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Artigos de Jorge Wemans
Ali não vos posso levar. Ou talvez sim…

Ali não vos posso levar. Ou talvez sim…

Os homens tornaram-se raros. Pouco a pouco, as mulheres tomaram os trabalhos que eram deles e as tarefas que só eles desempenhavam, fazendo cair os mitos antigos. Também as crianças deixaram de ser simples ajudantes de ocasião, para passarem a assegurar fainas de fio a pavio. Eram os anos sessenta, a pobreza e a emigração.

Celebrar o Tempo da Criação num país negro de fumo

Até 4 de Outubro

Celebrar o Tempo da Criação num país negro de fumo

O país viveu o agosto mais negro de sempre. O fogo consumiu tudo: vidas, casas, bens, culturas… O desordenamento do território transformou a floresta num inimigo assassino. As comunidades religiosas tentaram, à sua maneira, apoiar os mais atingidos, oferecendo acolhimento e apoios. Porém, a tragédia não suscitou vozes exigindo cuidar da nossa casa comum. O silêncio da Igreja Católica foi clamoroso. Tal como agora é tímido, ou mesmo inexistente, o seu programa para celebrar o Tempo da Criação que se inicia amanhã, dia 1 de setembro.

Genocídio em Gaza: o sentimento de impotência e a tentação de desviar os olhos

Genocídio em Gaza: o sentimento de impotência e a tentação de desviar os olhos

“Nada tem sido capaz de deter a brutalidade assassina das forças armadas israelitas. Tão prolongada impotência perante tão inaudito horror convida a ceder à tentação de desviar os olhos. De não querer ver, deixar de ouvir, evitar ler. A tentação e o cansaço são grandes. Mas trairíamos a nossa humanidade se fechássemos os olhos.”

Ali não vos posso levar. Ou talvez sim…

Ali não vos posso levar. Ou talvez sim…

Os homens tornaram-se raros. Pouco a pouco, as mulheres tomaram os trabalhos que eram deles e as tarefas que só eles desempenhavam, fazendo cair os mitos antigos. Também as crianças deixaram de ser simples ajudantes de ocasião, para passarem a assegurar fainas de fio a pavio. Eram os anos sessenta, a pobreza e a emigração.

Celebrar o Tempo da Criação num país negro de fumo

Até 4 de Outubro

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O país viveu o agosto mais negro de sempre. O fogo consumiu tudo: vidas, casas, bens, culturas… O desordenamento do território transformou a floresta num inimigo assassino. As comunidades religiosas tentaram, à sua maneira, apoiar os mais atingidos, oferecendo acolhimento e apoios. Porém, a tragédia não suscitou vozes exigindo cuidar da nossa casa comum. O silêncio da Igreja Católica foi clamoroso. Tal como agora é tímido, ou mesmo inexistente, o seu programa para celebrar o Tempo da Criação que se inicia amanhã, dia 1 de setembro.

Genocídio em Gaza: o sentimento de impotência e a tentação de desviar os olhos

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“Nada tem sido capaz de deter a brutalidade assassina das forças armadas israelitas. Tão prolongada impotência perante tão inaudito horror convida a ceder à tentação de desviar os olhos. De não querer ver, deixar de ouvir, evitar ler. A tentação e o cansaço são grandes. Mas trairíamos a nossa humanidade se fechássemos os olhos.”

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Relatórios propõem leigos nas visitas ad limina e cuidado na aprovação de novos movimentos eclesiais

Grupos de estudo pós-Sínodo

Relatórios propõem leigos nas visitas ad limina e cuidado na aprovação de novos movimentos eclesiais

O bispo diocesano deve convocar o seu povo para que este participe na redação do relatório sobre a situação da diocese a enviar à Santa Sé antes da visita ad limina, na qual se deve fazer acompanhar por alguns leigos, e a clarificação dos critérios de aprovação das formas emergentes de associações de leigos ou de vida consagrada são algumas das recomendações dos relatórios dos Grupos de Estudo 6 e 7.

Tudo é para sempre

[Entre Margens]

Tudo é para sempre

Friedrich Nietzsche, na sua famosa teoria do eterno retorno, propôs que a existência de cada indivíduo se repete infinitamente até à eternidade. De facto, se concebermos o universo como infinito no tempo, é inevitável que concluamos que, o que quer que tenha alguma probabilidade de acontecer, mesmo a mais ínfima, não só já aconteceu infinitas vezes no passado como ocorrerá infinitas vezes no futuro. [Texto de Rúben Azevedo].

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