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Artigos de Cláudio Louro
Peregrinação: do despertar religioso à maturidade da fé

Um percurso espiritual (1/6)

Peregrinação: do despertar religioso à maturidade da fé

Peregrinação. Viagem por países longínquos, em romaria a um lugar santo ou de devoção, ou uma visita na intenção de homenagear um lugar onde viveu alguém que se venera. Na narrativa e textos que aqui se apresentam, peregrinar estende-se ao caminho que se palmilha, sobretudo, o caminho da fé: uma viagem entre o seu despertar à maturidade religiosa.

Diário de Caminho (7): Fazermo-nos caminho

Do Minho a Compostela a pé

Diário de Caminho (7): Fazermo-nos caminho

“De regresso a casa, sentado na carruagem 6 do Alfa, volto a ver da janela algo a ficar para trás. Esta aventura (a física) vai ficando cada vez mais distante geograficamente. É tempo, agora, de nos fazermos ao Caminho, fazendo-nos caminho, nas coordenadas do quotidiano.” — sétimo e último dia do Diário de Caminho de Cláudio Louro.

Diário de Caminho (6): Fazermo-nos terra

Do Minho a Compostela a pé

Diário de Caminho (6): Fazermo-nos terra

Acordei. Este é o último albergue antes de chegar a Santiago. Recordei o dia de ontem e o desgaste que tenho sentido, com algumas coisas antigas a virem ao de cima. No diário escrevi esta breve oração: “Hoje peço-Te, Pai, que me ensines a arte do desprendimento, das mãos vazias. Tudo faz parte do Caminho.”

Peregrinação: do despertar religioso à maturidade da fé

Um percurso espiritual (1/6)

Peregrinação: do despertar religioso à maturidade da fé

Peregrinação. Viagem por países longínquos, em romaria a um lugar santo ou de devoção, ou uma visita na intenção de homenagear um lugar onde viveu alguém que se venera. Na narrativa e textos que aqui se apresentam, peregrinar estende-se ao caminho que se palmilha, sobretudo, o caminho da fé: uma viagem entre o seu despertar à maturidade religiosa.

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Do Minho a Compostela a pé

Diário de Caminho (7): Fazermo-nos caminho

“De regresso a casa, sentado na carruagem 6 do Alfa, volto a ver da janela algo a ficar para trás. Esta aventura (a física) vai ficando cada vez mais distante geograficamente. É tempo, agora, de nos fazermos ao Caminho, fazendo-nos caminho, nas coordenadas do quotidiano.” — sétimo e último dia do Diário de Caminho de Cláudio Louro.

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Acordei. Este é o último albergue antes de chegar a Santiago. Recordei o dia de ontem e o desgaste que tenho sentido, com algumas coisas antigas a virem ao de cima. No diário escrevi esta breve oração: “Hoje peço-Te, Pai, que me ensines a arte do desprendimento, das mãos vazias. Tudo faz parte do Caminho.”

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Desobediência: anátema, direito ou dever? (mea culpa, mea maxima culpa)

[Entre Margens]

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Temos assistido nestes dias à reivindicação do direito efetivo à habitação e contestação ao rumo que o governo (e os sucessivos governos a quem coube a responsabilidade pelas políticas para assegurar este direito) tem tomado ou se prepara para tomar. Contestação que desembocou em atos de desobediência às autoridades que justificaram, na ótica destas, a intervenção violenta para a reposição da “ordem pública”. [Texto de Carlos Dias].

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