Ao assistir a notícias e comentários fico, quase sempre, com a sensação de que a Europa se transformou numa sala de espera sem médico: cadeiras alinhadas, silêncio desconfortável e um relógio onde as horas vão passando, mas que não avança no tempo. É uma sala limpa, climatizada, civilizada, mas onde ninguém sabe ao certo quem chamou quem, nem para quê. [Texto de Júlia Costa].












