AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Espanha: Relatório estima 440 mil casos de abusos sexuais na Igreja

Bispos convocam assembleia extraordinária

Espanha: Relatório estima 440 mil casos de abusos sexuais na Igreja

A Provedoria de Justiça espanhola entregou esta sexta-feira, 27 de outubro, ao Congresso dos Deputados, o “Relatório sobre os abusos sexuais no âmbito da Igreja Católica e o papel dos poderes públicos”, no qual se estima que 1,13% da população adulta em Espanha tenha sido abusada quando era menor de idade no seio da Igreja Católica, o que corresponderá a cerca de 440 mil dos 38,9 milhões de adultos espanhóis.

A natureza psicossocial do abuso espiritual

Análise

A natureza psicossocial do abuso espiritual

A temática dos abusos, nomeadamente nas instituições religiosas e em particular na Igreja Católica, tem estado no centro da agenda pública, desencadeando preocupações, iniciativas e debates. Mas é menos frequente debater em que consiste, afinal, o abuso e o que se entende por vulnerabilidade, especialmente quando se trata de pessoas adultas. Este artigo de Fabrizia Raguso, académica que tem dedicado tempo e energias a estudar o assunto, partilha pontos de vista relevantes sobre este aspeto.

Três cartazes “para que ninguém se esqueça” das vítimas de abusos na Igreja

Perto de 300 pessoas financiaram

Três cartazes “para que ninguém se esqueça” das vítimas de abusos na Igreja

Uma designer teve a ideia, fez a arte inicial e partilhou no Twitter, outro utilizador sugeriu que se criasse um outdoor, financiado numa campanha de crowdfunding. O objetivo inicial para um cartaz foi atingido em apenas três horas, e no fim o contributo de perto de 300 pessoas vai permitir a instalação de três outdoors como o da imagem acima, em Lisboa, Oeiras e Loures. O objetivo? Durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), “lutar contra o apagar das vítimas da agenda mediática, focada na celebração da instituição [a Igreja Católica Portuguesa] que as remete ao silêncio”, anuncia o site entretanto criado.

Grupo Vita inicia ações de formação dentro e fora da Igreja

Por todo o país

Grupo Vita inicia ações de formação dentro e fora da Igreja

Depois de ter reunido com inúmeras entidades, desde o Secretariado Nacional da Educação Cristã (SNEC) à Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), passando pela Ordem dos Advogados ou a Direção Geral da Educação, o Grupo Vita – criado em abril pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) – deu já início às primeiras ações de sensibilização e formação sobre o cuidado de menores e adultos vulneráveis, tendo como principal objetivo prevenir situações de abusos. A partir de setembro, muitas mais se seguirão.

Grupos de defesa de vítimas criticam Vaticano por não divulgar razões da aceitação da renúncia do bispo

Diocese de Knoxville

Grupos de defesa de vítimas criticam Vaticano por não divulgar razões da aceitação da renúncia do bispo

O Vaticano fez mal em “aceitar o pedido de renúncia” do bispo de Knoxville (Tennesse, EUA), Richard Stika, “em vez de o ter removido do seu cargo, acusando-o de crimes canónicos”, refere um comunicado divulgado pelo Awake Milwaukee, um grupo católico de defesa das vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica, no próprio dia 27 de junho em que o Vaticano tornou pública aquela decisão.

Espanha: Relatório estima 440 mil casos de abusos sexuais na Igreja

Bispos convocam assembleia extraordinária

Espanha: Relatório estima 440 mil casos de abusos sexuais na Igreja

A Provedoria de Justiça espanhola entregou esta sexta-feira, 27 de outubro, ao Congresso dos Deputados, o “Relatório sobre os abusos sexuais no âmbito da Igreja Católica e o papel dos poderes públicos”, no qual se estima que 1,13% da população adulta em Espanha tenha sido abusada quando era menor de idade no seio da Igreja Católica, o que corresponderá a cerca de 440 mil dos 38,9 milhões de adultos espanhóis.

A natureza psicossocial do abuso espiritual

Análise

A natureza psicossocial do abuso espiritual

A temática dos abusos, nomeadamente nas instituições religiosas e em particular na Igreja Católica, tem estado no centro da agenda pública, desencadeando preocupações, iniciativas e debates. Mas é menos frequente debater em que consiste, afinal, o abuso e o que se entende por vulnerabilidade, especialmente quando se trata de pessoas adultas. Este artigo de Fabrizia Raguso, académica que tem dedicado tempo e energias a estudar o assunto, partilha pontos de vista relevantes sobre este aspeto.

Três cartazes “para que ninguém se esqueça” das vítimas de abusos na Igreja

Perto de 300 pessoas financiaram

Três cartazes “para que ninguém se esqueça” das vítimas de abusos na Igreja

Uma designer teve a ideia, fez a arte inicial e partilhou no Twitter, outro utilizador sugeriu que se criasse um outdoor, financiado numa campanha de crowdfunding. O objetivo inicial para um cartaz foi atingido em apenas três horas, e no fim o contributo de perto de 300 pessoas vai permitir a instalação de três outdoors como o da imagem acima, em Lisboa, Oeiras e Loures. O objetivo? Durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), “lutar contra o apagar das vítimas da agenda mediática, focada na celebração da instituição [a Igreja Católica Portuguesa] que as remete ao silêncio”, anuncia o site entretanto criado.

Grupo Vita inicia ações de formação dentro e fora da Igreja

Por todo o país

Grupo Vita inicia ações de formação dentro e fora da Igreja

Depois de ter reunido com inúmeras entidades, desde o Secretariado Nacional da Educação Cristã (SNEC) à Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), passando pela Ordem dos Advogados ou a Direção Geral da Educação, o Grupo Vita – criado em abril pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) – deu já início às primeiras ações de sensibilização e formação sobre o cuidado de menores e adultos vulneráveis, tendo como principal objetivo prevenir situações de abusos. A partir de setembro, muitas mais se seguirão.

Grupos de defesa de vítimas criticam Vaticano por não divulgar razões da aceitação da renúncia do bispo

Diocese de Knoxville

Grupos de defesa de vítimas criticam Vaticano por não divulgar razões da aceitação da renúncia do bispo

O Vaticano fez mal em “aceitar o pedido de renúncia” do bispo de Knoxville (Tennesse, EUA), Richard Stika, “em vez de o ter removido do seu cargo, acusando-o de crimes canónicos”, refere um comunicado divulgado pelo Awake Milwaukee, um grupo católico de defesa das vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica, no próprio dia 27 de junho em que o Vaticano tornou pública aquela decisão.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória novidade

No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se … novidade

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.