. [Texto de Inês Patrício, Berlim].

Perseu declara-se vítima

Testemunho

Perseu declara-se vítima

Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

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