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A paz. Para além do medo e da ameaça

A paz. Para além do medo e da ameaça

O Papa Francisco, em várias ocasiões, tem pugnado pela abolição total das armas nucleares, declarando a ilicitude moral do seu uso e até da sua posse. A Santa Sé foi dos primeiros aderentes ao Tratado das Nações Unidas sobre a abolição total dessas armas, o qual já recolheu a adesão do número suficiente de países para entrar em vigor.

Pax Christi organiza concurso para jovens artistas sobre fim das armas nucleares

A Pax Christi International lançou uma campanha dirigida a jovens artistas, convidando-os a contribuir de forma criativa para o “esforço de finalmente nos livrarmos das armas nucleares”. A convocatória, aberta até 15 de julho, propõe aos interessados que criem um vídeo ou uma obra de arte digital com o objetivo de convencer os estados que não aderiram ao tratado de proibição das armas nucleares a fazê-lo o mais rápido possível.

Comissão Justiça e Paz de Coimbra critica Governo por não assinar Tratado contra Armas Nucleares

Comissão Justiça e Paz de Coimbra critica Governo por não assinar Tratado contra Armas Nucleares

“É um começo de caminho, mas é, simultaneamente, um passo gigantesco para a Humanidade”, diz a Comissão Diocesana Justiça e Paz (CDJP), de Coimbra, a propósito da entrada em vigor do Tratado de Proibição das Armas Nucleares, que se assinalou sexta-feira passada, dia 22 de Janeiro, e pela qual manifesta o seu “júbilo” e, ao mesmo tempo, a “profunda desaprovação” da posição de Portugal, que não subscreveu o documento.

A pacifista Mafalda e as armas nucleares

A pacifista Mafalda e as armas nucleares

As armas nucleares foram um sério e persistente motivo de preocupação para Mafalda, a menina criada por Quino. Em várias circunstâncias, a pacifista Mafalda partilha um medo mundialmente vivenciado durante o período da Guerra Fria, mostra a irracionalidade da escalada armamentista e enaltece a paz.

Ministro Santos Silva ao 7MARGENS: “O Tratado de Proibição das Armas Nucleares não é resposta” à necessidade de desarmamento nuclear

Ministro Santos Silva ao 7MARGENS: “O Tratado de Proibição das Armas Nucleares não é resposta” à necessidade de desarmamento nuclear

O Tratado para a Proibição das Armas Nucleares, aprovado na Assembleia Geral da ONU e já subscrito por 50 países, entra em vigor às zero horas de sexta-feira, 22, mas ele não constitui “a resposta” ao necessário desarmamento nuclear, “uma vez que não toma em conta as legítimas preocupações de segurança de muitos países e a conjuntura internacional”, defende o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Augusto Santos Silva.

Abolir as armas nucleares

Abolir as armas nucleares

Dinâmicas colectivas mobilizadoras, pronunciamentos de líderes políticos, insistência nos apelos de dirigentes religiosos, são marcos que ajudam a explicar o facto de, a 7 de Julho de 2017, a Assembleia Geral da ONU ter adoptado, numa decisão histórica, o Tratado de Proibição das Armas Nucleares, votado por 122 países, com a ausência dos países detentores de armas nucleares, bem como dos membros da Aliança Atlântica.

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Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

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