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Artigos de Margarida Cordo
Ilustres desconhecidos para sempre

Ilustres desconhecidos para sempre

Há alguns dias fomos levados a refletir sobre florestas, mãos criminosas e heróis. Mãos criminosas daqueles que não se importam de destruir e de matar por dinheiro, por “vício”, por perturbação mental, por ausência total de culpa e de remorso, para servir interesses perversos e marginais. Heróis, os que doam horas, dias, semanas, meses das suas vidas para combater chamas; para impedir que muitos fiquem sem os seus pertences, o que nem sempre conseguem. [Texto de Margarida Cordo]

Há vários mundos no Mundo

Há vários mundos no Mundo

Estamos na Ilha do Príncipe, onde se recebe uma lição de vida em cada pedaço de partilha com os residentes, parte dos quais nunca daqui saiu, apesar de trabalhar no turismo. Nestas paragens a Terra Prometida, bairro construído pela ONU, mas pago por um cidadão sul-africano que tanto tem ajudado esta ilha através da forma como investe nela e dos postos de trabalho que cria.

Ilustres desconhecidos para sempre

Do pouco sobra sempre

Neste texto vou contar quatro situações diferentes e um provérbio chinês. Habitualmente constato, quando estou em Lisboa, que o padre da minha paróquia, celebra pontualmente a missa dominical. Nos outros dias da semana não sei, já que não ando pelo local, mas imagino que seja o mesmo. Hoje[1] veio outro celebrante, igualmente rigoroso no horário, que, na homilia, contou uma história que se passou em S. Tomé, aquando da sua ida a uma ordenação sacerdotal. [Texto de Margarida Cordo].

Ilustres desconhecidos para sempre

Rugas

Às vezes penso que vivemos num mundo obcecado pela eterna juventude e pela intolerância ao envelhecimento e às imperfeições físicas que este vai deixando. Escrevo, escrevo e escrevo sobre isto para despertar os mais distraídos. Aí vou – os sulcos que se vincam nas nossas testas revelam a força dos pensamentos profundos e das decisões difíceis que tomámos. Em cada ruga dos outros cantos do rosto, um pedaço da nossa história se encerra. [Texto de Margarida Cordo]

Ilustres desconhecidos para sempre

O mundo precisa

O mundo precisa, digo eu, de pessoas felizes para que possam dar o melhor de si mesmas aos outros. O mundo precisa de gente grande que não se empoleira em deslumbrados holofotes, mas constrói o próprio mérito na forma como, concretamente, dá e se dá. O mundo precisa de humanos que queiram, com lealdade e algum altruísmo, o bem de cada outro. – A reflexão da psicóloga Margarida Cordo, para ler no 7MARGENS.

Ilustres desconhecidos para sempre

Influenciadores ou a futilidade encantatória do espelho

Estou chocada. Apetece-me insistir nisto. O mundo dos influenciadores nunca foi um espaço digital por onde gostasse ou tivesse o hábito de deambular. Como há sempre uma “primeira” vez, lá fui eu um destes dias. Coloquei primeira entre aspas, pois, muito esporadicamente, já tinha ido cuscar algo específico, por mera curiosidade e para combater a minha iliteracia em matéria de algumas conversas. [Texto de Margarida Cordo]

Ilustres desconhecidos para sempre

Relação com a vida: uma urgência da Humanidade

Frequentemente dizemos que o ser humano é um ser em relação, estando, com isto a exprimir que interage com os outros, mais longínquos ou mais próximos; mais reais ou mais em ambiente virtual. No entanto poucas vezes refletimos que, cada um se relaciona com múltiplas dimensões do seu quotidiano e de si mesmo. Hoje escolhi falar de relação com a vida, essa experiência total e urgente que cada um de nós faz desde que nasce até que, daqui, vai embora. Trata-se, pois, da mais significativa valência acerca da qual devemos tornar-nos verdadeiros sábios. [Texto de Margarida Cordo]

Ilustres desconhecidos para sempre

Fé, lugar dos artistas e coisas simples

Há quem diga que «a arte imita a vida.» Eu não tenho essa certeza, mas sei que quem é capaz de esculpir o seu sentir, através de palavras, tintas, linhas ou paus que seja, vive de uma forma que, talvez por não se fazer entender de modo óbvio, parece incompatível com aquilo que se convenciona chamar normalidade. Hoje, ao escutar um podcast de uma escritora, percebi, talvez por esta usar muito bem também a proza falada, que o que diverge entre os artistas e os outros é o sentir. A maneira como os estímulos impactam e ecoam no interior de cada um faz realmente toda a diferença. [Texto de Margarida Cordo]

Ilustres desconhecidos para sempre

Ilustres desconhecidos para sempre

Há alguns dias fomos levados a refletir sobre florestas, mãos criminosas e heróis. Mãos criminosas daqueles que não se importam de destruir e de matar por dinheiro, por “vício”, por perturbação mental, por ausência total de culpa e de remorso, para servir interesses perversos e marginais. Heróis, os que doam horas, dias, semanas, meses das suas vidas para combater chamas; para impedir que muitos fiquem sem os seus pertences, o que nem sempre conseguem. [Texto de Margarida Cordo]

Há vários mundos no Mundo

Há vários mundos no Mundo

Estamos na Ilha do Príncipe, onde se recebe uma lição de vida em cada pedaço de partilha com os residentes, parte dos quais nunca daqui saiu, apesar de trabalhar no turismo. Nestas paragens a Terra Prometida, bairro construído pela ONU, mas pago por um cidadão sul-africano que tanto tem ajudado esta ilha através da forma como investe nela e dos postos de trabalho que cria.

Ilustres desconhecidos para sempre

Do pouco sobra sempre

Neste texto vou contar quatro situações diferentes e um provérbio chinês. Habitualmente constato, quando estou em Lisboa, que o padre da minha paróquia, celebra pontualmente a missa dominical. Nos outros dias da semana não sei, já que não ando pelo local, mas imagino que seja o mesmo. Hoje[1] veio outro celebrante, igualmente rigoroso no horário, que, na homilia, contou uma história que se passou em S. Tomé, aquando da sua ida a uma ordenação sacerdotal. [Texto de Margarida Cordo].

Ilustres desconhecidos para sempre

Rugas

Às vezes penso que vivemos num mundo obcecado pela eterna juventude e pela intolerância ao envelhecimento e às imperfeições físicas que este vai deixando. Escrevo, escrevo e escrevo sobre isto para despertar os mais distraídos. Aí vou – os sulcos que se vincam nas nossas testas revelam a força dos pensamentos profundos e das decisões difíceis que tomámos. Em cada ruga dos outros cantos do rosto, um pedaço da nossa história se encerra. [Texto de Margarida Cordo]

Ilustres desconhecidos para sempre

O mundo precisa

O mundo precisa, digo eu, de pessoas felizes para que possam dar o melhor de si mesmas aos outros. O mundo precisa de gente grande que não se empoleira em deslumbrados holofotes, mas constrói o próprio mérito na forma como, concretamente, dá e se dá. O mundo precisa de humanos que queiram, com lealdade e algum altruísmo, o bem de cada outro. – A reflexão da psicóloga Margarida Cordo, para ler no 7MARGENS.

Ilustres desconhecidos para sempre

Influenciadores ou a futilidade encantatória do espelho

Estou chocada. Apetece-me insistir nisto. O mundo dos influenciadores nunca foi um espaço digital por onde gostasse ou tivesse o hábito de deambular. Como há sempre uma “primeira” vez, lá fui eu um destes dias. Coloquei primeira entre aspas, pois, muito esporadicamente, já tinha ido cuscar algo específico, por mera curiosidade e para combater a minha iliteracia em matéria de algumas conversas. [Texto de Margarida Cordo]

Ilustres desconhecidos para sempre

Relação com a vida: uma urgência da Humanidade

Frequentemente dizemos que o ser humano é um ser em relação, estando, com isto a exprimir que interage com os outros, mais longínquos ou mais próximos; mais reais ou mais em ambiente virtual. No entanto poucas vezes refletimos que, cada um se relaciona com múltiplas dimensões do seu quotidiano e de si mesmo. Hoje escolhi falar de relação com a vida, essa experiência total e urgente que cada um de nós faz desde que nasce até que, daqui, vai embora. Trata-se, pois, da mais significativa valência acerca da qual devemos tornar-nos verdadeiros sábios. [Texto de Margarida Cordo]

Ilustres desconhecidos para sempre

Fé, lugar dos artistas e coisas simples

Há quem diga que «a arte imita a vida.» Eu não tenho essa certeza, mas sei que quem é capaz de esculpir o seu sentir, através de palavras, tintas, linhas ou paus que seja, vive de uma forma que, talvez por não se fazer entender de modo óbvio, parece incompatível com aquilo que se convenciona chamar normalidade. Hoje, ao escutar um podcast de uma escritora, percebi, talvez por esta usar muito bem também a proza falada, que o que diverge entre os artistas e os outros é o sentir. A maneira como os estímulos impactam e ecoam no interior de cada um faz realmente toda a diferença. [Texto de Margarida Cordo]

Últimas Notícias

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O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred novidade

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

Bíblia da CEP

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias novidade

A Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disponibilizou a tradução provisória do Livro de Baruc e da Carta de Jeremias, dando continuidade ao processo de revisão e tradução dos textos bíblicos. Como nas restantes publicações, a comissão convida os leitores a enviar sugestões e comentários para contribuir para a revisão do texto.

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