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Mas afinal para que serve o Sínodo?

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Posso não saber a latitude da palavra “sinodalidade”, mas penso saber aquilo que não é. A sinodalidade agora chamada por Francisco, bispo de Roma e papa, possui uma sustentabilidade ainda não apreendida por todos aqueles que se dizem por sinodais. Exemplo concreto é dizermos que vivemos em sinodalidade desde sempre, porque na igreja existem várias instâncias onde se pode fazer sinodalidade, e sempre existiram. [Texto de Joaquim Armindo]

“Instrumentum Laboris 2” será conhecido no início de julho

Trabalhos do Sínodo prosseguem

“Instrumentum Laboris 2” será conhecido no início de julho

Já foi apresentada ao Papa a primeira versão do documento no qual se basearão os trabalhos da sessão de outubro do Sínodo sobre a Sinodalidade em Roma, o Instrumentum Laboris 2. Este será agora objeto de revisão e publicado nos primeiros dez dias de julho, depois da aprovação final de Francisco, anunciou a Secretaria Geral do Sínodo em comunicado de imprensa divulgado esta terça-feira, 25 de junho.

O novo documento surgiu na sequência de uma reunião de teólogos que decorreu de 4 a 14 de junho, e na qual foram analisados os relatórios recebidos pela Secretaria Geral, após a consulta às várias dioceses e comunidades católicas de todo o mundo. Desta resultaram relatórios de 108 conferências episcopais, de nove Igrejas Católicas orientais, da União Internacional dos Superiores Maiores e União Internacional das Superioras Gerais (USG-UISG), e ainda “mais de 200 observações de realidades internacionais, faculdades universitárias, associações de fiéis ou comunidades e pessoas particulares, além dos relatórios apresentados pelos párocos”.

Sínodo, agora, é em Roma… que aqui já acabou

Sínodo, agora, é em Roma… que aqui já acabou

Em que vai, afinal, desembocar o esforço reformador do atual Papa, sobretudo com o processo sinodal que lançou em 2021? Que se pode esperar daquela que já foi considerada a maior auscultação de pessoas alguma vez feita à escala do planeta? – A reflexão de Manuel Pinto, para ler no À Margem desta semana

Igreja portuguesa precisa de “abertura de horizontes” no âmbito da evangelização

Bispos após encontro com Secretaria do Sínodo

Igreja portuguesa precisa de “abertura de horizontes” no âmbito da evangelização

O vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, Virgílio Antunes, reconheceu que a Igreja Católica em Portugal tem necessidade de uma “abertura de horizontes” no âmbito da evangelização, nomeadamente no “acolhimento das pessoas”. Para o bispo de Coimbra, – que falou aos jornalistas após o encontro com a Secretaria Geral do Sínodo, que decorreu esta segunda-feira, 20 de maio, em Roma – é preciso fomentar “uma relação mais eficaz e mais eclesial entre os membros da hierarquia, a generalidade dos cristãos leigos, dos consagrados do povo de Deus”.

“Se as paróquias não forem sinodais e missionárias, a Igreja também não o será”

Papa aos párocos

“Se as paróquias não forem sinodais e missionárias, a Igreja também não o será”

O Papa escreveu uma carta “a todos os párocos do mundo”, exortando-os a serem “construtores duma Igreja sinodal missionária” e a empenharem-se “com entusiasmo neste caminho”, pois “se as paróquias não forem sinodais e missionárias, também a Igreja não o será”, defendeu. No texto, divulgado esta quinta-feira, 2 de maio, e entregue aos participantes no encontro internacional de párocos – que reuniu nos últimos dias mais de 200 presbíteros em Roma -, Francisco deixa “três sugestões que poderão inspirar o estilo de vida e de ação dos pastores”, tendo em vista paróquias mais sinodais.

Mas afinal para que serve o Sínodo?

As mesmas pessoas, cargos e decisões

Depois do abanão que sofreu a Igreja Católica Romana Portuguesa com a pedofilia de alguns padres (presbíteros), depois de um processo sinodal, ainda a decorrer, depois de uma Jornada Mundial da Juventude, realizada no nosso país, previa-se que alguma coisa mudasse nesta igreja. Mas não, as pessoas são as mesmas e mantêm os seus cargos. [Texto de Joaquim Armindo]

Mas afinal para que serve o Sínodo?

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Já foi apresentada ao Papa a primeira versão do documento no qual se basearão os trabalhos da sessão de outubro do Sínodo sobre a Sinodalidade em Roma, o Instrumentum Laboris 2. Este será agora objeto de revisão e publicado nos primeiros dez dias de julho, depois da aprovação final de Francisco, anunciou a Secretaria Geral do Sínodo em comunicado de imprensa divulgado esta terça-feira, 25 de junho.

O novo documento surgiu na sequência de uma reunião de teólogos que decorreu de 4 a 14 de junho, e na qual foram analisados os relatórios recebidos pela Secretaria Geral, após a consulta às várias dioceses e comunidades católicas de todo o mundo. Desta resultaram relatórios de 108 conferências episcopais, de nove Igrejas Católicas orientais, da União Internacional dos Superiores Maiores e União Internacional das Superioras Gerais (USG-UISG), e ainda “mais de 200 observações de realidades internacionais, faculdades universitárias, associações de fiéis ou comunidades e pessoas particulares, além dos relatórios apresentados pelos párocos”.

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