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Artigos de José Brissos-Lino
A Inquisição acabou no papel mas não nas cabeças

A Inquisição acabou no papel mas não nas cabeças

Da mesma forma como não podemos esquecer os horrores do nazismo, do estalinismo, do maoísmo, dos kmervermelhos, do fascismo e de tantas outas ditaduras sanguinárias de direita e de esquerda, também não podemos esquecer esse maldito Tribunal do Santo Ofício, vulgo Inquisição, que de tribunal nada tinha e de santo muito menos.

A Inquisição acabou no papel mas não nas cabeças

O que idiotas e ignorantes fazem com a Bíblia

Muitos gostam de citar a Bíblia nos seus escritos e discursos, para parecerem cultos e legitimarem os seus pontos de vista, mas poucos gastam tempo a lê-la. Até os magistrados. E depois sai asneira, como não podia deixar de ser.

A Inquisição acabou no papel mas não nas cabeças

Um estranho Rio que corre ao contrário

Pode parecer estranho, mas num país com uma população tão diversificada como é o Brasil, a intolerância religiosa cresce e assume contornos preocupantes. Mas parte do problema parece estar nas lideranças mediáticas neopentecostais.

A Inquisição acabou no papel mas não nas cabeças

Matar é cobardia, coragem é conviver!

Imaginemos que um islamita armado entrava num domingo na Sé de Lisboa e assassinava cinquenta católicos, entre adultos e crianças. Foi o que fez o supremacista branco Brenton Tarrant. Só que os mortos são muçulmanos, abatidos em duas mesquitas de Cristchurch (Nova Zelândia). Para alguns é mais fácil a cobardia do assassinato do que a coragem da convivência.

A Inquisição acabou no papel mas não nas cabeças

Fascista é a tua tia!

Qualquer alma que se atreva a opor às ideias do extremismo político de esquerda tende a ser apelidado de fascista. O mesmo se pode dizer da direita, que chama comunista a tudo o que mexe. E assim se vai fazendo o branqueamento da verdadeira besta negra do fascismo.

A Inquisição acabou no papel mas não nas cabeças

O sínodo contra a pedofilia soube a… poucochinho

Avassalador, é o que se pode dizer do escândalo dos abusos sexuais perpetrados por sacerdotes católicos, dada a sua dimensão. Francisco convocou um encontro para enfrentar a questão e comprometer as lideranças religiosas. Mas o resultado parece… poucochinho

A Inquisição acabou no papel mas não nas cabeças

A culpa não é minha!

O tema da culpa está muito presente nas religiões desde sempre, em especial no cristianismo. O sentimento de culpa é tão forte e desagradável que as pessoas, logo desde a infância, procuram remeter a culpa para os outros, de forma instintiva, sacudindo a água do capote.

A Inquisição acabou no papel mas não nas cabeças

Qual é o problema de Neto de Moura com as mulheres?

Esta mentalidade ainda subsistente entre nós tem que ser combatida nas escolas, na comunicação social, nas artes, nas universidades e nos meios religiosos. A violência no namoro é assustadora. Mas as instituições do Estado não podem ficar a ver a banda passar.

A Inquisição acabou no papel mas não nas cabeças

A Inquisição acabou no papel mas não nas cabeças

Da mesma forma como não podemos esquecer os horrores do nazismo, do estalinismo, do maoísmo, dos kmervermelhos, do fascismo e de tantas outas ditaduras sanguinárias de direita e de esquerda, também não podemos esquecer esse maldito Tribunal do Santo Ofício, vulgo Inquisição, que de tribunal nada tinha e de santo muito menos.

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Imaginemos que um islamita armado entrava num domingo na Sé de Lisboa e assassinava cinquenta católicos, entre adultos e crianças. Foi o que fez o supremacista branco Brenton Tarrant. Só que os mortos são muçulmanos, abatidos em duas mesquitas de Cristchurch (Nova Zelândia). Para alguns é mais fácil a cobardia do assassinato do que a coragem da convivência.

A Inquisição acabou no papel mas não nas cabeças

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Qualquer alma que se atreva a opor às ideias do extremismo político de esquerda tende a ser apelidado de fascista. O mesmo se pode dizer da direita, que chama comunista a tudo o que mexe. E assim se vai fazendo o branqueamento da verdadeira besta negra do fascismo.

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