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Artigos de Manuel Mendes
“Sequência da Páscoa: uma das mais belas histórias do mundo”

“Sequência da Páscoa: uma das mais belas histórias do mundo”

Sem poder ir ao cinema para poder falar de um novo filme que, entretanto, tivesse estreado, porque estamos em tempo de Páscoa e porque temos ainda viva diante dos olhos a profética peregrinação do Papa Francisco ao Iraque – que não pode ser esquecida, mas sempre lembrada e posta em prática – resolvi escrever (para mim, a primeira vez neste lugar) sobre um filme profundamente pascal e actual: Dos Homens e dos Deuses (é quase pecado não ter experimentado a comoção de vê-lo). E não fui o único a fazê-lo por estes dias.

Mulheres que são como lugares mal situados

Mulheres que são como lugares mal situados

Nunca tinha ouvido falar nem tinha visto nenhum filme de Hong Sang Soo. Mas tenho sempre algum fascínio pelo cinema que vem dos lados do Oriente. Fui ver e não fiquei desiludido.

A luta de Abel com o Caim dentro dele

A luta de Abel com o Caim dentro dele

Como escrever sobre um filme que nos parece importante, mas nem sequer foi daqueles que mais nos entusiasmou? E, no entanto, parece “obrigatório” escrever sobre ele, o último filme de Abel Ferrara, com o seu alter-ego e crístico Willem Dafoe: Sibéria.

O olhar da raposa

O olhar da raposa

Infelizmente, são ainda muitos os lugares deste mundo onde a pena de morte continua a existir e a ser praticada. Sirvam de exemplo estas notícias do Público de sexta, 11 de Dezembro e Domingo 13 de Dezembro: “Trump autoriza onda de execuções como não se via há 124 anos”; “Alfred Bourgeois é o segundo executado em dois dias pela Administração Trump”; “Irão executa jornalista por inspirar protestos de 2017 contra o regime”.

Listen: um filme para ser escutado nas entranhas

Listen: um filme para ser escutado nas entranhas

Podemos entrar neste filme pela lente partida da máquina fotográfica a fingir de Lu, a filha surda-muda daquela família. Uma lente que faz lembrar as teias onde as aranhas apanham, prendem e comem outros insectos. É disso que se trata neste filme: o Estado, no seu suposto zelo de cuidar das crianças melhor do que a família, cegamente e violentamente, vigia, julga e retira os filhos aos pais.

Roubaix: um conto de Natal (em Novembro)

Roubaix: um conto de Natal (em Novembro)

Ao ler uma entrevista (Público/Ípsilon, 11 de setembro) do realizador Arnaud Desplechin, ainda antes de ir ver o filme, houve logo duas coisas que me fizeram pensar no Papa Francisco e no caminho que ele insistentemente propõe aos baptizados. Essa impressão foi agora, no momento em que escrevo, alargada pela leitura da sua nova encíclica Todos Irmãos (Fratelli Tutti).

Um desejo furioso de sacrifício

Um desejo furioso de sacrifício

O primeiro mérito do último filme de André Téchiné O Adeus à Noite – que começa com a profusão e beleza de um imenso cerejal em flor rapidamente ensombrado por um eclipse – é o de nos obrigar a (re)pensar – a não deixar esquecer, apesar de aparentemente estar mais adormecido – o complicado problema que é a sedução exercida pelo jihadismo sobre muitos jovens, franceses nomeadamente.

Brincar com a claridade e a escuridão

Brincar com a claridade e a escuridão

“Creio que o filme evoca, subtilmente, que há algo que nos transcende enquanto seres humanos. Talvez seja o hálito divino. Na Galiza, a natureza é forte, está todos os dias a dizer-nos que somos pequenos.” Estas são palavras de Olivier Laxe, o realizador galego, acerca do seu filme “O Que Arde”. Estamos em Agosto, como quase sempre – e às vezes de maneira muito dramática – já com imagens de incêndios que matam pessoas, destroem casas e floresta, deixando nas vidas e na terra cicatrizes bem fundas e difíceis de apagar.

“Sequência da Páscoa: uma das mais belas histórias do mundo”

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Mulheres que são como lugares mal situados

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Nunca tinha ouvido falar nem tinha visto nenhum filme de Hong Sang Soo. Mas tenho sempre algum fascínio pelo cinema que vem dos lados do Oriente. Fui ver e não fiquei desiludido.

A luta de Abel com o Caim dentro dele

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Como escrever sobre um filme que nos parece importante, mas nem sequer foi daqueles que mais nos entusiasmou? E, no entanto, parece “obrigatório” escrever sobre ele, o último filme de Abel Ferrara, com o seu alter-ego e crístico Willem Dafoe: Sibéria.

O olhar da raposa

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“Em que fonte procurámos saciar a nossa sede?”, perguntou o Papa à multidão

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Foi uma multidão eufórica que, neste sábado ao princípio da tarde, saudou o Papa Leão XIV, mal o papamóvel desembocou na rotunda do Arco do Triunfo, contornou o monumento e seguiu por uns Campos Elísios repletos de pessoas a agitar bandeirinhas. Demorou mais de meia hora até chegar à Praça da Concórdia, onde decorreu a celebração da Eucaristia.

Seguro e Leão XIV em sintonia na defesa da paz: “Os problemas resolvem-se à mesa e não num campo de batalha”

Encontro no Vaticano

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António José Seguro e o Papa Leão XIV estão de acordo na necessidade de pôr fim às guerras e procurar soluções para os conflitos através do diálogo. A conclusão resulta do encontro que o Presidente da República manteve esta quinta-feira, 24 de setembro, com o Papa, no Vaticano, e que António José Seguro relatou aos jornalistas como tendo sido uma conversa “muito importante e muito profunda”, centrada na paz, na dignidade humana e na esperança.

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