Em si mesma, não sabemos o que é a morte. Sabemos apenas que a vida física, exterior, empírica, estiola e cessa, dissolvendo-se nos seus elementos bioquímicos. Um corpo, um organismo, deixa de funcionar, torna-se matéria sem unidade orgânica, sem identidade, pronta a ser dispersa e logo reaproveitada – porque na natureza, nada se perde, tudo se transforma. [Texto de Rúben Azevedo]




