Há alguns dias fomos levados a refletir sobre florestas, mãos criminosas e heróis. Mãos criminosas daqueles que não se importam de destruir e de matar por dinheiro, por “vício”, por perturbação mental, por ausência total de culpa e de remorso, para servir interesses perversos e marginais. Heróis, os que doam horas, dias, semanas, meses das suas vidas para combater chamas; para impedir que muitos fiquem sem os seus pertences, o que nem sempre conseguem. [Texto de Margarida Cordo]






