Estando a tardar uma solução política para a situação em Cabo Delgado, como constata a Oikos, torna-se ainda mais importante o amplo trabalho humanitário na província moçambicana.
Estando a tardar uma solução política para a situação em Cabo Delgado, como constata a Oikos, torna-se ainda mais importante o amplo trabalho humanitário na província moçambicana.
Revela-se de uma importância extraordinária o amplo trabalho humanitário desenvolvido em Cabo Delgado, que desde há anos vive uma situação dramática, agravada pelos ataques terroristas à cidade de Palma. O 7MARGENS tem, por isso, escutado as instituições e organizações não governamentais que estão no terreno para saber como é que elas vêem o que se está a passar, que trabalho desenvolvem e o que podem os portugueses fazer para ajudar os moçambicanos desta zona.
Devemos ao bispo Carlos Azevedo, hoje delegado no Conselho Pontifício da Cultura, a primeira edição dos primeiros livros de Daniel Faria, cujo 50.º aniversário de nascimento se assinala neste sábado, 10 de Março, com a realização de diversas iniciativas promovidas pela Casa de Daniel.
No momento em que o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) manifesta publicamente o receio de que, se a violência em Cabo Delgado não for travada, haja em junho mais de um milhão de deslocados na província do Nordeste de Moçambique, torna-se ainda mais urgente a ajuda humanitária prestada por diversas instituições e organizações, como é o caso da Helpo.
O ataque à cidade de Palma veio agravar a situação já muito alarmante que se vive na província de Cabo Delgado (Norte de Moçambique), mas contribuiu para chamar a atenção da comunidade internacional para um drama que não é recente. O 7 Margens quis saber como é que as organizações vêem o que se está a passar, que trabalho desenvolvem e o que podem os portugueses fazer para ajudar os moçambicanos desta zona do nordeste moçambicano. Damos voz, desta vez, à Fundação Ajuda à Igreja que Sofre.
As crianças precisam de escola com qualidade (particularmente as meninas, sempre mais vulneráveis a abusos), as pessoas em geral de melhores cuidados de saúde, os jovens precisam de ocupação, de trabalho e de perspetivas de futuro, a universalização no acesso à energia elétrica e à água potável.
A errata que o diário espanhol El País, um dos mais prestigiados jornais europeus, publicou na edição de domingo, 28 de Março, esclarecendo que “no catolicismo, a Trindade está formada pelo Pai, pelo Filho e pelo Espírito Santo; e não pelo Pai, pelo Filho e pela Virgem como se sugeria na reportagem sobre a catedral de Burgos publicada no sábado nas páginas de Cultura”, poderia ser apenas risível. Mas é o sintoma de uma deplorável falta de cultura religiosa que grassa nas redacções dos jornais. E, evidentemente, não apenas nelas.
Democratizar o trabalho, desmercantilizá-lo e fazer com que remedeie o ambiente é o que propõe um manifesto que tem como primeiras subscritoras as académicas Isabelle Ferreras, Julie Battilana, Dominique Méda. Subscrito por mais seis mil pessoas, já deu origem a um livro, que é agora apresentado.
Estando a tardar uma solução política para a situação em Cabo Delgado, como constata a Oikos, torna-se ainda mais importante o amplo trabalho humanitário na província moçambicana.
Revela-se de uma importância extraordinária o amplo trabalho humanitário desenvolvido em Cabo Delgado, que desde há anos vive uma situação dramática, agravada pelos ataques terroristas à cidade de Palma. O 7MARGENS tem, por isso, escutado as instituições e organizações não governamentais que estão no terreno para saber como é que elas vêem o que se está a passar, que trabalho desenvolvem e o que podem os portugueses fazer para ajudar os moçambicanos desta zona.
Devemos ao bispo Carlos Azevedo, hoje delegado no Conselho Pontifício da Cultura, a primeira edição dos primeiros livros de Daniel Faria, cujo 50.º aniversário de nascimento se assinala neste sábado, 10 de Março, com a realização de diversas iniciativas promovidas pela Casa de Daniel.
No momento em que o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) manifesta publicamente o receio de que, se a violência em Cabo Delgado não for travada, haja em junho mais de um milhão de deslocados na província do Nordeste de Moçambique, torna-se ainda mais urgente a ajuda humanitária prestada por diversas instituições e organizações, como é o caso da Helpo.
O ataque à cidade de Palma veio agravar a situação já muito alarmante que se vive na província de Cabo Delgado (Norte de Moçambique), mas contribuiu para chamar a atenção da comunidade internacional para um drama que não é recente. O 7 Margens quis saber como é que as organizações vêem o que se está a passar, que trabalho desenvolvem e o que podem os portugueses fazer para ajudar os moçambicanos desta zona do nordeste moçambicano. Damos voz, desta vez, à Fundação Ajuda à Igreja que Sofre.
As crianças precisam de escola com qualidade (particularmente as meninas, sempre mais vulneráveis a abusos), as pessoas em geral de melhores cuidados de saúde, os jovens precisam de ocupação, de trabalho e de perspetivas de futuro, a universalização no acesso à energia elétrica e à água potável.
A errata que o diário espanhol El País, um dos mais prestigiados jornais europeus, publicou na edição de domingo, 28 de Março, esclarecendo que “no catolicismo, a Trindade está formada pelo Pai, pelo Filho e pelo Espírito Santo; e não pelo Pai, pelo Filho e pela Virgem como se sugeria na reportagem sobre a catedral de Burgos publicada no sábado nas páginas de Cultura”, poderia ser apenas risível. Mas é o sintoma de uma deplorável falta de cultura religiosa que grassa nas redacções dos jornais. E, evidentemente, não apenas nelas.
Democratizar o trabalho, desmercantilizá-lo e fazer com que remedeie o ambiente é o que propõe um manifesto que tem como primeiras subscritoras as académicas Isabelle Ferreras, Julie Battilana, Dominique Méda. Subscrito por mais seis mil pessoas, já deu origem a um livro, que é agora apresentado.
Livro sobre a PIDE
O estranho “suicídio” do pastor Zedequias ManganhelaO livro será apresentado nesta quarta-feira, 16, a partir das 18h30, no auditório do Liceu Camões, em Lisboa, com intervenções da historiadora Maria Inácia Rezola, responsável da Comissão Comemorativa 50 anos do 25 de Abril, e por Fernando Marques Mendes, antigo padre do Macúti, um dos que denunciou os massacres cometidos pelo Exército português na então colónia de Moçambique.
Terça-feira, 15 de setembro
O futuro do voluntariado em debate na Assembleia da RepúblicaO futuro enquadramento legal das ações de voluntariado, das organizações promotoras do voluntariado e dos próprios voluntários vai estar em debate na manhã desta terça-feira, dia 15 de setembro, na sala do senado da Assembleia da República.
Literatura
Quando o Santo leu o “Herege”: Padre Américo, leitor de Guerra JunqueiroNesta terça-feira, 15 de Setembro, passam 176 anos sobre o nascimento de Guerra Junqueiro. Não deixa de ser curioso assinalar a data lembrando uma carta escrita, há pouco mais de um século, por um jovem seminarista que ainda não era Padre Américo e que, entre tantas leituras possíveis, recomendava precisamente Junqueiro. [Texto de Henrique Manuel Pereira].
[Entre o quadro e o mundo (28)]
Ler devagar num mundo aceleradoNum mundo marcado pela velocidade, pelos ecrãs e pelo acesso permanente a informação, ainda há lugar para a leitura lenta? O novo episódio do podcast Entre o Quadro e o Mundo, de Luís Francisco Marques, parte do livro enquanto objeto para refletir sobre atenção, pensamento e educação.
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