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Artigos de Marco Oliveira
E depois da Guerra? (2)

E depois da Guerra? (2)

Se olharmos para a história, percebemos que o fim dos grandes conflitos mundiais leva as nações do mundo a procurar um novo modelo de ordem internacional. Aconteceu com a Guerra dos 30 Anos (os tratados de Westfália, 1648), aconteceu com as Guerras Napoleónicas (o Congresso de Viena, 1815), aconteceu com a Primeira Guerra Mundial (a Sociedade das Nações, 1919) aconteceu com a Segunda Guerra Mundial (as Nações Unidas, 1945). [Texto de Marco Oliveira].

E depois da Guerra? (2)

E depois da Guerra? (1)

A guerra na Ucrânia já dura há mais de dois anos e tornou-se um assunto inevitável nas notícias e nas conversas de todos nós. Todos falamos de paz e de guerra. E vivemos apreensivos quanto a um possível alastramento do conflito, pois há mais de duas gerações que não víamos um conflito com estas dimensões na Europa. [Texto de Marco Oliveira]

E depois da Guerra? (2)

A propósito das eleições…

Uma das coisas boas que a revolução de 1974 nos trouxe foi a possibilidade de escolhermos os nossos representantes políticos. Para a geração dos meus pais, a revolução foi um momento intenso. Finalmente chegara a liberdade. Começaram a participar activamente na vida política, viram o fim da guerra colonial e uma descolonização tumultuosa, assistiam com interesse a debates políticos na TV, debatiam ideologias e as propostas de diferentes partidos políticos. [Texto de Marco Oliveira]

E depois da Guerra? (2)

Estas lutas infrutíferas, estas guerras ruinosas…

Já não bastava a guerra que se prolonga na Ucrânia. Agora temos outra guerra na Terra Santa. E nos meios de comunicação, nas redes sociais surgiu uma nova avalanche de notícias, imagens e comentários sobre este conflito. Foi a barbárie dos massacres de 7 de outubro, é a violência dos combates que se têm seguido, é o sofrimento e o desespero de todos os inocentes; tudo isto nos perturba. (Marco Oliveira).

E depois da Guerra? (2)

A Face Feminina de Deus (2)

Nas religiões abraâmicas, Deus tende a ser descrito com atributos que tradicionalmente consideramos masculinos, apesar do Criador ser considerado uma realidade transcendente, sem um corpo físico. As representações artísticas clássicas atribuíram-lhe uma figura masculina. Vivemos e moldámos as nossas culturas com essas imagens masculinas da divindade. (Marco Oliveira)

E depois da Guerra? (2)

A Face Feminina de Deus (1)

Quando se fala de religião com portugueses, quase inevitavelmente fala-se de Fátima. E muito naturalmente os Bahá’ís são questionados: “Mas vocês acreditam em Fátima e nas aparições?”. Costumo dizer que este é aquele tipo de pergunta onde devemos evitar respostas simplistas, pois há várias formas de olharmos os cultos marianos.

E depois da Guerra? (2)

Precisamos mesmo de milagres?

Fez-se uma pausa. Não era a primeira vez que falávamos de milagres nas nossas conversas sobre religião. Ele, defendendo os milagres como prova da presença divina ou da santidade de alguém; eu, questionando os milagres como sinal de intervenção divina. Numa conversa anterior sobre este tema, tinha dito que há coisas que pareciam impossíveis há alguns séculos e que hoje são perfeitamente normais.

Ser generoso na prosperidade – um hino de virtudes

Ser generoso na prosperidade – um hino de virtudes

Nas Escrituras Bahá’ís também podemos encontrar vários textos que descrevem o modelo de vida dos crentes. O mais conhecido é uma epístola de Bahá’u’lláh dirigida a um dos Seus filhos, onde o fundador da Fé Bahá’í usa uma linguagem espiritualmente intensa e profundamente poética, para nos apresentar um código de conduta moral universal.

E depois da Guerra? (2)

E depois da Guerra? (2)

Se olharmos para a história, percebemos que o fim dos grandes conflitos mundiais leva as nações do mundo a procurar um novo modelo de ordem internacional. Aconteceu com a Guerra dos 30 Anos (os tratados de Westfália, 1648), aconteceu com as Guerras Napoleónicas (o Congresso de Viena, 1815), aconteceu com a Primeira Guerra Mundial (a Sociedade das Nações, 1919) aconteceu com a Segunda Guerra Mundial (as Nações Unidas, 1945). [Texto de Marco Oliveira].

E depois da Guerra? (2)

E depois da Guerra? (1)

A guerra na Ucrânia já dura há mais de dois anos e tornou-se um assunto inevitável nas notícias e nas conversas de todos nós. Todos falamos de paz e de guerra. E vivemos apreensivos quanto a um possível alastramento do conflito, pois há mais de duas gerações que não víamos um conflito com estas dimensões na Europa. [Texto de Marco Oliveira]

E depois da Guerra? (2)

A propósito das eleições…

Uma das coisas boas que a revolução de 1974 nos trouxe foi a possibilidade de escolhermos os nossos representantes políticos. Para a geração dos meus pais, a revolução foi um momento intenso. Finalmente chegara a liberdade. Começaram a participar activamente na vida política, viram o fim da guerra colonial e uma descolonização tumultuosa, assistiam com interesse a debates políticos na TV, debatiam ideologias e as propostas de diferentes partidos políticos. [Texto de Marco Oliveira]

E depois da Guerra? (2)

Estas lutas infrutíferas, estas guerras ruinosas…

Já não bastava a guerra que se prolonga na Ucrânia. Agora temos outra guerra na Terra Santa. E nos meios de comunicação, nas redes sociais surgiu uma nova avalanche de notícias, imagens e comentários sobre este conflito. Foi a barbárie dos massacres de 7 de outubro, é a violência dos combates que se têm seguido, é o sofrimento e o desespero de todos os inocentes; tudo isto nos perturba. (Marco Oliveira).

E depois da Guerra? (2)

A Face Feminina de Deus (2)

Nas religiões abraâmicas, Deus tende a ser descrito com atributos que tradicionalmente consideramos masculinos, apesar do Criador ser considerado uma realidade transcendente, sem um corpo físico. As representações artísticas clássicas atribuíram-lhe uma figura masculina. Vivemos e moldámos as nossas culturas com essas imagens masculinas da divindade. (Marco Oliveira)

E depois da Guerra? (2)

A Face Feminina de Deus (1)

Quando se fala de religião com portugueses, quase inevitavelmente fala-se de Fátima. E muito naturalmente os Bahá’ís são questionados: “Mas vocês acreditam em Fátima e nas aparições?”. Costumo dizer que este é aquele tipo de pergunta onde devemos evitar respostas simplistas, pois há várias formas de olharmos os cultos marianos.

E depois da Guerra? (2)

Precisamos mesmo de milagres?

Fez-se uma pausa. Não era a primeira vez que falávamos de milagres nas nossas conversas sobre religião. Ele, defendendo os milagres como prova da presença divina ou da santidade de alguém; eu, questionando os milagres como sinal de intervenção divina. Numa conversa anterior sobre este tema, tinha dito que há coisas que pareciam impossíveis há alguns séculos e que hoje são perfeitamente normais.

Ser generoso na prosperidade – um hino de virtudes

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Nas Escrituras Bahá’ís também podemos encontrar vários textos que descrevem o modelo de vida dos crentes. O mais conhecido é uma epístola de Bahá’u’lláh dirigida a um dos Seus filhos, onde o fundador da Fé Bahá’í usa uma linguagem espiritualmente intensa e profundamente poética, para nos apresentar um código de conduta moral universal.

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