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Taxa de abandono da religião na Ásia Oriental é das mais altas do mundo, mas “espiritualidade” e “rituais tradicionais” mantêm-se

Estudo revela

Taxa de abandono da religião na Ásia Oriental é das mais altas do mundo, mas “espiritualidade” e “rituais tradicionais” mantêm-se

A taxa de abandono da religião na Ásia Oriental está entre as mais altas do mundo, com metade dos adultos em Hong Kong e na Coreia do Sul a afirmar que trocaram a religião em que foram educados por outra ou a já não se identificar com nenhuma. Mas, ao mesmo tempo, muitos deles continuam a acreditar em Deus ou noutros seres invisíveis e a recorrer aos rituais espirituais transmitidos pelos seus pais e avós.

Americanos afastam-se das religiões estabelecidas, mas acreditam na existência da alma

Sondagem

Americanos afastam-se das religiões estabelecidas, mas acreditam na existência da alma

Quatro em cada cinco americanos adultos acreditam que as pessoas têm uma alma ou espírito além do corpo físico, revela uma sondagem publicada no dia 7 de dezembro pelo Pew Research Center. O centro de investigação sublinha que “apesar de nas últimas décadas a população residente nos EUA ter vindo a identificar-se cada vez menos com uma religião estabelecida, a crença num reino espiritual além deste mundo continua a ser generalizada”.

Guerras de irmãos

Guerras de irmãos

Como o protagonista cinematográfico que torna inofensivo o engenho explosivo que tem perante si, Jonathan Sacks lê os textos bíblicos mais desabridos, particularmente aqueles que se centram na rivalidade fraterna (Caim e Abel, Isaac e Ismael, Jacob e Esaú, Lia e Raquel, José e os seus irmãos), interpretando-os de modo a extirpar-lhes o ressentimento e o ódio que suscitaram a animosidade entre judeus, cristãos e muçulmanos e a exemplificar como da hostilidade se pode evoluir até à reconciliação.

“A religião está intimamente ligada ao centro da identidade da pessoa”

Heiner Bielefeldt, ex-relator da ONU para a Liberdade Religiosa

“A religião está intimamente ligada ao centro da identidade da pessoa”

“A liberdade religiosa pode abrir espaço também em benefício das questões de género. As leis matrimoniais estão intimamente relacionadas com as questões de género”, diz Heiner Bielefeldt, ex-relator da ONU para a Liberdade Religiosa. Nesta entrevista, também afirma que “a religião está intimamente ligada ao núcleo central da identidade da pessoa”. 

“O mundo tem de saber”: mais de metade da população vive em países onde há perseguição religiosa

Relatório da Fundação AIS

“O mundo tem de saber”: mais de metade da população vive em países onde há perseguição religiosa

Em 28 países do mundo, que albergam 4,03 mil milhões de pessoas, existe perseguição religiosa. Ou seja, 51,6% da população do planeta está sujeita a ser perseguida pelo seu próprio Governo, ou assassinada, devido à religião que professa, muitas vezes com pouca ou nenhuma reação da comunidade internacional. A denúncia é feita pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), no relatório bi-anual sobre a “Liberdade Religiosa no Mundo”, lançado esta quinta-feira, 22 de junho.

“Está quase tudo por fazer ao nível do estudo das religiões em Portugal”

Colóquio reúne investigadores em Lisboa

“Está quase tudo por fazer ao nível do estudo das religiões em Portugal”

A forma como a espiritualidade e a religiosidade têm sido vividas em Portugal é “um mundo” e a maior parte desse mundo está ainda por descobrir. Quem o diz é Marina Pignatelli, professora e investigadora na área da Antropologia das Religiões e uma das organizadoras do Colóquio ReliMM – A Religião nas Múltiplas Modernidades, que esta quinta e sexta-feira, 22 e 23 de junho, irá reunir em Lisboa alguns dos (poucos) que se dedicam a estudar estas áreas no nosso país.

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Sondagem

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

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No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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