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Deus, o nosso grande Companheiro

Deus, o nosso grande Companheiro

Deus connosco, mistério tremendo desse Deus que se fez homem entre nós. Sete séculos haviam passado desde a declaração profética de Isaías, de que o Senhor, Ele próprio, daria um sinal: “Eis que a virgem no ventre terá e parturirá um filho; e chamarás o nome dele Emanuel.” A ideia de um deus se fazer carne e habitar entre os homens não era de todo estranha no mundo greco-romano. [Texto de Vítor Rafael].

Deus, o nosso grande Companheiro

Por uma eclesiologia do corpo

As escrituras sagradas oferecem-nos uma variedade de imagens com o intuito de nos descrever a Igreja. Ela é, entre outras, o povo de Deus (I Pedro 2.9-10), o edifício de Deus (I Coríntios 3.9), a família de Deus (Efésios 2.19), o rebanho do Bom Pastor (João 10:16). Mas talvez uma das mais belas e que se identifica connosco mesmos, é a descrita pelo apóstolo Paulo na sua primeira carta aos Coríntios 12:12-27: “Vós sois o corpo de Cristo e cada um, pela sua parte, é um membro”. [Texto de Vítor Rafael].

Deus, o nosso grande Companheiro

Confronto entre exclusivismo das instituições religiosas e o Reino anunciado por Jesus

Entre o querigma do Reino anunciado por Jesus e o nascimento da Igreja, passando pela instituição do batismo e da eucaristia, foi-se tornando cada vez mais evidente aquilo que fundamenta qualquer sistema religioso, ou seja, o sentido de pertença e de exclusão, a divisão entre os que estão dentro e os que estão fora. [Texto de Vítor Rafael]

Deus, o nosso grande Companheiro

Jesus morre por amor de nós e não por sacrifício

As ideias que têm sido difundidas acerca do significado da morte de Jesus, desde os primórdios do Cristianismo até aos dias de hoje, têm marcado profundamente o pensamento ou as conceções que temos acerca de Deus, e até o modo como nos relacionamos com Ele. A morte sangrenta de Jesus numa cruz provocou sem dúvida  uma profunda crise nos primeiros discípulos e seguidores de Jesus. [Texto de Vítor Rafael]

Deus, o nosso grande Companheiro

A mesa de Jesus – por uma teologia da hospitalidade

No Novo Testamento, os relatos que temos acerca de Jesus à mesa, tanto nos sinóticos como no evangelho de João, não deixam de expor tensões entre comensais e até mesmo entre o Mestre e as autoridades religiosas. Jesus não se inibe de estar com quem quer que seja. [Texto de Vítor Rafael]

Deus, o nosso grande Companheiro

Renovamento Carismático Católico: corrente de graça rumo à unidade

Devido às grandes divisões ocorridas ao longo dos séculos no seio da Igreja, existem hoje diferenças tão marcantes nas diversas doutrinas e eclesiologias que, por vezes, se torna praticamente difícil, senão quase impossível, propor uma união entre as diferentes Igrejas cristãs existentes.

Deus, o nosso grande Companheiro

Da necessidade de uma “nova” gramática do Evangelho

É genericamente consensual que uma boa gramática, além de ser parte importante da nossa linguagem e de desempenhar um papel eficaz na comunicação que temos uns com os outros, é fundamental para a construção, leitura e compreensão de qualquer texto. Uma gramática consiste essencialmente num conjunto de regras e estruturas que estipulam a melhor maneira de organizar as palavras em frases e sentenças.

Deus, o nosso grande Companheiro

Escrituras e Violência (1)

Existem imensas passagens da Tanah (Bíblia hebraica) cuja leitura cuidadosa suscita em nós algum desconforto e até dificuldades de interpretação. Ao longo dos séculos, desde a época da Patrística, muitos têm vindo a tentar conciliar as práticas (ética) e imagens acerca do Deus descrito em muitas das passagens do Velho Testamento com os ensinos e pensamento de Jesus acerca do Seu Pai.

Deus, o nosso grande Companheiro

Deus, o nosso grande Companheiro

Deus connosco, mistério tremendo desse Deus que se fez homem entre nós. Sete séculos haviam passado desde a declaração profética de Isaías, de que o Senhor, Ele próprio, daria um sinal: “Eis que a virgem no ventre terá e parturirá um filho; e chamarás o nome dele Emanuel.” A ideia de um deus se fazer carne e habitar entre os homens não era de todo estranha no mundo greco-romano. [Texto de Vítor Rafael].

Deus, o nosso grande Companheiro

Por uma eclesiologia do corpo

As escrituras sagradas oferecem-nos uma variedade de imagens com o intuito de nos descrever a Igreja. Ela é, entre outras, o povo de Deus (I Pedro 2.9-10), o edifício de Deus (I Coríntios 3.9), a família de Deus (Efésios 2.19), o rebanho do Bom Pastor (João 10:16). Mas talvez uma das mais belas e que se identifica connosco mesmos, é a descrita pelo apóstolo Paulo na sua primeira carta aos Coríntios 12:12-27: “Vós sois o corpo de Cristo e cada um, pela sua parte, é um membro”. [Texto de Vítor Rafael].

Deus, o nosso grande Companheiro

Confronto entre exclusivismo das instituições religiosas e o Reino anunciado por Jesus

Entre o querigma do Reino anunciado por Jesus e o nascimento da Igreja, passando pela instituição do batismo e da eucaristia, foi-se tornando cada vez mais evidente aquilo que fundamenta qualquer sistema religioso, ou seja, o sentido de pertença e de exclusão, a divisão entre os que estão dentro e os que estão fora. [Texto de Vítor Rafael]

Deus, o nosso grande Companheiro

Jesus morre por amor de nós e não por sacrifício

As ideias que têm sido difundidas acerca do significado da morte de Jesus, desde os primórdios do Cristianismo até aos dias de hoje, têm marcado profundamente o pensamento ou as conceções que temos acerca de Deus, e até o modo como nos relacionamos com Ele. A morte sangrenta de Jesus numa cruz provocou sem dúvida  uma profunda crise nos primeiros discípulos e seguidores de Jesus. [Texto de Vítor Rafael]

Deus, o nosso grande Companheiro

A mesa de Jesus – por uma teologia da hospitalidade

No Novo Testamento, os relatos que temos acerca de Jesus à mesa, tanto nos sinóticos como no evangelho de João, não deixam de expor tensões entre comensais e até mesmo entre o Mestre e as autoridades religiosas. Jesus não se inibe de estar com quem quer que seja. [Texto de Vítor Rafael]

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Devido às grandes divisões ocorridas ao longo dos séculos no seio da Igreja, existem hoje diferenças tão marcantes nas diversas doutrinas e eclesiologias que, por vezes, se torna praticamente difícil, senão quase impossível, propor uma união entre as diferentes Igrejas cristãs existentes.

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É genericamente consensual que uma boa gramática, além de ser parte importante da nossa linguagem e de desempenhar um papel eficaz na comunicação que temos uns com os outros, é fundamental para a construção, leitura e compreensão de qualquer texto. Uma gramática consiste essencialmente num conjunto de regras e estruturas que estipulam a melhor maneira de organizar as palavras em frases e sentenças.

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Perseu declara-se vítima

Testemunho

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Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

Padre da Obra da Rua morreu

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

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