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Artigos de Dália Fernandes
Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

Quem sou eu? Talvez esta seja uma das perguntas mais difíceis que podemos fazer. Passamos grande parte da vida a construir uma resposta: somos filhos, pais, amigos, profissionais, cidadãos, membros de uma determinada comunidade. Somos também feitos das nossas histórias, das nossas escolhas, das nossas perdas e das nossas esperanças. Tudo isso contribui para aquilo a que chamamos identidade. Mas o que acontece quando essa identidade é atravessada pela fé? [Texto de Dália Fernandes].

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

Porque preferimos um Deus previsível?

Há uma pergunta que raramente formulamos, mas que talvez diga muito sobre a nossa forma de acreditar: e se o maior obstáculo à fé não for a dificuldade em acreditar em Deus, mas a facilidade com que imaginamos quem Ele deve ser? [Texto de Dália Fernandes]

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

O Jesus que desiludiu os seus seguidores

«Jesus, sabendo que viriam buscá-lo para o fazer rei, retirou-se novamente sozinho para o monte» (João 6:15). Talvez poucos passos dos Evangelhos revelem tão claramente a distância entre aquilo que as pessoas esperavam de Jesus e aquilo que Jesus entendia ser a sua missão. [Texto de Dália Fernandes].

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

“Tinham tudo em comum”… até surgirem os conflitos

“A história das primeiras comunidades cristãs recorda-nos que o Evangelho nunca floresceu em sociedades perfeitas. Nasceu no meio de conflitos, tensões e imperfeições humanas. Talvez seja precisamente aí que reside a sua força.” – A reflexão da historiadora Dália Fernandes

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

Antes de apontar o dedo

Há frases de Jesus que parecem simples até ao dia em que nos atingem pessoalmente. «Não julgueis, para não serdes julgados» (Mt 7,1). Sempre a escutei como um apelo à tolerância. Mas, ao reler o texto com atenção, percebi que não se trata apenas de tolerância, trata-se de uma conversão do olhar. [Texto de Dália Fernandes].

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

Quem salva: Cristo ou a Igreja?

A afirmação «fora da Igreja não há salvação» permanece viva no imaginário cristão, muitas vezes repetida sem atenção ao seu contexto histórico ou ao seu alcance teológico. A frase soa categórica e parece colocar a Igreja como condição necessária e exclusiva da salvação. Mas será esta, de facto, a perspetiva dos textos bíblicos e da tradição cristã mais antiga? A pergunta impõe-se: quem salva, Cristo ou a Igreja? [Texto de Dália Fernandes].

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

O cristianismo que começou dividido

O cristianismo não nasceu unido. As primeiras comunidades que seguiram Jesus de Nazaré formaram um movimento diverso, tenso e em construção. A fé em Cristo reunia, mas também dividia. Desde o início, a Igreja nascente teve de lidar com a difícil tarefa de conciliar a fidelidade às raízes judaicas com a abertura universal que o Evangelho anunciava. [Texto de Dália Fernandes].

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

Quem sou eu? Talvez esta seja uma das perguntas mais difíceis que podemos fazer. Passamos grande parte da vida a construir uma resposta: somos filhos, pais, amigos, profissionais, cidadãos, membros de uma determinada comunidade. Somos também feitos das nossas histórias, das nossas escolhas, das nossas perdas e das nossas esperanças. Tudo isso contribui para aquilo a que chamamos identidade. Mas o que acontece quando essa identidade é atravessada pela fé? [Texto de Dália Fernandes].

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

Porque preferimos um Deus previsível?

Há uma pergunta que raramente formulamos, mas que talvez diga muito sobre a nossa forma de acreditar: e se o maior obstáculo à fé não for a dificuldade em acreditar em Deus, mas a facilidade com que imaginamos quem Ele deve ser? [Texto de Dália Fernandes]

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

O Jesus que desiludiu os seus seguidores

«Jesus, sabendo que viriam buscá-lo para o fazer rei, retirou-se novamente sozinho para o monte» (João 6:15). Talvez poucos passos dos Evangelhos revelem tão claramente a distância entre aquilo que as pessoas esperavam de Jesus e aquilo que Jesus entendia ser a sua missão. [Texto de Dália Fernandes].

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

“Tinham tudo em comum”… até surgirem os conflitos

“A história das primeiras comunidades cristãs recorda-nos que o Evangelho nunca floresceu em sociedades perfeitas. Nasceu no meio de conflitos, tensões e imperfeições humanas. Talvez seja precisamente aí que reside a sua força.” – A reflexão da historiadora Dália Fernandes

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

Antes de apontar o dedo

Há frases de Jesus que parecem simples até ao dia em que nos atingem pessoalmente. «Não julgueis, para não serdes julgados» (Mt 7,1). Sempre a escutei como um apelo à tolerância. Mas, ao reler o texto com atenção, percebi que não se trata apenas de tolerância, trata-se de uma conversão do olhar. [Texto de Dália Fernandes].

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

Quem salva: Cristo ou a Igreja?

A afirmação «fora da Igreja não há salvação» permanece viva no imaginário cristão, muitas vezes repetida sem atenção ao seu contexto histórico ou ao seu alcance teológico. A frase soa categórica e parece colocar a Igreja como condição necessária e exclusiva da salvação. Mas será esta, de facto, a perspetiva dos textos bíblicos e da tradição cristã mais antiga? A pergunta impõe-se: quem salva, Cristo ou a Igreja? [Texto de Dália Fernandes].

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

O cristianismo que começou dividido

O cristianismo não nasceu unido. As primeiras comunidades que seguiram Jesus de Nazaré formaram um movimento diverso, tenso e em construção. A fé em Cristo reunia, mas também dividia. Desde o início, a Igreja nascente teve de lidar com a difícil tarefa de conciliar a fidelidade às raízes judaicas com a abertura universal que o Evangelho anunciava. [Texto de Dália Fernandes].

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