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Artigos de Ruben Azevedo
Pátria

Pátria

Outros, cegos pela dor, ou mesmo pelo desespero, não conseguiam senão orar a Deus para que lhes desse paz. Ou lançavam ao abismo absoluto do Céu e da Terra um lancinante porquê, quando não um para quê, daqueles que visam a raíz do Ser para redimir toda a realidade. E o silêncio respondia sempre. [Texto de Rúben Azevedo].

Pátria

A morte é uma doença da imaginação

Em si mesma, não sabemos o que é a morte. Sabemos apenas que a vida física, exterior, empírica, estiola e cessa, dissolvendo-se nos seus elementos bioquímicos. Um corpo, um organismo, deixa de funcionar, torna-se matéria sem unidade orgânica, sem identidade, pronta a ser dispersa e logo reaproveitada – porque na natureza, nada se perde, tudo se transforma. [Texto de Rúben Azevedo]

Pátria

A cidade de Mahagony e a alegoria de Brecht

O famoso dramaturgo e poeta alemão Bertold Brecht, na sua peça Ascensão e Queda da Cidade de Mahagony (1929), construiu uma interessante alegoria que bem se pode aplicar ao nosso século: na cidade de Mahagony tudo é permitido, o prazer está ao alcance de todos e o hedonismo radical é um modo de vida. [Texto de Rúben Azevedo]

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Pedir-te-ei contas da alma do homem, teu irmão

Chega de carnificina em Gaza! Chega! Chega de escolas arrasadas, de crianças mortas ou deslocadas, de massacres, de sofrimento sem nome. Chega de desumanidade! – com conivência norte-americana. A manutenção da supremacia regional – e mundial – através do proxy israelita não pode justificar tal nível de permissividade para com os crimes israelitas em Gaza. [Texto de Ruben Azevedo].

Pátria

Dignidade Humana e Paz

É preciso desinstrumentalizar o nosso modo de ver o outro, cultivando assim a sua dignidade por aquilo que é. Este é um esforço verdadeiramente espiritual, talvez mesmo o esforço espiritual por excelência – a purificação do olhar e da intenção. Tem de haver o culto da dignidade humana em cada indivíduo. Sem esse culto, que é um esforço de reconhecimento permanente, a dignidade humana não passará de um ideal que facilmente soçobrará às conveniências mais imediatas de pessoas, povos, grupos e nações. [Texto de Rúben Azevedo].

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O risco é dispersar ou adormecer

Estamos absolutamente no Absoluto, de tal maneira que não conseguimos vê-lo nem conhecê-lo. Sabemos, porém, algo, positivamente: é que o Ser que habitamos é Consciência, i.e., ser-para-si. Aí também o Absoluto está. Há algum lugar onde o Absoluto não esteja presente, ele que está em toda a parte e inteiramente em cada uma das suas partes? [Texto de Rúben Azevedo].

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Sede de Amor e vitória sobre o desencontro – Dante e Camões

Toda a grande arte, segundo creio, visa não apenas a imortalidade, mas também a vitória sobre todo o desencontro, exílio, desterro. Tomemos apenas dois exemplos, o de Camões e de Dante, ambos exilados e desterrados, por razões diferentes. [Texto de Rúben Azevedo]

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Outros, cegos pela dor, ou mesmo pelo desespero, não conseguiam senão orar a Deus para que lhes desse paz. Ou lançavam ao abismo absoluto do Céu e da Terra um lancinante porquê, quando não um para quê, daqueles que visam a raíz do Ser para redimir toda a realidade. E o silêncio respondia sempre. [Texto de Rúben Azevedo].

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A morte é uma doença da imaginação

Em si mesma, não sabemos o que é a morte. Sabemos apenas que a vida física, exterior, empírica, estiola e cessa, dissolvendo-se nos seus elementos bioquímicos. Um corpo, um organismo, deixa de funcionar, torna-se matéria sem unidade orgânica, sem identidade, pronta a ser dispersa e logo reaproveitada – porque na natureza, nada se perde, tudo se transforma. [Texto de Rúben Azevedo]

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A cidade de Mahagony e a alegoria de Brecht

O famoso dramaturgo e poeta alemão Bertold Brecht, na sua peça Ascensão e Queda da Cidade de Mahagony (1929), construiu uma interessante alegoria que bem se pode aplicar ao nosso século: na cidade de Mahagony tudo é permitido, o prazer está ao alcance de todos e o hedonismo radical é um modo de vida. [Texto de Rúben Azevedo]

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Chega de carnificina em Gaza! Chega! Chega de escolas arrasadas, de crianças mortas ou deslocadas, de massacres, de sofrimento sem nome. Chega de desumanidade! – com conivência norte-americana. A manutenção da supremacia regional – e mundial – através do proxy israelita não pode justificar tal nível de permissividade para com os crimes israelitas em Gaza. [Texto de Ruben Azevedo].

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É preciso desinstrumentalizar o nosso modo de ver o outro, cultivando assim a sua dignidade por aquilo que é. Este é um esforço verdadeiramente espiritual, talvez mesmo o esforço espiritual por excelência – a purificação do olhar e da intenção. Tem de haver o culto da dignidade humana em cada indivíduo. Sem esse culto, que é um esforço de reconhecimento permanente, a dignidade humana não passará de um ideal que facilmente soçobrará às conveniências mais imediatas de pessoas, povos, grupos e nações. [Texto de Rúben Azevedo].

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Últimas Notícias

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A culpa de Deus: uma antropologia dos limites

[Entre Margens]

A culpa de Deus: uma antropologia dos limites novidade

Os amigos de Jó fazem o que a teologia faria durante séculos: defender Deus perante o mal. O problema do mal é das questões mais antigas da reflexão religiosa. Se Deus é todo-poderoso, sabe tudo e é plenamente bom, como compreender o sofrimento, a morte e a injustiça que atravessam a vida humana? [Texto de Vítor Rafael].

Não às armas nucleares (2): Deus não precisa da bomba

[Arquipélago Jerusalém]

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O Projeto Manhattan habituou o estado norte-americano a uma operação gigantesca conduzida sob segredo, com informação compartimentada, financiamento protegido do escrutínio do Congresso e uma disciplina que separava quem sabia de quem tinha autorização para perguntar. Até Harry Truman, vice-presidente, permaneceu à margem do segredo até suceder a Roosevelt. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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