Outros, cegos pela dor, ou mesmo pelo desespero, não conseguiam senão orar a Deus para que lhes desse paz. Ou lançavam ao abismo absoluto do Céu e da Terra um lancinante porquê, quando não um para quê, daqueles que visam a raíz do Ser para redimir toda a realidade. E o silêncio respondia sempre. [Texto de Rúben Azevedo].





