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“Sangue da vovó”: violência psicológica ou ser e não ser?

[Moçambique, margem Sul]

“Sangue da vovó”: violência psicológica ou ser e não ser?

Sangue da Vovó, uma produção da EKSPI e da Mozentretem, é título de uma longa-metragem moçambicana, dirigida por Gabriel Mondlane. O roteiro e a realização são co-criação desse director, com o escritor Mia Couto. Trata-se de uma adaptação literária para cinema do conto intitulado “Sangue da avó manchando a alcatifa”, do livro Cronicando, da autoria do mencionado escritor. O contexto representado é Moçambique. [Texto de Sara Laísse].

Lugar de honra, acolher Jesus e Hatoa: viver com gratidão, verdade e audácia

[Moçambique, margem Sul]

Lugar de honra, acolher Jesus e Hatoa: viver com gratidão, verdade e audácia

Sua Eminência Reverendíssima, Bispo D. João Carlos Hatoa Nunes é Arcebispo da Arquidiocese de Maputo. Eu já o conhecia, de perto, e gostava da sua pregação, sempre regada de aspectos das culturas locais de Moçambique, sobretudo a ronga, que é de Maputo, onde vivo. Entretanto, ele nasceu na Beira, lugar de outras culturas e saberes. Foi convidado a proferir uma palestra e a realizar a bênção do sacrário na Extensão de Maputo. [Texto de Sara Laísse].

Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorte

[Moçambique, margem Sul]

Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorte

Em 2022, sob o título “Natais de outrora, pobres – mas felizes (?); os de hoje, nem por isso”, escrevi que não haveria Natal em Moçambique, dado que, a gestão “da coisa social” ia de mal a pior. Este ano degradou-se completamente, após os conflitos político-sociais que resultam da insatisfação popular, devido ao que se tem estado a designar reposição da “verdade eleitoral”, depois do processo de votação, nas últimas eleições gerais de Outubro, considerado fraudulento.

Axinene arivava – “natural não teme”

[Moçambique, margem Sul]

Axinene arivava – “natural não teme”

Hoje, não me contive, inspirada pela música intitulada Axinene arivava, expressão makhuwa, que em português significa “sou deste lugar” ou “o dono está aqui”. É cantada pela Banda Kakana . O seu conteúdo é um autêntico convite à temática que mais tenho abordado, nesta coluna: as culturas moçambicanas. A música, no caso, é uma exaltação à auto-estima da beleza da mulher makhuwa, da gastronomia da Ilha de Moçambique, assim como das suas culturas. [Texto de Sara Jona Laísse]

Remédios de Deus, curas imaginárias? As “boas mãos”

[Moçambique, margem Sul]

Remédios de Deus, curas imaginárias? As “boas mãos”

Há bem poucos meses escrevi um texto sobre a mão esquerda e, nele referi um tratamento que me foi feito pela minha mãe, para evitar partir louça, ao lavá-la. Lembro-me ainda, de uma conversa que desenvolvi com Mia Couto sobre esse tratamento e que ele, em jeito de brincadeira, disse que gostava de o fazer, porque também é derrubador de louça. [Texto de Sara Laisse, Moçambique]

“Fiducia supplicans”: preconceitos e debates sobre in(ex)clusão

[Moçambique, margem Sul]

“Fiducia supplicans”: preconceitos e debates sobre in(ex)clusão

A declaração “Fiducia supplicans” deixou-me feliz, porque recordou-me as discussões sobre inclusão e preservação da vida humana, que tive com os meus alunos, na disciplina de Cultura Moçambicana. Pedia-lhes, algumas vezes, que procurassem e que levassem para a sala de aulas as razões pelas quais o Ministério da Justiça, em Moçambique, não aceitar oficializar a LAMBDA, “uma organização de cidadãos moçambicanos, que advoga pelo reconhecimento dos Direitos Humanos das pessoas LGBT”. [Texto de Sara Laisse]

Pequenas, grandes curas: remédios, crenças e corpos

[Moçambique, margem Sul]

Pequenas, grandes curas: remédios, crenças e corpos

Conheci um médico que dizia que, depois da informação sobre uma doença, a sua cura pode depender de três processos: o seu tratamento (remédios), a sua aceitação ou fé na extensão da doença (convicção/crença) e a anuência ou o grau de imunidade do indivíduo (corpo). Basta, segundo ele, que uma das componentes suplante a outra, para que se tenha um “meio caminho andado” para revigorar a pessoa. Este foi o mote para o presente texto. (Sara Laisse)

“Sangue da vovó”: violência psicológica ou ser e não ser?

[Moçambique, margem Sul]

“Sangue da vovó”: violência psicológica ou ser e não ser?

Sangue da Vovó, uma produção da EKSPI e da Mozentretem, é título de uma longa-metragem moçambicana, dirigida por Gabriel Mondlane. O roteiro e a realização são co-criação desse director, com o escritor Mia Couto. Trata-se de uma adaptação literária para cinema do conto intitulado “Sangue da avó manchando a alcatifa”, do livro Cronicando, da autoria do mencionado escritor. O contexto representado é Moçambique. [Texto de Sara Laísse].

Lugar de honra, acolher Jesus e Hatoa: viver com gratidão, verdade e audácia

[Moçambique, margem Sul]

Lugar de honra, acolher Jesus e Hatoa: viver com gratidão, verdade e audácia

Sua Eminência Reverendíssima, Bispo D. João Carlos Hatoa Nunes é Arcebispo da Arquidiocese de Maputo. Eu já o conhecia, de perto, e gostava da sua pregação, sempre regada de aspectos das culturas locais de Moçambique, sobretudo a ronga, que é de Maputo, onde vivo. Entretanto, ele nasceu na Beira, lugar de outras culturas e saberes. Foi convidado a proferir uma palestra e a realizar a bênção do sacrário na Extensão de Maputo. [Texto de Sara Laísse].

Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorte

[Moçambique, margem Sul]

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Em 2022, sob o título “Natais de outrora, pobres – mas felizes (?); os de hoje, nem por isso”, escrevi que não haveria Natal em Moçambique, dado que, a gestão “da coisa social” ia de mal a pior. Este ano degradou-se completamente, após os conflitos político-sociais que resultam da insatisfação popular, devido ao que se tem estado a designar reposição da “verdade eleitoral”, depois do processo de votação, nas últimas eleições gerais de Outubro, considerado fraudulento.

Axinene arivava – “natural não teme”

[Moçambique, margem Sul]

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Hoje, não me contive, inspirada pela música intitulada Axinene arivava, expressão makhuwa, que em português significa “sou deste lugar” ou “o dono está aqui”. É cantada pela Banda Kakana . O seu conteúdo é um autêntico convite à temática que mais tenho abordado, nesta coluna: as culturas moçambicanas. A música, no caso, é uma exaltação à auto-estima da beleza da mulher makhuwa, da gastronomia da Ilha de Moçambique, assim como das suas culturas. [Texto de Sara Jona Laísse]

Remédios de Deus, curas imaginárias? As “boas mãos”

[Moçambique, margem Sul]

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Há bem poucos meses escrevi um texto sobre a mão esquerda e, nele referi um tratamento que me foi feito pela minha mãe, para evitar partir louça, ao lavá-la. Lembro-me ainda, de uma conversa que desenvolvi com Mia Couto sobre esse tratamento e que ele, em jeito de brincadeira, disse que gostava de o fazer, porque também é derrubador de louça. [Texto de Sara Laisse, Moçambique]

“Fiducia supplicans”: preconceitos e debates sobre in(ex)clusão

[Moçambique, margem Sul]

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Pequenas, grandes curas: remédios, crenças e corpos

[Moçambique, margem Sul]

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Conheci um médico que dizia que, depois da informação sobre uma doença, a sua cura pode depender de três processos: o seu tratamento (remédios), a sua aceitação ou fé na extensão da doença (convicção/crença) e a anuência ou o grau de imunidade do indivíduo (corpo). Basta, segundo ele, que uma das componentes suplante a outra, para que se tenha um “meio caminho andado” para revigorar a pessoa. Este foi o mote para o presente texto. (Sara Laisse)

Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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