Assisti à cerimónia da consagração ao coração de Jesus e ao coração de Maria, proposta pelos bispos de Portugal, Espanha e outros países. Um ponto de partida para reflectir sobre oração e rito.
Assisti à cerimónia da consagração ao coração de Jesus e ao coração de Maria, proposta pelos bispos de Portugal, Espanha e outros países. Um ponto de partida para reflectir sobre oração e rito.
Li recentemente, numa notícia na Ecclesia que “eutanásia e suicídio assistido não acabam com o sofrimento, acabam com uma vida”. Parece um slogan próprio de grandes marchas públicas. O autor (D. Nuno Almeida, bispo auxiliar de Braga) propõe que a Assembleia da República deve votar “não à eutanásia e suicídio assistido»”, porque se trata de uma “interrupção voluntária do amor e da vida”.
Descobri que “boa-morte” é a tradução literal e exacta de “eu-tanásia”. E mais: existe uma Santa Atanásia (=imortal) mas não conheço nenhuma Santa Eutanásia e muito menos Santa Tanásia (ou Santa Morte, que pelos vistos já não será tão bom…).
A junção de beleza e ecumenismo evoca a luxuriante diversidade num jardim. A beleza tem afinidades com a surpresa: é a vitória sobre o banal, o monótono.
Tem graça: ainda vou à missa! É o que fico a pensar, depois de ouvir certas conversas… Por isso, apreciei muito a sugestão do Conselho Diocesano de Pastoral, de Aveiro: «escutar as pessoas sem medo do que disserem». Mas… E se as pessoas têm medo de dizer o que lhes vai na alma? E não seria igualmente importante perguntar «Por que é que vai à missa»?
As Perguntas e Respostas sobre a Eutanásia, da Conferência Episcopal Portuguesa, foram resumidas num folheto sem data, distribuído há vários meses. Uma iniciativa muito positiva. Dele fiz cuidadosa leitura, cujas anotações aqui são desenvolvidas. O grande motivo da minha reflexão é verificar como é difícil, nomeadamente ao clero católico, ser fiel ao rigor “filosófico” da linguagem, mas fugindo ao «estilo eclesiástico» para saber explorar “linguagem franca”. Sobretudo quando o tema é conflituoso…
Li há dias uma notícia com o título: “Troca de padres não agrada a paroquianos”. Casos como este são excelente ocasião para esclarecer valores ou razões escondidas, concorrendo para o crescimento espiritual de todos (não só dos paroquianos).
Por que é que os Evangelhos apresentam Jesus a dissuadir pretensos discípulos de se despedirem da família e até, para um deles, de cumprir o dever quase sagrado de sepultar o pai acabado de morrer? Como se pode falar de boa educação?
Assisti à cerimónia da consagração ao coração de Jesus e ao coração de Maria, proposta pelos bispos de Portugal, Espanha e outros países. Um ponto de partida para reflectir sobre oração e rito.
Li recentemente, numa notícia na Ecclesia que “eutanásia e suicídio assistido não acabam com o sofrimento, acabam com uma vida”. Parece um slogan próprio de grandes marchas públicas. O autor (D. Nuno Almeida, bispo auxiliar de Braga) propõe que a Assembleia da República deve votar “não à eutanásia e suicídio assistido»”, porque se trata de uma “interrupção voluntária do amor e da vida”.
Descobri que “boa-morte” é a tradução literal e exacta de “eu-tanásia”. E mais: existe uma Santa Atanásia (=imortal) mas não conheço nenhuma Santa Eutanásia e muito menos Santa Tanásia (ou Santa Morte, que pelos vistos já não será tão bom…).
A junção de beleza e ecumenismo evoca a luxuriante diversidade num jardim. A beleza tem afinidades com a surpresa: é a vitória sobre o banal, o monótono.
Tem graça: ainda vou à missa! É o que fico a pensar, depois de ouvir certas conversas… Por isso, apreciei muito a sugestão do Conselho Diocesano de Pastoral, de Aveiro: «escutar as pessoas sem medo do que disserem». Mas… E se as pessoas têm medo de dizer o que lhes vai na alma? E não seria igualmente importante perguntar «Por que é que vai à missa»?
As Perguntas e Respostas sobre a Eutanásia, da Conferência Episcopal Portuguesa, foram resumidas num folheto sem data, distribuído há vários meses. Uma iniciativa muito positiva. Dele fiz cuidadosa leitura, cujas anotações aqui são desenvolvidas. O grande motivo da minha reflexão é verificar como é difícil, nomeadamente ao clero católico, ser fiel ao rigor “filosófico” da linguagem, mas fugindo ao «estilo eclesiástico» para saber explorar “linguagem franca”. Sobretudo quando o tema é conflituoso…
Li há dias uma notícia com o título: “Troca de padres não agrada a paroquianos”. Casos como este são excelente ocasião para esclarecer valores ou razões escondidas, concorrendo para o crescimento espiritual de todos (não só dos paroquianos).
Por que é que os Evangelhos apresentam Jesus a dissuadir pretensos discípulos de se despedirem da família e até, para um deles, de cumprir o dever quase sagrado de sepultar o pai acabado de morrer? Como se pode falar de boa educação?
Ano Jubilar Sta Beatriz da Silva
50 anos da canonização – A primeira santa portuguesa “praticou a caridade de forma assídua”A Ordem da Imaculada Conceição celebra neste sábado, 3 de outubro de 2026, a data principal do seu Ano Jubilar: é o dia em que comemoramos os 50 anos da canonização da nossa primeira santa portuguesa e madre fundadora Beatriz da Silva.
Domingo, 4 de outubro
Marcha pela “água que dá a vida”, em defesa da Paz e da Terra nos 800 anos de São FranciscoA concentração dos caminhantes pela paz tem início pelas 16h00 deste domingo, 4 de outubro, diante do Centro Comercial das Amoreiras, de onde seguem em direção ao Jardim das Amoreiras, Parque Eduardo VII e jardim da Fundação Calouste Gulbenkian. Uma marcha em defesa da Terra e da Paz.
[A Palavra e a vida]
Bíblia e atenção aos anciãosA fé bíblica solicita com vigor o respeito para com o ancião, também por ele ser frágil: “Levanta-te diante dos cabelos brancos e honra o rosto do ancião; teme o teu Deus” (Lev 19,32). Honrar os anciãos era abrir o futuro aos jovens. O sábio Ben Sira recomenda-o: “Não desprezes um ancião, porque também nós envelheceremos” (8,6). [Texto de Armindo Vaz, frade da Ordem dos Carmelitas Descalços]
[Lugar (in)comum]
“As desculpas não se pedem, evitam-se!”“A lógica é muito simples: mais vale prevenir do que remediar. Contudo, sob uma aparente sabedoria popular, encontramos um ditado rígido que revela mais sobre a recusa em lidar com o erro do que sobre responsabilidade.” [Texto de Júlia Costa]
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