E se, ao voltar à catedral de Notre-Dame, em Paris, depois da sua reabertura em 2024, encontrasse uma ocupação do espaço radicalmente diferente, mais preocupada com as pessoas que a visitam do que com a reconstituição fiel do que ela era antes do incêndio de 2019? É, em boa medida, essa a opção que estará sobre a mesa, esta quinta-feira, 9, quando a Comissão Nacional do Património se encontrar com os autores da proposta e com os responsáveis da diocese de Paris, que a encomendaram.












