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Dimensão afetivo-sexual integra projeto educativo do escutismo católico

“Posicionamento institucional” do CNE

Dimensão afetivo-sexual integra projeto educativo do escutismo católico

O escutismo católico português, representado no CNE – Corpo Nacional de Escutas, acaba de aprovar um “posicionamento institucional” sobre a afetividade e a sexualidade no seu programa educativo, que visa contribuir para a “construção de um projeto de felicidade” dos seus membros, repudiando “todos os comportamentos agressivos e de discriminação injusta, nos relacionamentos interpessoais, afetivos e sexuais”.

Uma outra revolução sexual

Uma outra revolução sexual

Um pouco por todo o lado, ouvem-se vozes a sugerir mudanças no âmbito da ética sexual católica. Nota-se a vontade de “atualização”, no sentido de adaptação à mentalidade e práticas correntes, sem a qual qualquer proposta da Igreja neste campo estará condenada à irrelevância. É o que se verifica nas conclusões do chamado “Caminho Sinodal” alemão, mas não apenas.    

Nós, os vencidos do catolicismo

Nós, os vencidos do catolicismo

Roubo o título para este texto ao poema de Ruy Belo e a um livro de memórias de João Bénard da Costa, que nos tumultuosos anos 1960 perderam a fé ou apenas a esperança, vencidos por uma Igreja velha, autoritária. Deixaram de lutar, perderam-se na luta da fé. Talvez como eu, sim, nestes tempos mais recentes. — a opinião de Miguel Marujo

Sexualidade na Igreja Católica não é procriação

Sexualidade na Igreja Católica não é procriação

Em 1979, o Papa João Paulo II começou a fazer umas catequeses sobre a Teologia do Corpo (TC) que duraram cinco anos. Assim, no próximo ano de 2024, faz 40 anos que na Igreja Católica, a moral sexual teve uma actualização imensamente profunda, que me marcou quando era jovem, e daí que a sua versão seja a “TC-40”. (Opinião de Miguel Panão)

Lei natural ou liberdade responsável?

Lei natural ou liberdade responsável?

A aceitação da legitimidade moral das relações homoafetivas não é nenhum protesto contra as relações heterossexuais ou contra o casamento tradicional. Quem tal afirma está simplesmente a desviar a atenção do ponto essencial: a urgência da aceitação da homossexualidade como uma das formas com que a sexualidade humana se manifesta, sem exclusões nem restrições indevidas.

Dimensão afetivo-sexual integra projeto educativo do escutismo católico

“Posicionamento institucional” do CNE

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O escutismo católico português, representado no CNE – Corpo Nacional de Escutas, acaba de aprovar um “posicionamento institucional” sobre a afetividade e a sexualidade no seu programa educativo, que visa contribuir para a “construção de um projeto de felicidade” dos seus membros, repudiando “todos os comportamentos agressivos e de discriminação injusta, nos relacionamentos interpessoais, afetivos e sexuais”.

Uma outra revolução sexual

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Um pouco por todo o lado, ouvem-se vozes a sugerir mudanças no âmbito da ética sexual católica. Nota-se a vontade de “atualização”, no sentido de adaptação à mentalidade e práticas correntes, sem a qual qualquer proposta da Igreja neste campo estará condenada à irrelevância. É o que se verifica nas conclusões do chamado “Caminho Sinodal” alemão, mas não apenas.    

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Roubo o título para este texto ao poema de Ruy Belo e a um livro de memórias de João Bénard da Costa, que nos tumultuosos anos 1960 perderam a fé ou apenas a esperança, vencidos por uma Igreja velha, autoritária. Deixaram de lutar, perderam-se na luta da fé. Talvez como eu, sim, nestes tempos mais recentes. — a opinião de Miguel Marujo

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Em 1979, o Papa João Paulo II começou a fazer umas catequeses sobre a Teologia do Corpo (TC) que duraram cinco anos. Assim, no próximo ano de 2024, faz 40 anos que na Igreja Católica, a moral sexual teve uma actualização imensamente profunda, que me marcou quando era jovem, e daí que a sua versão seja a “TC-40”. (Opinião de Miguel Panão)

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Últimas Notícias

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Identidade e missão do professor de EMRC na escola

Ensaio

Identidade e missão do professor de EMRC na escola novidade

A identidade e a missão do professor de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) na escola pode ser vista sob múltiplos pontos de vista; porém, desejo fazê-lo a partir de três palavras ou pilares que considero substanciais. Estruturo esta reflexão a partir do “habitar-se”, do “habitar com” e do “habitar o ainda não”. [Texto de Adriano Batista, intervenção no Simpósio sobre a Educação e Escola em Portugal].

As cápsulas

[Sete Partidas]

As cápsulas novidade

No radio do carro tocava um CD da Rosalía e comecei a pensar no que já me disseram sobre o meu carro, pequeno e velho, dito em várias variações. Não levo a mal. É verdade, mas tem tudo o que preciso. Abrigo do sol, do frio, da chuva e da neve. Confiável. Riscado e muitas vezes sujo por fora, mas por dentro limpo e arrumado. Um pouco na ordem como valorizo as coisas na vida. Menos ostentação, mais conteúdo. [Texto de Inês Patrício, Berlim].

Perseu declara-se vítima

Testemunho

Perseu declara-se vítima

Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

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