O Responsum foi criticado de forma particularmente viva nos países ditos desenvolvidos, com destaque para a Europa e Estados Unidos. E foi-o essencialmente por duas ordens de razões: linguagem crua e até para alguns “cruel” contida na página e meia de justificações; mas, sobretudo, pelo fechamento total da CDF, com potenciais consequências significativas, no plano da vida de várias igrejas locais e das realidades homoafetivas com que lida.












