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Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

[À Margem]

Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

Celebra-se o Dia do Trabalhador em plena discussão do chamado “Pacote Laboral” e nas vésperas deste dar entrada na Assembleia da República. A história desta discussão iniciada em junho de 2025 é reveladora, por um lado, dos políticos pensarem que grandes reformas se podem fazer à margem da sociedade, mas, por outro, mostra também uma incapacidade de leitura e reflexão, bem como de perceber o tempo que vivemos.

E que tal reler alguns textos?

E que tal reler alguns textos?

A polémica estalou esta semana em Espanha, mais propriamente na diocese de Segóvia. Em Torrecaballeros, uma pequena localidade a cem quilómetros de Madrid, um padre recusou-se a dar a comunhão ao presidente do município, por este ser homossexual e viver publicamente em união de facto com outro homem. Pergunto-me: será que Judas, ou mesmo Pedro, tinham “condições objetivas de moralidade” para comungar, naquela Última Ceia? Não estará na altura de acabar com todas as exclusões que não têm justificação?

Em nome dos que sofrem

Em nome dos que sofrem

Cada vez mais se ouve – e eu próprio o digo várias vezes – que o mundo está perigoso. Esta afirmação contém em si mesma uma dose de receio, angústia, impotência e, quiçá, alguma desesperança.

Três encontros felizes… e outro que promete

Três encontros felizes… e outro que promete

A conferência de Tomás Halík concluiu uma série feliz de três encontros muito diversos entre si, no conteúdo e na forma, mas todos portadores de um mesmo significado: existe um conjunto alargado de católicos interessados em não deixar morrer a dinâmica criada pelo último Sínodo e desejosos de participar ativamente no aprofundamento do carácter sinodal da Igreja em Portugal.

O exemplo da Cáritas de Burgos

O exemplo da Cáritas de Burgos

“Os imigrantes serem odiados não é, evidentemente, uma especificidade de Burgos. Novidade, de facto, é haver um organismo da Igreja Católica que não vende os seus princípios por um subsídio ou um donativo.” – A reflexão do jornalista Eduardo Jorge Madureira, para ler no À Margem desta semana

E que tal reler alguns textos?

E que tal reler alguns textos?

A polémica estalou esta semana em Espanha, mais propriamente na diocese de Segóvia. Em Torrecaballeros, uma pequena localidade a cem quilómetros de Madrid, um padre recusou-se a dar a comunhão ao presidente do município, por este ser homossexual e viver publicamente em união de facto com outro homem. Pergunto-me: será que Judas, ou mesmo Pedro, tinham “condições objetivas de moralidade” para comungar, naquela Última Ceia? Não estará na altura de acabar com todas as exclusões que não têm justificação?

Em nome dos que sofrem

Em nome dos que sofrem

Cada vez mais se ouve – e eu próprio o digo várias vezes – que o mundo está perigoso. Esta afirmação contém em si mesma uma dose de receio, angústia, impotência e, quiçá, alguma desesperança.

Três encontros felizes… e outro que promete

Três encontros felizes… e outro que promete

A conferência de Tomás Halík concluiu uma série feliz de três encontros muito diversos entre si, no conteúdo e na forma, mas todos portadores de um mesmo significado: existe um conjunto alargado de católicos interessados em não deixar morrer a dinâmica criada pelo último Sínodo e desejosos de participar ativamente no aprofundamento do carácter sinodal da Igreja em Portugal.

O exemplo da Cáritas de Burgos

O exemplo da Cáritas de Burgos

“Os imigrantes serem odiados não é, evidentemente, uma especificidade de Burgos. Novidade, de facto, é haver um organismo da Igreja Católica que não vende os seus princípios por um subsídio ou um donativo.” – A reflexão do jornalista Eduardo Jorge Madureira, para ler no À Margem desta semana

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