Enquanto português (e europeu), filho de uma civilização herdeira de Atenas, Roma e Jerusalém, quer dizer, de uma civilização que se funda historicamente no Direito – individual, nacional e dos povos –, no pensamento e cultura gregos, e na ética e espiritualidade judaico-cristãs, julgo legítimo esperar da parte dos meus representantes políticos uma atitude coerente e consistente com as exigências de tão rico e importante legado. [Texto de Rúben Azevedo].




