O escutismo católico português, representado no CNE – Corpo Nacional de Escutas, acaba de aprovar um “posicionamento institucional” sobre a afetividade e a sexualidade no seu programa educativo, que visa contribuir para a “construção de um projeto de felicidade” dos seus membros, repudiando “todos os comportamentos agressivos e de discriminação injusta, nos relacionamentos interpessoais, afetivos e sexuais”.












